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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Peregrino Libertário


Peregrino Libertário – [Cumpra-se]



O ciclo está fechado. Outro se abre. Um outro jamais poderá ser reaberto. Amém. Seja! Assim como o é. – Livros do Edson
Mas o último preço pela liberdade é a vontade de enfrentar o mais temido de todos os seres, o seu próprio eu. – Spiral Dance
A liberdade não é a resposta, mas sim, oque você faz com ela. – Nikita, Último Episódio

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Postagem 107 de Livros do Edson
Peregrino Libertário [Cumpra-se]
– O Abandonar Total dos Vícios! !

Fundamental mencionarmos que Livros do Edson, ou o seu único e exclusivo autor e mentor, não tem nenhuma intenção de formar ou proliferar religião alguma, ou mesmo seita ou cabala, coven, que seja. O conteúdo a seguir destina-se apenas como caráter informativo, uma vez que muitos creem que as patifarias religiosas são sagradas liturgias (é mais sacro o santo humor); enfim, não queremos difundir a bruxaria ou  a psicologia experimental, mas sim dizer que “o que alguns de vocês podem crer como sendo obra do divino, hinos da fé, cruzes de deus”, na verdade, vem mesmo de outro lugar e por vezes, é exatamente aquilo que vocês combatem que vocês acabam por fazer / se tornar.
 Para todos os outros, uma boa leitura e fiquem à vontade. E quanto aos mentirosos, vão ser mentirosos mesmos, dizendo que são da luz, porém, portando armas e pedras nas mãos. Não cabe a eu investigar, mas a outros que disto se ocupam, labutam.
E no mais, mulheres quase sempre são forçadas a fazer o que os homens querem, seja nas vestimentas ou nos “cânticos” (e isto é mais forte ainda nas igrejas evangélicas); e se pensam que assim é fé, dizemos que isto não é de Deus; ou seja, tua vida na verdade, não é tua e nem liberdade alguma dispõe...
Apenas identificou-se com algo torpe e dele fez tua sina, só que o ódio nunca foi da Fé.
EDITAL
Muitos creditam humanas vaidades a tolas crenças na divindade (os entes inferiores se comprazem com isto, enquanto os seres de luz se afastam disto) – a Divindade Maior não precisa deles, muito pelo contrário, são eles que, mais cedo ou mais tarde, vão implorar para aqueles que não o podem escutar, para que venham a lhes auxiliar; justamente por estarem em outra faixa vibratória, não os poderão socorrer. Isto ainda estará subordinado ao intelecto da pessoa, e quanto menos atividade neural, menos e menos ideias transcendentais; lembre-se de quando os ídolos exigiam que se sacrificassem pessoas e animais, pois bem, eram os próprios sacerdotes negros (de magia negra) que assim queriam.
Todavia, este conhecimento é tolo, também, porque quem tem que saber disto já o sabe, e quem acredita nestas crenças equivocadas, certamente, não a crê pelo racionalismo, mas sim pela sua “santa” ignorância. E como bem disse em suas penúltimas palavras, o mestre Jesus, “Pai, perdoai-lhes uma vez que não sabem o que fazem” (ainda hoje, 2020 anos depois).
Com vocês, prezados leitores dos USA, da Rússia, da América Latina, concidadãos brasileiros e leitores dos povos do Oriente Médio, é publicada a postagem 107 de Livros do Edson que diz, Abandonai os Vícios [enquanto ainda dá tempo]. Boa leitura e muito obrigado por lerem e compartilharem este blog na web.

PS: Não se trata de impor à pessoa que pare com seus vícios, pura e simplesmente; uma vez que quem tem controle e sabe como usar seu cigarro, sua bebida, ou o que quer que seja, de modo discreto e plausível, e tenha condições de arcar com seu vício, pode optar por parar ou continuar (por sua própria vontade ou quando der) e não  acreditamos que, nestes casos, seja necessário mudança alguma; agora quando a pessoa extrapola todos os limites aceitáveis socialmente ou não, ou quando não há mais condição de uso (seja por motivo financeiro, dinheiro, saúde ou sanidade) já não recomendamos o mesmo. Ou seja, vai depender de cada caso, mas a fórmula que funcionou comigo, está neste post. Além de outras “coisinhas” mais...

Aqueles que buscam novos estados da mente – devotos do controle da mente, entusiastas de grupos de encontro, os que tomam drogas, os médiuns, os que meditam – todos estão em uma viagem  para o universo interior tentando romper os limites da mente socialmente condicionada. Se é aceitável ou inaceitável, moral ou imoral, sábia ou tola, a mente do homem está se movimentando em  direção a uma nova evolução.”
- Dra Barbara Brown, New Mind, New Body.





Introdução (Explicações Básicas)

Vídeo You TubeOswaldo Montenegro – Entre uma Balada e Um Blues.



Sabe por que os Jovens não leem? Porque os pais não leem. Sabe por que os jovens se perdem em drogas e crimes? Porque os pais deles estão perdidos e bitolados em traições “ocultas”, seitas herméticas, ou mesmo, sociedades da ganância e da corrupção. Para ler e não se perder, hoje em dia, de certo modo, é necessário ir contra a sociedade; mas isto não significa que você deva viver com uma cara amarrada, ser um falastrão sem sentido algum, ou ainda, que deva impor sua visão de mundo pela força bruta, pelo marasmo ou pelos ciclos da destruição. O equilíbrio deve ser sua pauta, se faltar o equilíbrio e o amor, então você nada terá, nem que tenha todos os bens do mundo – uma vez que tudo isto, um dia acaba. – O autor do blog, 28/01/2014 às 21:00.

