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domingo, 21 de setembro de 2014

As Várias Faces de Um Ser

LIVROS, SETS, MIXES,

PLANILHAS, GESTÕES,

DESENHOS, ARTES, RPG,

COMUNICAÇÕES e CULTURAS

DO BLOG LIVROS DO EDSON







Postagem número 93 do blog autoral de Edson Fernando (Souza Edson), @novalluz, Ed Son Nando, the other, dédo...

o dj edsonnando. Com o título acima mencionado ou o subtítulo abaixo escrito:

As várias Faces de um Ser






Nesta Edição do Blog


  • Poesia: O Sal Soturno.

  • The DJ Mixes: 3 Sets de Setembro.

  • Texto: O que pode acontecer com uma cidade em 4 anos.

  • Opinião de Discente: O Orçamento VS o Patrimônio Público

  • Eduardo Waack - Os Guerreiros Medievais têm medo de automóvel e de liquidificador.

  • Livros do Edson: Divulgação de Material Didático: Comunicação.

  • Track Comentada: Love Will Save The Day




INDICAÇÃO DE LEITURA

EDUARDO WAACK E SEUS GUERREIROS MEDIEVAIS

    Mais conhecido por sua atuação na área poética, publicando desde o ano de 1979 em jornais, revistas, fanzines, livros, camisetas, exposições, blogs e sites do Brasil e exterior, Eduardo Waack tem construído paralelamente a este trabalho uma estrada consistente na área da prosa literária, com textos que alcançaram o mesmo nível de seus versos, segundo o escritor Benedicto Luz e Silva. Mensalmente, no jornal O Boêmio, por ele editado a partir de 1991, uma amostra desta criação é oferecida aos seus leitores, que vinham pedindo que suas crônicas e contos fossem reunidos em livro, para assim juntos ter maior representatividade. Pois assim se deu. “Os Guerreiros Medievais Têm Medo de Automóvel e Liquidificador” é o título deste livro gerado ao longo dos últimos anos, e que já está sendo impresso em Matão, nas oficinas da Grafotech, com lançamento previsto para os próximos dias. O apoio cultural que possibilitou a realização deste sonho é da empresa Reintech — Controle da Contaminação, sediada em São José dos Campos (SP).

    Tudo teve início com o título, que mostra a dualidade da vida moderna, onde as tradições e a simplicidade estão sendo trocadas pela tecnologia enganosa e pelo falso atraente. Este título extenso e curioso nasceu em 1988, e de lá para cá muita coisa aconteceu. O que seria um livro apenas de poesias vem à luz como um apanhado de textos; alguns inéditos, outros já publicados e conhecidos do grande público. Profundamente marcado pelos mestres Georges Ohsawa, Tomio Kikuchi, José Trigueirinho Neto, Jack Kerouac e Érico Veríssimo, Eduardo em seus textos busca refletir sobre o emaranhado de crenças, convicções, atitudes e pensamentos que conduzem o homem a um verdadeiro labirinto, onde a medida das pessoas está em ter, e não ser, e a consciência jaz soterrada por toneladas de quinquilharias e futilidades. Neste ritmo desgovernado e suicida, a natureza está sendo destruída, os animais extintos, as florestas incendiadas e os recursos minerais exauridos. Perdida e infeliz, a sociedade erra em busca de um porto seguro, enquanto a violência desfaz as últimas quimeras de uma raça mentirosa e que desconhece a verdade. Esta é uma obra que vale a pena ser lida por todos aqueles que desconfiam das promessas de felicidade que o sistema oferece a quem cumpre suas ordens.

        Os interessados em adquirir este livro podem escrever ao próprio autor, pelo e-mail eduardowaack@gmail.com.



3 Sets de Setembro

on Soundcloud


  •  Tropicalian Electronic Folk - from SP to Scotland



  •  A Club Garage Set - Change, Man



  •  PURE _\_/_|_BRATION - Set Across The Land






POESIA:






Edson Fernando Souza – September, 09 - 2014.



Sal Soturno



I

Depois que se derrama o leite no fogão

lamber, limpar, chorar ou mingar, não,

certamente não irá adiantar – não vai vingar.

Deixar o leite na mesma situação: no chão para se limpar.

o silêncio é muito relativo

– O que se diz, quando não nos podem ouvir?

Para quem seca as coisas, como não esperar,

que elas aconteçam, igual imaginada?