Para Jung, a Persona (Anima) é a parte da personalidade que é devida à socialização. Ou seja, é o conjunto de traços de caráter público de um indivíduo. É o aspecto mais perceptível da personalidade. A Personalidade para Allport é um Sistema dinâmico de traços psíquico fisiológico que determinam o pensamento e o comportamento Original de um Indivíduo.  Anima é o substrato da personalidade; enquanto o Arquétipo feminino no homem é chamado de anima por Jung, o arquétipo masculino na mulher é conhecido como animus. Esses arquétipos, embora possam ser condicionados (“domados”) pelos cromossomos e gônadas, decorrem, na maior parte, das experiências raciais do homem VS a mulher e vice e versa (segundo Calvin S. Hall e Gardner Lindzey). Definições do Dicionário Ilustrado da Psicologia, maiores detalhes abaixo.
A magia (feitiçaria) de Starhawk (Star = Estrela; Hawk = Falcão – Falcão Estelar), Miriam Starhawk Simos, também diz sobre as forças Masculinas (Deus) e Femininas (Deusa), vejamos The Spiral Dance (A Dança Espiral – segundo Starhawk, a nossa alma transcendental evoluída é uma espiral), título que foi traduzido como A Dança Cósmica das Feiticeiras(1989, p. 254 e 255):
 O dualismo conduz àquilo que chamo de síndrome da correção. Quando existe o Único, o Certo e o Verdadeiro Caminho – o Nosso! – e todos os outros estão errados, os errados estão amaldiçoados e os amaldiçoados são maus (...). As mulheres precisam de espaços femininos, especialmente a esta altura da história, quando muitas de nós estamos nos recuperando das feridas infligidas pelos homens. (...) Mulheres que amam outras mulheres, ou que vivem virgens, pertencendo somente a si mesmas, alcançam um poder muito especial. Mas esta não é a única forma de poder inerente à espiritualidade feminina, nem tampouco é a melhor forma de todas. A Deusa é mãe, anciã, amante, como também é virgem; ela está ligada ao nascimento, amor e morte dos homens, assim como das mulheres. Se ela é imanente nas mulheres do universo, então, ela é também imanente nos homens. (...) Quando Deus é sentido como estando separado do mundo físico, a religião pode separa-se da ciência e ser limitada ao reino das coisas relacionada com Deus. Mas a Deusa é manifesta no mundo físico, e quanto mais compreendemos seu funcionamento, melhor a conhecemos.”
Assim, Starhawk afirma que a Deusa criou tudo quando fez sexo consigo mesma, após ver o seu reflexo supremo no espelho negro do universo em seu estado primal; Deus e os homens, os planetas e os animais surgiram à partir disto. A Deusa é o ciclo, do nascimento a morte, da menstruação a menopausa, da virgindade à via de orgias sexuais religiosas e por quê? Porque ela é a Tudo, que fez surgir a partir do Nada que Ela mesma vivia, Ela optou por criar a Vida e a Alma, a Terra e o Espaço, os elementos visíveis e invisíveis, isto, por permitir que seu ciclo se perpetuasse, sempre. Outros ainda entendem tudo isto como Yin e Yang.
Por fim, há os arquétipos: onde nada mais são do que ideias que temos de nós mesmos e dos outros (segundo Livros do Edson); os arquétipos são paradigmas que usamos para nós sabermos com quem lidamos (ideia preconceituosa – toda a sociedade é preconceito); ou simplesmente para racionalizarmos quando os outros têm atitudes que são diametralmente opostas contra tudo àquilo que consideramos correto (ético).
Bem, voltando à definição do Livro Enciclopédia da Psicologia Contemporânea 5° Volume de Lannoy Dorin, 1984, Livraria Editora Iracema, São Paulo, o arquétipo é uma ideia, um pensamentos e / ou uma forma de pensar carregada de tons afetivos.
Mais a frente, vamos dizer também sobre drivers e Condicionamento, por isto é bom também explicarmos o que eles significam. Vejamos (leitores menos afeiçoados a Psicologia Experimental podem se ofender um pouco com o que acontecerá neste post, infelizmente é assim mesmo, você pode se ofender com os métodos psicológicos mostrados, com a religião da Deusa e outros assuntos epistemológicos; mas tenha certeza, têm quem os conhece, estes conhecimentos, e que podem usá-los contra você, por isto, atenção, prezados leitores):
Condicionamento = é um treinamento para a pessoa (animal, também) agir de determinado modo, quando determinada situação acontecer, ou mesmo, para  “pensar” de um determinado modo. Pavlov ano é um método que consiste em repetir condicionamento (através de ideias, sons, luzes, situações, figuras, etc), com o “bônus” do incondicional (água, alimento, bebida, sexo, o que for), numa relação de controle, até que a pessoa (bicho) passe a responder de determinado modo; para Skinner este é um condicionamento do tipo respondente, e a máquina de Pavlov fora testada para controlar a salivação de um cão, a priori.