De repente, quem viu aquele que ficou subitamente

e depois, #partiu, igualmente como veio

sem saber pra onde, como e além?

Aquele gosto que vem a boca

– será mesmo inédito o teu verso?

E quem pode ter ver... – sabe o que faz aí?



II

Dei um tempo para mim mesmo – deixa que passe a Páscoa sem os ovos.

Que me importa se eu não sou gerente de nada?

E nem recebo verba alguma, mês a mês?

Uma que eu já não sou mais aquele jovem tolo,

E agora, que acho que sei sobre as coisas,

O Mundo é outro. Acontece outras coisas.

São outros os valores e julgam

sempre, e mais do que nunca...

Qualé a tua medida?

Até quando a terá!

E o que mais sei – se eu pudesse te dizer –

que chega um ponto em que não acaba,

Se eu disser que as coisas cristalizam,

ganham formas, de acordo com suas intenções?

O cigarro não acaba quando se joga fora, a bituca, pela janela.

Sua vida não será encerrada

quando não foi aprovado, em nenhum, dos concursos que fez.

O bem que pretendia fazer, não surtiu

menos efeito, porque bem na hora “H”

deram para a trás, sem, sequer, que tiveste

uma mínima chance de reverter a situação.

Tal bem é aquilo que está em ti – e que ninguém poderá tirar.



III

Vou tornar a mim mesmo

deixar que seja por si só

o que restou de mim, agora,

Acha que isto é pouco?

Sabia, que tem bem maior, onde não podemos enxergar?

E que posso fazer bem maior daquilo que não pode pegar?

Mas, nem ao menos, sei se sou tudo aquilo de que falo

pois já não sei se as pessoas, também, são aquelas mesmas quem conheci.

Pois tudo parece ter duas caras

e a sinceridade, saiu de moda.

E pior, está esquecida

em algum laboratório

dentro de um reator nuclear

– para ser atomizada.



IV

O dia em que se cansarem, tudo vai para os ares

– eles vão atomizar a sinceridade esquecida...

Quando me cansar, também mando tudo pros ares

Mas não com uma explosão

Mas sim, com a minha falta de comunicação.

Farei tal como o Pokèmon “Cloyster”

irei me fechar em minha concha

de crustáceo esquecido das eras

daninhas de egos, das vaidades e dos badoos.




TRACK COMENTADA:



LOVE WILL SAVE THE DAY - Real El Canario


Lembro-me que tinha três versões desta track, na época do lançamento dela, em 2007. Mas sabe como é, não? dj que não faz sua parte uó (chato) acaba perdendo algunas de suas relíquias-dos-feixes-de-laser-óptico (aprecio o formato audio CD a praticamente qualquer outro formato que existe ou irá existir). De qualquer modo nunca esqueci deste título, e agora, em 2011, quando Real El Canario lançou Internacional Style, relembrei de fuçar sons desta "banda" de eletrônico e, surpresa!, tinha-me sobrado, em cd, uma versão de Love Will Save The Day. E, também, por isto, fiz o set e o uploadei.

Quando tudo se estiver perdido, ame, que o amor vai salvar o seu dia.

    E vejamos agora uma livre tradução minha, de uma de minhas audições desta track, na seleção mixada A Club Garage Mixed Set:

Sometimes left you can make me crazy 

Certas vezas, deixá-lo me fez ficar louco

You can really put your body into the test 

Você realmente vai pôr o seu corpo em um teste

Your try so hard to make everything right [...]

Suas duras tentativas de fazer todas as coisas precisas.

When you need so a little Change your Heart 

Quando vocẽ precisa, só um pouco, de mudar o seu coração

Forget the spiral sensation

Esqueça aquelas sensações em espirais

Love is only can play and gain with the heart 

Amor é o único que pode tocar (e ganhar) o coração

When your badly and pretty down

Quando pessimamente está cabisbaixo.

Here's my fierce  

Aqui minhas energia

When you feeling down and out 

Quando você se sente para baixo e de fora

And you got the trobble on your mind 

E você leva a sério os problemas em sua mente

Love will save the day 

O Amor Salvará o Dia

When you feelind fool in a top 

Quando você se sente um tolo no topo

And feeling has got in you bye

E sente-se indo sem sentido algum

Love will save the day [...]

Amor Salvará o dia

Many things can you bring down

Muitas coisas poder te jogar para baixo

Is a wonder you can make and feel the day

É maravilhoso, você pode fazer e sentir o dia

Cause love will save the day 

Porque Amar Salvará o Dia.

LOVE WILL SAVE THE DAY [repeat]

AMAR SALVARÁ O DIA


LIVROS DO EDSON → LIVROS DIDÁTICOS





    Acima, a imagem do índice de uma compilação que elaborei - para o Projeto Pescar de Matão, na Empresa Citrosuco, tendo como supervisor do projeto, Divan L. Hernandes e como coordenadora de Polo, Aline Moreno. O projeto ainda inclui lecionar para 24 alunos do ensino médio, da rede pública (e municipal) da cidade. Tanto o tema das aulas quanto o tema da apostilha desenvolvida foi: Comunicação Oral e Escrita: → Interpretação de Textos →Produção de Textos: Relatórios e Projetos.
    A minha participação no projeto foi totalmente orientada à necessidade dos alunos participantes do mesmo: elaboração de uma apostilha compacta, que resumisse todo o conteúdo da produção de texto (e da gramática!), especificamente, voltado ao ensino médio e com enfoque na confecção de relatório, projetos, TCCs e teses.
   O resultado, foi um material claro, preciso, e de suma importância, no bom desempenho dos alnos, em provas como ENEM, ENADE (futuramente), e porque não, um valioso recurso, da época em que se for necessário elaborar teses.
    Estou divulgando o projeto PESCAR, além da faculdade (Uniseb / Estácio), mas também, aproveito para divulgar as minhas capacidades, que além de ser escritor autoral (e de linguagem web), também posso fazer compilações e material didático, segundo o regimento da ABNT pra que não seja descaracterizada a produção acadêmica.
     Aceito convites para participar de demais projetos de cunho semelhante ou mesmo, outras sinergias e propostas novíssimas. Entrem em contato através de:
  • edsonnando@live.com

  • efsouzza@gmail.com



2 TEXTOS DO AUTOR DO BLOG:


Orçamento VS Patrimônio Público.

    É muito comum, ouvirmos no Brasil, frases como, “a rua é pública”, “esta área é pública”, “...dinheiro dos cofres públicos”, “a coisa e o poder público”; mas, geralmente, quem utiliza este vocábulo, ou é figura pública, ou servidor, ou um cidadão em protesto. E como sabem, caros leitores, as funções de linguagem, tal como defende Roman Jakobson, depende muito do “tipo” de mensagem que irá se passar, além de quem é o receptor e quem está a emitir a mensagem.
    De todo modo, a melhor definição da coisa pública, ao meu ver, como jornalista há 18 anos – pois considero a minha escrita, uma escrita informativa, como a dos jornalistas –, e, também, ao meu ver como estudante de legislação há 6 anos, além de discente de contábeis (nível superior há 4 anos), entre as demais óticas que disponho – como a do desenhista, do mecanicista, do designer em “.html” e do mestre em RPG –, fazem-me (fazem-nos) crer, que a melhor definição da coisa pública é o próprio subtítulo do Zaratustra de Friedrich Nietzsche: Um Livro para todos e para ninguém. E da coisa pública (pelo mesmo raciocínio): uma coisa para todos e para ninguém.
    Onde, a coisa pública é de todos – da sociedade; da passada, desta e das futuras gerações – ; ao mesmo tempo em que não é de ninguém – uma vez que ninguém pode se dizer o dono da coisa pública. Ou seja, ela é de todos mas não pertence aos políticos, nem aos eleitores e muito menos aos parentes dos carguistas comissionados.
    E olhem que incrível – o Governo Federal, através das normas CASP (Contabilidade Aplicada ao Setor Público), vem adotando uma série de medidas para “padronizar” o serviço público às normas contábeis aceitas internacionalmente (veja maiores detalhes no site do tesouro nacional) e uma das distinções mais importantes, segundo valiosos contabilistas da área é a diferenciação entre o Patrimônio Público e o Orçamento Público.
Basicamente:
  • Orçamento: diz da previsão de arrecadação, ou da pagamento de impostos consolidados. Ou seja, diz do quanto de dinheiro que o governo espera recolher com os seus cidadães, munícipes, etc... Seria o governar pura e simplesmente em função das receita correntes ou previstas.
  • Patrimônio: diz da contabilização levando em contas fatores como bem público, vida útil, depreciação e reavaliação.