Há muitos outros métodos de condicionamento, isto é, “treinar” uma pessoa, um bicho a fazer algo que a princípio não lhe era devido; por exemplo, se isto é válido em traumas de guerras (uma das aplicações mais nobres da psicologia), também pode ser usado drasticamente para “alterar” a conduta, o comportamento de uma pessoa.
Drive = uma condição fisiológica que impele o organismo a ter uma determinada atividade. Drive é um impulso, que pode ser plantado em um ser, semelhante ao condicionamento, todavia, o drive é como algo mais incontrolável, ele deve ser satisfeito de um modo ou de outro. É como uma dor de barriga (deve-se ir ao banheiro, ou se faz nas calças), ou como a sede de matar de um psicopata, deve ser posta em prática ou impedida categoricamente.
Se o Condicionamento está na mudança de personalidade e do comportamento, o drive está na real mudança do instinto da pessoa, especula-se se o drive pode ser alterado ou não, e a resposta deste blog é sim – pode, e isto é muito perigoso e totalmente sem volta. E pior, desconfiamos que isto já seja posto em prática (e pior ainda, nas “igrejas” que deveriam salvar e instruir e não causar medo e condicionar pessoas a odiar e segregar, pela distorção de conceitos nobres como a honra e a vitória; eles proliferam a ruptura dos povos, a criação de hordas fechadas de clãs insanos e não esclarecidos, e com isto  a humanidade se perde para nunca mais voltar a si mesma).
E sim, tudo isso é muito assustador para pessoas sensíveis como nós, como diz Nietzsche, “nós, os afeiçoados aos saltos”, mas temos que saber estas coisas. Assim, coragem para se cumprir.


Texto Livre:
Reconheça a Ti Mesmo – O Reflexo no Espelho
Uma das maiores dificuldades da civilização de hoje, é saber sobre si. Mesmo com tanto conhecimento disponível, mesmo com tantos e tantos Doutos (doutores e pós-doutorados) no mundo, ainda assim, as trevas da ignorância dominam a maior parte da população.
Tudo isto porque a própria civilização é aquela que quer (sinto muito, leitores sensíveis, por lerem isto, a seguir): Bunda, Espermas, Sangue, Pussy Juyce, pelos, ou melhor, sem pelo, quer arrepio do cão entrando em suas costelas, quer morte em rodovia (pela imprudência de motoristas e pedestres, pela falta de educação no trânsito), quer bens (dinheiro, carros e esbórnia), quer histeria, morrer em festas Rave e tomar uma droga sintética que o corpo leva mais de 36 horas para digerir, quando não acontece uma parada cardíaca antes. É isto, é este o mundo bom que achamos que construímos. Pessoas felizes por receberem insalubridade e por matarem-se um pouco, no fim de cada dia, com suas pedras de crack, seus pinos de pó, suas putas e suas bebidas; depois de mais de 12 horas de trabalho que ainda fazem, porque em países como o Brasil, não é interessante promover a modernização (pois isto teria que vir junto com o acréscimo intelectual da população, e com a diminuição drástica da corrupção com as adequações às novas metodologias e processos atuais). Há tempos digo isto, a jornada deve ser de 6 a 7 horas diária, sem horas extras e sem banco de horas, mas mutirões sim seriam possíveis, de acordo com condições excepcionais.
Enquanto isto se prolifera as religiões sem rabo nem cabeça – fogueiras santas para queimar os livros atuais, fogueiras para queimar os gays e as lésbicas (como faziam com as bruxas e com os cientistas da idade média; e segundo meu amigo e professor Sebastian, do Bairro Cardim Matão, forcas também eram muito comuns na Idade Média) -, isto de um lado.  Bem, ninguém mais pensa no bem estar alheio? Sim, eu penso! Mesmo de quem não merece ou nem sequer sabe agradecer ou então, entender o que faço / digo.
O mundo tem um tripé corruptivo claro:
1.     Falsos profetas (falsas religiões – crenças, ou melhor, dogmas de fanáticos de mentes condicionadas em drives pré-moldados);
2.     Poder do Crime e do Terror (em contraste com o poder das nações e da sociedade organizada por pessoas de bem, e não pelo poder absurdo dos falsos delegados das ordens deles mesmos ou de seus comparsas); e
3.     Bares, boates e clubes da destruição (claro, sou DJ, aprecio a “Night Life” ou as festas Open Air, todavia, muitos confundem diversão com prostituição, uso exagerado de drogas, bebidas, com agitações desnecessárias, ou mesmo, coisas mais bizarras ainda). 

       Ou seja, o fanatismo, o dogmatismo, o abuso de poder, o terrorismo, o medo e a esbórnia (entre outras mazelas da alma e da humanidade) estão a levar toda a civilização á ruína, e se apenas um destes aspectos é negativo, que dirá a combinação de dois ou mais deles?
Sei que podem pensar que isto é Efeito halo de um pseudocientista (controller) fracassado na vida. Seria ótimo se assim o fosse... E sobre o fracasso...
Não meça as pessoas pelos seus bens. Lembre-se de Zaqueu, que só salvou-se quando doou ½ (metade) daquilo que tinha e restituiu as perdas que causou a outrem em mais 25% (Jesus – Jeje – também é matemática, IN Evangelho segundo São Lucas, Capítulo 19, versículos de 1 a 10) – “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido”. Se a riqueza fosse necessária à felicidade, todos nasceriam ricos, e quer saber, o sorriso sincero, que a outra pessoa fica até sem graça quando o vê, de supetão, na rua, esse sorriso é o mais difícil de ser dado /conseguido e não há dinheiro que o compre, nem pague.

Nesta postagem de Livros do Edson veremos a Libertação Total dos Vícios, através da Teoria do Peregrino Libertário, propagada por este blog, que diz:
Se o Mundo anda ao redor do Sol (Translação) e se o Planeta gira sobre si mesmo (rotação), porque apenas as pessoas deveriam permanecer paradas e em situação de mesmice? SE o ser humano tivesse que andar sobre rodas, certamente as pernas não seriam tão eficientes. Caminha, meu caro, anda. De tudo quanto aquilo do que quer se livrar, vá a caminhar. Isto serve a tudo, menos a quem tem problema de locomoção, claro, nestes casos, só com terapia e cirurgia. Mas fora isto, siga, amigo.
Eu parei de beber e de ter aquela ânsia de vagar pelas madrugadas, atrás de porcariadas, apenas caminhando por longas distâncias, e pensando (às vezes Vocalizando, mas isto não é bom, não; as pessoas são tão ridículas, que acham muito ridículo quem fala só). Assim abandonei o alcoolismo agravado, e agora, deixo de fumar cigarro e fumo deste  mesmo modo. Não é simples, não! Tem uma dor e agonia nisto, mas é isto ou a fissura. É isto ou ter que aguentar um corpo doente ou uma mente mais doente ainda a se flagelar quando não tem a substância que tanto pensa que “ama”; sem falar daqueles viventes a dizer aquilo, onde suponham saber o que tenho a fazer de melhor para eu ganhar algum dinheiro no fim do mês. Mas cada sina é cada sina.
Eu fui obrigado a parar de fumar, porque muito se diz que Matão tem um PIB alto, bom planejamento etc, todavia eu só vejo os operários a serem contratados, enquanto os cargos de maior escolaridade só se conseguem com cunha, ou contatos; eu, até hoje, vivo graças ao esforço de minha mãe (e do apoio de amigos e familiares, algumas vezes), que me provê as coisas – sim, pois, há mães que negam os filhos, ou os tratam de modo indiferente; mas a minha não, ela me ama, e se ela não aceita alguma coisa que faço, é porque ela acha que eu seria mais feliz de outro modo – e desta riqueza toda de Matão eu não bebo, nunca bebi, pelo contrário eu dou coisas à cidade e digo, quem me viu tocando, nunca esqueceu, quem me viu dando palestra / aulas, nunca esquecerá – e eu não ameaço as pessoas com a FÚRIA dos Céus.
 Assim, a bebida e as noitadas eu optei, por parar, por mim mesmo, pela criticidade da situação toda; agora, o cigarro e os fumos, eu tive que parar por não ter dinheiro, mesmo, de verdade, e não me envergonho de falar, eu fui atrás de trampo, mas não me deram; eu fiz pesquisa, fui atrás de agências fomentadoras, ainda estou em aguarde; passei em concurso que ainda não convocaram para o cargo prestado e então, o que vou fazer para ter dinheiro? Roubar, subornar, enganar?
Mas é claro que não, eu paro e sozinho (com a Graça de Deus e da Deusa, de Jesus e de Maria, do Espírito Santo e de meu anjo Guardião, saúde e vida sempre – eterna também –, amém!) com os meus vícios e vou vivendo do jeito que der; eu sou verdadeiro e prezo pela informação clara e correta. Se o álcool eu parei sem ter que fazer solicitar outros apoios, sem ajuda de psicólogo ou religião (mas certamente Maria tomou a minha frente), sem clínica nem Assistente Social, não iria agora, prestes a receber o diploma, me condenar por fumaça; como canta Zé Ramalho, “Não vou me sujar, fumando apenas um cigarro”. Acreditem ou não, e eu não sou o único que consegui parar com aquilo que juravam impossível, caso de morte, sem ajuda específica; pessoas ao qual eu conversei pelas ruas, também estão limpas (e não credito isto apenas ao meu exemplo – é o ciclo) e os demais só estão a saber disto agora. Mas é isto, há os modestos, e os espalhafatosos, os discretos e os homens que andam com melancias nas cabeças.
 E mais, tenho certeza, se me vissem catando bitucas (shorter) de cigarro do chão, olhando às calçadas a traz de ver se alguém deixou um ou dois cigarros num maço semivazio...
Se me vissem angustiado, totalmente sem chão, por não ter meu “pão que faz mal ao pulmão”... Entenderiam que chega uma hora que devemos dar meia volta em nosso percurso; deve-se abandonar vícios e hábitos, mais do que continuar a piorar a nossa própria situação, afinal, o maior mal que podemos fazer, sempre, será a nós mesmo.
Mas não há nada de fracasso nisto não; há mais mérito em parar com os vícios do que ter uma renda altíssima, mas ser um poço de maldade e egoísmo; e na verdade, aquilo que tiram de mim é aquilo que não mais era parte minha.
Ou como disse Nikita no episódio Final (à Amanda / Ellen), “eu fiz você pensar que minha pior parte estava de volta, porque assim eu pude te enganar (a trapaça é maior força do mundo); na verdade a outra Nikita (assassina, um bicho selvagem) faz parte de mim, mas ela não é toda eu” (adaptado).
E enfim, liberdade!!!