    No primeiro fala-se de governar segundo o quando de verba tem para a saúde, educação, gastos com pessoal, etc. No segundo diz-se de governança voltada ao bem de uso comum, ou seja, verifica-se o estado e condição do serviço / coisa pública e faz-se sua contabilização segundo o método de valor de uso (note que esta imagem é uma analogia, porque valor de uso é um termo da contabilidade comercial, que em nada poderia ser utilizado no setor público, uma vez, que em tese, a coisa pública não deveria ser livremente comercializada, ao menos não sem compartilhar a riqueza do bem comum e não sem licitações e concorrências (certames) públicas; mas no Brasil, infelizmente, ainda, temos vários casos de empresas públicas que não são tratadas como tal, e pior, órgãos públicos tratados como entidades de fins particulares).
    As atualizações da contabilidade pública, atingem, ao nosso ver, seu ápice da sua implantação, segundo o padrão CASP, agora, em 2014, vejamos alguns pontos:
  • Utilização de NE: Obrigatório o Uso das Notas Explicativas – termo contábil
  • Utilização do Plano de Contas Unificado: O Plano de contas “geral”, padronizado, ou seja, uma numeração igual para todos os municípios, acerca das contas contábeis do poder público.
  • Bem comum e depreciação: voltado para a conservação do bem público e do efeito "tempo" em sua utilização.
  • LRF e outras consolidações da nova legislação (1): Lei de responsabilidade fiscal e demais novidades nas leis brasileiras
    Deste modo, vemos que seria um absurdo dizer que a contabilidade brasileira não está alterando-se. E se no setor público as mudanças são maiores, apesar de considerarmos as facilidades de adiantamentos e licitações (tomada de preço), concomitantemente, serem muito “esguias” para os padrões de transparência e à aplicabilidade dos princípios contábeis, mesmo ao passo que, as pequenas empresas resistem bravamente ao adequar-se as Leis e a nova contabilidade - e a isto, chama-se jeitinho, onde há um disposto em lei, mas a população acha um modo de "trapacear" as leis, "jeitinho"; porém, em contraparte, nota-se, também, o grande esforço do Governo em usar de lisura e clareza em suas “operações”, ou melhor, a prestação do serviço e a oferta da coisa pública, enquanto ele mantém seu esforço a fim de que as pequenas economias no Brasil (ME, MEI, EPP), regularizem-se (auto-regulamentem-se) e consigam crescer e empregar mais – só se esquecem que sem uma política de gestores (tanto públicos, como do terceiro setor, quanto consultores para as pequenas empresas) não há como crescer ordenadamente, e a gestão, também é de fundamental importância para o bom sucesso nas atividades das empresas e por conseguinte, o bom sucesso de todo o país, alheio aos problemas de fora, porque no Brasil, temos condições de sermos um economia autossuficiente, haja vista nossa proporção territorial (fatores climáticos, inclusive) e de recursos naturais, além de nossa economia dinâmica (e com capacidade de expansão) e nosso crescimento populacional.
    De todo modo, as novas regulamentações e disposiçõs legais estão em pleno vigor. Resta-nos saber como se dará as fiscalizações e como a população, e o próprio poder público, se comportará frente a 5° Edição do Manual CASP, e demais atualizações, em convergência às normas internacionais.


    [1 - NOTA DO AUTOR: antene-se com o novo – #DICA: crie uma alerta do Google, funciona assim: você escolhe um tema e quando tiver alguma matéria, texto, o que for, novo sobre o assunto, o Google automaticamente lhe envia um e-mail com o(s) links(s) do assunto, e você ainda pode escolher a frequências com que receberá estas atualizações, sites como o JusBrasil – que pública artigos e teses, além de outras utilidades – também tem sistemas de alerta, este material tem este sistema e o meu reverbnation permite inscrever-se em e-mail-list, receber cartas escritas por mim aos fãs de minhas mixagens... … … .]

O Que [não] pode acontecer com uma cidade em quatro anos?