RESUMO DA TEORIA DO PEREGRINO LIBERTÁRIO
·        Primeiramente, deve-se querer. Aqui ninguém força ninguém a nada; não é pela força coercitiva e nem pelas palavras ameaçadoras que se conseguem as coisas (as pessoas tem que entender, cada ação tem uma reação e isto serve a tudo e todos e não a um só); e quem acha que assim é o certo (pela força, pela imposição), deveria procurar um psicólogo, e isto é um conselho poderoso.
·        Depois de querer abandonar um vício ou uma fraqueza, basta pôr na mente que é isto oque vai acontecer. Você deve se acostumar com a ideia, nem sempre se consegue de primeira, mas é assim mesmo: você quer parar de beber, vai tentar parar, e vai acabar recaindo, no começo, é uma recaída por semana, ou a cada três dias, depois, uma recaída a cada mês ou a cada quarenta dias, até que se passam três, seis, nove meses sem a sua fraqueza ou vício. Ou seja, se a vontade de parar for forte, você há de conseguir.
·        Não viva em torres de marfim. as ruas, esteja no meio do Povo. Ou seja, caminhe (hiking), e vá a lugares perigosos sim (conceito relativo à sua fraqueza), claro, não no começo, mas você deve enfrentar o seu inimigo, mais cedo ou mais tarde, sem violência e agressividade, claro, mas frente a frente, pois só assim saberá se parou mesmo ou se ainda pode recair. Os psicólogos geralmente dizem que se devem evitar os ciclos dos vícios, das fraquezas; isto é muito relativo, por exemplo, uma pessoa viciada em sexo, é claro que ela deve deixar de ir a uma casa de Swing ou a uma sauna de sexo liberado, por exemplo, mas ela pode andar, sim, pelas ruas em que comprava (vendia) sexo, e claro, ver se consegue dizer “não, obrigado” ao sexo desmedido, e a isto deve haver muita sinceridade, não se pode enganar a si mesmo por muito tempo – e ou se para ou não se para.
·        Liberdade, enfim. A diferença de quando se abandona uma fraqueza e quando não a abandona está na liberdade, um viciado em droga, vai ter que usar droga, sexta, sábado, quinta, enfim, um viciado em bebida sempre terá que beber, quem se liberta pode optar pelo sim ou pelo não; mas recomendamos fortemente que pessoas que tenham vivido situações de alcoolismo, adicção (adicto), e uma vez tenham abandonados seus vícios, jamais voltem a usar estas ou outras substâncias parecidas, uma vez que o vício pode voltar pior. Há que se ter o controle, você parou, ficou seis meses sem, pois bem, agora é para vida toda – e isto não deveria te assustar, a menos que não queira se desenvolver...
·        Mas não é por isto que você tem que parar de falar com quem é igual ao que você era, e muito menos começar uma cruzada para combater aquilo que você fora, um dia. Entenda, tudo tem um motivo, e você pode dar o seu exemplo (testemunho, como gostam alguns), todavia, cada pessoa tem que ter o seu livre arbítrio respeitado, seja isto para o bem maior, ou para o mal absoluto.
·        Apenas nunca se esqueça de agradecer.

Livros do POST

·      #3 poemas de Vinicius de Moraes

BALADA de PEDRO NAVA

I
Meu amigo Pedro Nava
Em que navio embarcou:
A bordo do Westphalia
Ou a bordo do Lidador?

Em que antárticas espumas
Navega o navegador
Em que brahmas, em que brumas
Pedro Nava se afogou?

Juro que estava comigo
Há coisa de não faz muito
Enchendo bem a caveira
Ao seu eterno defunto.

Ou não era Pedro Nava
Quem me falava aqui junto
Não era o Nava de fato
Nem era o Nava defunto...

Se o tivesse aqui comigo
Tudo se solucionava
Diria ao Garçom: Escanção!
Uma pedra a Pedro Nava!

Uma pedra a Pedro Nava
Nessa pedra uma inscrição:
“_ deste que muito te amava
teu amigo, teu irmão...”

Mas oh, não! que ele não morra
Sem escutar meu segredo
Estou nas garras da Cachorra
Vou ficar louco de medo
Preciso muito falar-lhe
Antes que chegue amanhã:
Pedro Nava, meu amigo
DESCEU O LEVIATÃ!

II

A moça dizia à lua
Minha carne é cor-de-rosa,
Não é verde como a tua
Eu sou Jovem e Formosa.
Minhas maminhas – a moça
À lua mostrava as luas –
Têm a brancura da louça
Não são negras como as tuas.
E ela falava: Meu ventre
È puro – e o deitava à lua
À lua que o sangra dentro
Quem haverá que a possua?
Meu sexo – a moça jogada
Entreabria-se nua –
É o sangue da madrugada
Na noite triste sem lua.
Minha pele é viva e quente
Lança o teu raio mais frio
Sobre o meu corpo inocente...
Sente o teu como é vazio...

III
A Sombra decapitada
Caiu fria sobre o mar...
Quem foi a voz que chamou?
Quem foi a voz que chamou?

_ Foi o cadáver do anjo
Que morto não se enterrou.

Nas vagas boiavam virgens
Desfiguradas de horror...
O homem pálido gritava:
Quem foi a voz que chamou?

Foi a eterna alma penada
Daquele que não amou.

No abismo escuro das fragas
Descia o disco brilhante
Sumindo por entre as águas...
Oh lua em busca do amante!

E o sopro da ventania
Vinha e desaparecia.

Negro cárcere da morte
Branco cárcere da dor
Luz e sombra da alvorada...
A voz amada chamou!

E um grande túmulo veio
Se desvendando no mar
Boiava ao sabor das ondas
Que o não queriam tragar.

Tinha uma laje e uma lápide
Com o nome de uma mulher
Mas de quem era esse nome
Nunca o pudesse dizer.


SONETO DE CARNAVAL

Distante o meu amor, se me afigura
O amor como um patético tormento
Pensar nele é morrer de desventura
Não pensar é matar meu pensamento.

Seu mais doce desejo de amargura
Todo instante perdido é um sofrimento
Cada beijo lembrado uma tortura
Um ciúme do próprio ciumento.

E vivemos partindo, ela de mim
E eu dela, enquanto breves vão-se os anos
Para a grande partida que há no fim

De toda a vida e todo o amor humanos:
Mas tranquila ela sabe, e eu sei tranquilo
Que se um fica o outro parte a redimi-lo.


BALADA DAS MENINAS DE BICICLETA

Meninas de bicicleta
Que fagueiras pedalais
Quero ser vosso poeta!
Ó transitórias estátuas
Esfuziantes de azul
Louras com peles mulatas
Princesas da zona sul:
As vossas jovens figuras
Retesadas nos selins
Me prendem, com serem puras
Em redondilhas afins.
Que lindas são vossas quilhas
Quando as praias abordais!
E as nervosas panturrilhas
Na rotação dos pedais:
Que douradas maravilhas!
Bicicletai, meninadas
Aos ventos do Arpoador
Solta a flâmula agitada
Das cabeleiras em flor
Uma correndo à gandaia
Outra com jeito de séria
Mostrando as pernas sem saia
Feitas da mesma matéria.
Permanecei! Vós que sois
O que o mundo não tem mais
Juventude de maiôs
Sobre máquinas da paz
Enxames de namoradas
Ao sol de Copacabana
Centauresas transpiradas
Que o leque do mar abana!
A vós o canto que inflama
Os meus trint’anos, meninas
Velozes massas em chama
Explodindo em vitaminas.
Bem haja a vossa saúde
À humanidade inquieta
Vós cuja ardente virtude
Preservais muito amiúde
Com um selim de bicicleta
Vós que levais tantas raças
Nos corpos firmes e crus:
Meninas, soltai as alças
Bicicletai seios nus!
No vosso rastro persiste
O mesmo eterno poeta
Um poeta – essa coisa triste
Escravizada à beleza
Que em vosso rastro persiste
Levando a sua tristeza
No quadro da bicicleta.

Os poemas acima forma retirados de VINICIUS – Antologia Poética, 13° edição, 1976, Rio de Janeiro / RJ, livraria José Olympio Editora SA. Faz parte do modernismo brasileiro, onde destaca-se, em sua obra: A mulher, o amor, o cotidiano; o regionalismo, o misticismo; e a reflexão política. Foi formado em Letras e Direito. Carioca nato, amava o Rio em toda a dimensão do Rio de Janeiro e na amplitude da palavra amor. Fez canções com Tom Jobim, Chico Buarque, e tinha entre seus amigos, o arquiteto Oscar Niemeyer e Lila Bôscoli. A famosa canção Rosa de Hiroshima, eternizada pelo grupo Secos e Molhados, é dele, do livro, Poesia Completa e Prosa.
O modernismo brasileiro, eu considero, foi fortemente influenciado por Oswald de Andrade (poeta) e Tarsila do Amaral (artista plástica). Sobre Oswald de Andrade, o mais incrível foi a valorização do cotidiano (e da modernidade) em seus versos, como bem ilustra: Há poesia / Na dor / Na flor / No beija-flor / No elevador (extraído do Livro Literatura Brasileira, versão do Professor, Faraco & Moura, Editora Ática, São Paulo, SP, 2000, p. 262 – livro de venda proibida, que me foi doado por Antônio Carlos Martins, o Toninho da taba).
Senhores, isto é Livros do Edson.
Listen too, Johnny Dangerous – Dear Father in Heaven (Mr. Marvin House of Dream Mix), to feel more intuitions about Taba, and Poems.

 Imagem do Ibaporu, de Tarsila do Amaral.