    Eu era um pesquisador de 29 anos, em 2010. Como alguns de vocês devem saber, eu só decidi a "levar a vida" à sério, ou "ganhar a vida", após os 28 anos. Isto porque eu tinha conhecimento da maldição dos 28 anos - Drummond fez até um poema com aqueles que morreram jovens e posso citar, Janis Joplin, Jim Morrison, Mario de Sá Carneiro, Álvares de Azevedo, Cássia Eller e Amy Winehouse. Claro que não sou um verdadeiro (ou grande) artista como estes e outros maravilhosos nomes que acabaram por falecerem cedo e cessaram suas produções artísticas, mas como eu era dado a boêmia, aos vícios (do álcool e do marginalismo), até aos 28 anos eu vivia despretensiosamente, e mais apenas produzia poemas, rpg e textos, além de mixar e realizar trabalhos artísticos ou voluntários - mas, mais bebia e chapava, mesmo; só em 2009, fiz um curso do SENAI e comecei a ver a sociedade com outros olhos. Em 2010 eu era pesquisador, e com essa vivência, comecei a olhar a sociedade, ainda com olhos críticos, mas também, com critérios estatísticos e dentro de certos parâmetros "funcionais".

    O que quero dizer com esse parágrafo acima é, sobretudo, que muito pode-se mudar em quatro anos. Falando por mim mesmo, eu sai de um estado alcoolismo crônico, irremediável, que meus amigos já estavam apostando para ver com quantos anos eu iria morrer, para, agora, estar no último ano da faculdade de Contabilidade (além de estar cursando o My English On Line, no 3° Módulo), realizei estágios (curriculares e não obrigatórios), projetos-pesquisas e trabalhos voluntários.

    E a cidade o que mudou? Bairros forem construídos (tantos os condomínios fechados, caros e "seguros", quanto os bairros do Governo), mas houve a preocupação com o transporte público, comércio, serviços públicos e cumpriu-se, a rigor, todos os dispostos em leis, no que tange a construções e urbanismo público? Houve planejamento, e controle acerca dos gastos das obras públicas e das medições e revisões nas tomadas de preços públicos? Aquela creche, aquela escola, aquele asfalto, aquele esgoto, e naquele bairro distante, que não tem mercearia, nem postes de iluminação pública, sistema de escoamento da chuva - o que o poder público fez pelos que vivem a margem do social, em quatro anos?

    Eu parei de beber,  de ficar nas noitadas, de enlouquecer-me por tolices, eu consegui chegar ao 4° ano sem nenhuma DP (dependência - recuperação), entreguei todos os trabalhos, todos os estágios, teses, fiz projetos, elaborei planilhas, criei blog, mixei, disse um complicado "Hi" aos russos, descobri o twitter, reforcei minha amizade com Eduardo Waack, procurei emprego, divulguei as técnicas de controladoria - tudo isto à pé, fazendo cursos on line, detalhe sem ter net em casa, sem ter verbas para pagar lan house, e, mais importante ainda, ao mesmo tempo em que tento manter-me o mais fiel possível aos princípios da sinceridade e da verdade. Isto eu, sozinho.

    Agora, o Poder Público deve parar apenas de focar-se em obrar, digo, deve parar de fazer obras mais e mais faraônicas que consomem muitos e muitos recursos, e devem se focar mais em atitudes que de fato melhorem a vida da população e não apenas repercutam efeitos em números e dados estatísticos.

    Assim, muito pode-se fazer em quatro anos: um diploma de nível superior, dois diplomas de nível técnico, estágios, teses, consolidação do fim de uma doença incurável... E se isto vale para nós, que somos, pura e simplesmente, pessoas exclusivas, o que dirá dos Governos que são a soma de diversos coletivos e estão, cada dia mais, fortalecidos com os recolhimentos recordes de impostos e taxas, com as coligações e com o "conglomerado-dos-aliados"?

    MORAL DA HISTÓRIA: Se depende de cada um, mudar sua vida, intimamente, em quatro anos; depende de bons governantes, trazer avanços concretos e definitivos à sociedade, no mesmo período de tempo.



OBRIGADO, Você!!!

Obrigado por acompanharem este blog, meu twitter (@novalluz), meus perfis no soundcloud (e Promo DJ e Reverbnation, também), como o edsoNNando, além de outras alcunhas (nomes, apelidos) na web, como Livros do Edson e Ed Son Nando, sempre mixando, escrevendo e publicando ideias já não tão novas, mas que ainda soam como novas, em épocas de mentes que se esquecem facilmente do que foi o ontem.




IMAGEM BONUS: Chegando ao Fim


Matão/SP, Setembro de 2014

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