·      O Impressionante Livro de Starhawk. Spiral Dance

MITO DA CRIAÇÃO

Solitária, majestosa, plena de si mesma, A Deusa, Ela, cujo nome não pode ser pronunciado, flutuava no abismo da escuridão, antes do início de todas as coisas. E quando ELA mirou o espelho curvo do espaço negro, Ela viu com a sua luz o seu reflexo radiante e apaixonou-se por ele. Ela induziu-o a se expandir devido ao seu poder e fez amor consigo mesma e chamou Ela de “Miria, a Magnífica”.
Seu êxtase irrompeu na única canção de tudo que é, foi ou será, e com a canção surgiu o movimento, ondas que jorravam para fora e se transformaram em todas as esferas e círculos dos mundos. A Deusa encheu-se de amor, que crescia, e deu à luz uma chuva de espíritos luminosos que ocupavam os mundos e tornaram-se todos os seres.
Mas, naquele movimento, Miria foi levada embora, e enquanto Ela saía da Deusa, tornava-se mais masculina. Primeiro, Ela se tornou o Deus Azul, o bondoso e risonho Deus do Amor. Então se transformou no Deus Verde, coberto de vinhas, enraizado na terra, o espírito de todas as coisas que crescem. Por fim, tornou-se o Deus da Força, o Caçador, cujo rosto é o sol vermelho, mas, no entanto, escuro como a morte. (...)
Dizem ser esta a lembrança do xamã paleontólogo, o mais primitivo e verdadeiro Mago que jamais houve. Chamam isto de Insight fundamental da natureza das coisas. Eu não posso deixar de dizer algumas palavras sobre este Livro.
Eu sabia que o jogo que mais aprecio Mago (e Changeling), tinha algo de verdadeiro, mas não entendia o quê. Eu sabia que os RPGs Storyteller eram baseados em crenças reais, mas não sabia que eram realmente tão reais assim. Por outro lado, o livro Demônio: A queda, também deve ser verdadeiro e infelizmente, o que muitos religiosos de hoje afirmam ser anjos ou mesmo, o próprio deus, na verdade, é algum ser tão antigo, quanto poderoso, porém não da Luz.
Esta postagem deste blog não tem nada de RPG, mas alguns leitores que sabem sobre a magia de Starhawk e a ligação com o Livro de Mago: A Ascensão poderiam ficar um pouco confusos. Por isto esta nota, sim, tem semelhanças, mas uma coisa é um jogo de RPG, outra totalmente diferente é um Coven Verdadeiro. Um coven é um grupo de pessoas que se reúne rotineiramente para praticarem suas magias, mas é muito mais que isto também.
Como eu tive acesso a este livro que eu só conhecia de excertos do livro de Mago? Spiral Dance iria ser doado a Biblioteca Municipal, talvez na própria Biblioteca fosse para a doação, e algum dono de sebo talvez o fosse tomar, para ser vendido, se um dia o fosse. Mas não foi assim.
Eu dei aula de Leitura e Interpretação de Textos, coisa que sei um pouco, verdade seja mencionada, círculos se abrem e fecham, movimentos de pentagramas são certeiros precisos; bem, foi assim: Trabalho Voluntário – livros iriam ser doados, entre elas, A dança Cósmica, é claro que eu sabia que livro era, eu peguei para mim, com o consentimento do coordenador, claro, e eis aqui. E olha, é a  versão revisada e só está faltando a página do catálogo sistemático.
Assim, Livros do Edson recomenda fortemente STARHAWK, A Dança Cósmica das Feiticeiras, Guia de Rituais à Grande Deusa, Editora Record, Nova Era, 1989, Rio de Janeiro / RJ. Espero ser isto, como disse a página correta dos dados fora retirada; de qualquer modo, vejamos mais três momentos deste grande livro, não só para feiticeiras e magos, bruxas e bruxos, mas de leitura obrigatória para as pessoas religiosas, os meditadores, tarólogos, pessoas inspiradas e adeptos das religiões verdadeiras, em geral.

A ORGANIZAÇÃO DO CÍRCULO
 O quarto está iluminado somente por velas tremeluzentes em cada um dos pontos cardeais. Os membros do Coven estão em pé, formando um círculo, as mãos unidas. Com sua athame [nota do autor blog, faca ritual, também chamada de faca branca, por não poder se derramar sangue com ela], a faca consagrada desembainhada, a sacerdotisa [ou o Alpha, o “líder” do grupo] dirige-se ao altar e saúda o céu e a terra. Ela se vira e caminha até o canto leste, acompanhada de dois membros, um conduzindo o cálice de água salgada, o outro o incenso fumegante. Eles estão de frente para o leste. A sacerdotisa eleva a faca e branda:
Salve, guardiões das Torres de Observação do Oriente,
Poderes do Ar!
Invocamos você e chamamos você,
Águia dourada do amanhecer,
Caçadoras de estrelas,
Turbilhão,
Sol Nascente,
Vinde!
Pelo ar que é o seu sopro,
Envie a sua Luz,
Faça-se presente agora! (...)

Exercício 20: Purificação com água Salgada
Encha uma taça com água. Use um cálice ritual, caso o tenha. Com sua athame, adicione três porções de sal e mexa em sentido horário.
Sente-se com a taça em seu colo. Deixe que seus temores, preocupações, dúvidas, ódios e decepções venham à sua mente. Veja-os como uma correnteza lamacenta que flui para fora de você enquanto você respira e é dissolvida pelo salda taça. Conceda-se tempo para se sentir profundamente purificado(a).
Agora, eleve a taça. Respire profundamente e sinta-se sorvendo o poder da terra (nota do autor do blog: sinta a rotação da Terra, que mesmo parado, você está se movimentando, porque a Terra se move, duplamente, ou mais...). Deixe o poder fluir para a água salgada, até que você seja capaz de visualizá-lo brilhando como luz.
Tome um gole d’água. Enquanto você a sente em sua língua, saiba que recebeu o poder da purificação, da cura. Medo e infelicidade transformam-se no poder da mudança.
Esvazie o restante da água em um córrego. Note que as pias também podem ser consideradas como fontes de águas correntes, desde que desaguem em córregos. Mas isto ainda é indício de épocas de decadência.

Exercício 37: Círculo Protetor
Visualize um círculo ou uma bolha de luz branca ao redor de si mesmo, com a energia correndo em sentido horário. Diga para si mesmo (mentalize ou imagine, nota do autor do blog) que esta é uma barreira impenetrável a qual nenhuma força prejudicial poderá atravessar. Se tiver tempo, faça a visualização do círculo ou rapidamente invoque cada um dos quatro elementos alternadamente (ou invoque seres de luz, superiores afins com seu atmã, nota do autor do blog, recomendado aos sincretistas religiosos).



·      Enciclopédia de Psicologia Contemporânea.

A psicologia não é uma ciência de loucos, de pessoas que querem dissecar as mentes humanas, muito menos uma profissão de doutores diplomados, mas sem coração e que só receitam remédios fortíssimos aos seus pacientes. A psicologia é a ciência da alma humana, e segundo dizem, todos deveriam fazer terapia ou mesmo ter um psicólogo de confiança, ao qual visitássemos regularmente – infelizmente, por muitos motivos, isto ainda não é possível.
       Por isto mesmo, recomendamos fortemente que se você pode e deseja, consulte um psicólogo, nem que seja quando você perceber que alguma disfunção aconteceu em sua vida e /ou quando alguma “força” ou acontecimento estiverem te impelindo, impreterivelmente, a algum caminho (atitude) perigoso. De todo modo, todos deveríamos ir ao psicólogo, principalmente pessoas agitadas demais, calmas demais, muito compassivas ou muito irritadas / terríveis. Recomendamos também a leitura do livro Enciclopédia de Psicologia Contemporânea, 5° Volume, Dicionário Ilustrado de Psicologia, Lannoy Dorin, Editora Iracema Ltda., 1984, São Paulo / SP, aos quais vários verbetes foram mencionados neste post.
Vejamos mais alguns termos interessantes (“baseados no processo dadaísta..., que, no fim das contas, é a própria aleatoriedade, ou a Força do Invisível, como creem alguns”) [outros termos foram vistos acima]; e preste atenção em apenas só mais um detalhe: aquilo que muitos acham ser positivo ou uma grande qualidade pode ser uma terrível doença ou um grave vício, e, se não tratado, tende só a ficar cada vez pior (atenção gestores da Saúde Pública para esta preocupante questão):
·        Gônadas: Glândulas reprodutoras, ovários e testículos.
·        Gradiente: regular mudança correlata à mudança numa dimensão, como a distância. Mudança graduada numa concentração ou distribuição.
·        Grafo Mania: desejo irresistível de escrever. Aos poucos a pessoa vai passando a uma escrita de palavras sem sentido, à graforreia.
·        Graforreia: Tendência patológica para escrever bilhetes, cartas, memórias, crônicas, etc., sem sentido ou valor literário, e que aparece em estados delirantes.
·        Grupo Controle: Um grupo de referência num experimento. O grupo que não está sujeito ao tratamento experimental, contrariamente ao grupo experimental.
·        Grupo Experimental: Num experimento, o grupo no qual alguma manipulação especial é aplicada.
·        Ideia Fixa: ideia, ou curso de pensamento, que aparece com frequência e tende a dirigir a atividade mental do indivíduo.
·        Obsessiva Compulsiva, Reação: reação neurológica que toma uma destas três formas: 1- pensamentos não desejados que apareçam com persistência e dominam a pessoa (obsessão); 2 – irresistível necessidade de repetir atos estereotipados e ritualísticos (compulsões); 3 – reações que tem as características de 1 e 2.
·        Ocultismo: Teoria para a qual o conhecimento do mundo deve ser feito através de meios mágicos e misteriosos, o que demanda um longo aprendizado em ciências ocultas.
·        Ódio: reação emocional ou sentimental caracterizada pela ira, inimizade, aversão e, sobretudo pelo desejo de prejudicar outrem.
·        Ontologia: ramo da metafísica que estuda a natureza íntima do ser.
·        Raciocínio: forma de pensar através da qual se procura resolver os problemas.
·        Racionalismo: Posição filosófica para a qual o conhecimento procede da razão e não da experiência. Oposto ao empirismo.
·        Recompensa: o objetivo que reduzindo estímulos de impulso reforça uma resposta. Estímulo motivador positivo que acompanha o sucesso de uma reação complexa.
·        Recondicionamento: o restabelecimento de uma resposta, que tinha sido diminuída pelo esquecimento ou extinção, através do reforço.
·        Reflexo condicionado: resposta adquirida pelo emparelhamento do estímulo ambiental com o incondicional. Uma resposta condicionada é a que aparece ou é modificada como uma consequência da ocorrência de um estímulo condicional (condicionado) na proximidade do reforço (estímulo incondicional no condicionamento de primeira ordem). O termo é devido a Pavlov. Bechterev usava reflexo de associação e Beritov, reflexo individual. A primeira observação do reflexo condicionado foi feita  por Tolochinov, em 1901, no laboratório de Pavlov.

Vídeo You TubeColdplay – The Scientist.



Mote Final: Realmente é muito triste para as pessoas mais simples e as mentes menos elaboradas aceitarem a diversidade da natureza; uma vez que estão crentes cegamente naquilo repassado pelos outros (por vezes, apenas para sustentarem suas crises de grandeza e suas terríveis sedes de egoísmo e consumismo); assim, ao terem acesso a VERDADE, a negam, a difamam e a combatem, porque é muito difícil para eles aceitar que tudo o que pensavam ser a realidade suprema do universo, na verdade era uma quimera, sem cabeça nem rabo.

Muito Obrigado por ter lido este blog, por comentar, compartilhar, e por me ajudar a sempre criar coisas cada vez mais interessantes e necessárias a nossa realidade pós 2010. Até mais. Dedicado a todos os meus amigos de verdade.
Padrão Elevado – Em um povo atrasado. Dilemas na certa!
Até fevereiro Galera, com muita criatividade.



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