Translate

Pesquisar este blog

domingo, 18 de dezembro de 2016

Sinceridade de Dezembro


Sinceridades de Dezembro

Olá, tudo bem? Eu quero que você seja bem vindo a este blog, você que chega aqui pela primeira vez; e como é bom em te ver vocês aqui novamente, pra vocês que já conhecem este endereço. Fiquem à vontade, como sempre. 
Pra não dizerem que sou muito impessoal neste blog, olha aí uma foto minha recente (de hoje!), perto da porta da sala, que estamos fazendo a troca da porta, porque a antiga estava gasta nas dobradiças... Olha só... P.S.: Apenas não reparem na qualidade da imagem, uma vez que eu uso uma versão demo do ManyCam e a resolução é um pouco baixa, e mesmo forçando um tamanho maior de imagem (mais pixel) mesmo assim, a qualidade não fica boa; assim as imagens servem apenas para ilustrar este post, OK...


IMAGEM 1Edson, o autor, ao acordar pela manhã; às dez horas de domingo.
FONTE: O autor (2016).

E, depois disto visto, agora é hora de começarmos nossa postagem de hoje, com texto sobre a época do fim de ano e depois, mais fotos e indicações de CDs de áudio. Vamos lá? E vamos ser sinceros? !!!

Pra ser sincero não espero de você mais do que educação; um beijo sem paixão, crime sem castigo, aperto de mãos; apenas bons amigos. [...] Nós dois temos os mesmos defeitos, sabemos tudo ao nosso respeito; somos suspeitos de um crime perfeito; mas crimes perfeitos não deixam suspeitos. [...] Pra ser sincero não espero que você me perdoe, por ter perdido a calma; por ter vendido a alma ao diabo. Um dia destes, destes encontros casuais, talvez a gente se encontre, talvez a gente encontre explicação. [...] Pra ser sincero; prazer e vê-la; até mais. Até mais(ENGENHEIROS DO HAWAI, Pra Ser Sincero – GESSINGER; LICKS, S/d, faixa 06).


Existe um quê de não sei oque em dezembro: o mês de dezembro tem um quê muito especial. Um quê de querer; e talvez um outro quê de quonfiança [confiança].  E eu escrevo tal como se faz um Samba.
Sem muitos mais mistérios, além dos necessários para fixar a sua atenção, prezado leitor, pois bem, vamos lá? Então. O que temos pra agora? Esta postagem diz daquele quê de sinceridade, que ocorre quando as festas e os efeitos do clima leve de dezembro influem na vida de cada um de nós – que se deixam levar por tais sentimentos –, contagiando assim com leveza e descontração todo o ambiente em que estamos. Vocês já tiveram esta sensação? Ela mistura compaixão, amizades, laços familiares, laços profissionais e outros: num emaranhado sentimental de perspectivas [que vão] de bon vivant, à melancolias, de gratidão e outras. Resumindo: em dezembro, nós, pessoas, ficamos diferentes: mais sentimentais, mais excessivos, mais dóceis, mais com compaixão ou mais desenfreados.
“O meu pensamento tem a cor de seu vestido. Ou um girassol que tem a cor de seu cabelo” (CLUBE DA ESQUINA, 1971, Um Girassol da Cor do seu Cabelo; BORGES; BORGES, 1972; 2012, faixa 8) – resume um belo tanto do que quero dizer com a alegria e a leveza que se tem em dezembro, isto mesmo quando se extrapola um pouco; e alguns excessos, mesmo excessos de sinceridades são acometidos, e acabam por acontecer, sim, e isto é normal e bem-vindo em dezembro, desde que saiba-se que a vida prossegue-se no dia ou no mês seguinte. Então, festejar, com cautela: é uma boa medida. Ou não? A vida segue meus queridos, isto é fato.
Mas o que mesmo que é que deixa dezembro tão especial? Não sei se são os horários especiais do comércio – às compras –, ou a quantidade maior de dinheiro em circulação – o décimo terceiro salário – e com isto mais bebidas e festas; ou então, as viagens, as férias, e o contato mais próximo com amigos e familiares... Ou, o que será? 
Não sei se são as compras. Ou o espírito do natal. E refletindo um pouco, dá pra chegar à conclusão de como estes dois – as compras e o espírito do natal – insistem em tentar se complementarem; ao que a esmagadora maioria das pessoas pensa e sente sobre isto que: se se tem uma mesa farta, uma moradia digna, e dispõem de saúde os membros familiares, então o espírito do natal deve estar presente naquele lar; e se nada disto anteriormente dito estiver sendo atualmente vivido, então não se está com o espírito do natal; mas é claro que não se trata disto, jamais; é antes uma questão de como cada um [de nós] se sente no natal e o que precisa ter nesta data para que se possa ser ou se sentir feliz; ou ainda, para se estar em paz consigo mesmo e com os demais; e isto tudo, estes vários pontos-vírgulas dizem de como a pessoa pensa e sente o mundo em que vive [ou como abraça o aspecto lógos / pathos da questão], e se tem estabilidade física (monetária e etc.), igualmente, pensa que está em bênção espiritual, ou seja: as compras e o espírito do natal em uma mesma situação. 
Porém, ao que tudo indica – metafisicamente – estas coisas são antagônicas entre si; e por isto mesmo comemoram-se na mesma época, não por similaridade, mas por antagonismo; por uma disputa, para ver quem se supera a quem, ou seja: se as pessoas intentam ter mais o espírito do natal ou mais as compras – e etc. – em suas vidas. Ou seja, se comemora a época do espírito do natal – que simboliza Jesus em compreensão sincera muito mais do que em adoração desmedida – na mesma ocasião da festa ao deus maior dos pagãos, não apenas por conveniência de calendários, mas para de fato haver um embate entre uma energia e outra nesta oportunidade. Ou seja, elas se entrelaçam por suas características antagônicas. 
Ou então por suas antalogias (antalogias é igual à: junção da palavra antagonia mais a palavra lógicaantagonia quer dizer sobre o que é de qualidade antagônica ou daquilo que é antagônico).
Muitos filósofos afirmam que a dicotomia entre o bem e mal não é nada mais do que uma invenção ou um meandro das sociedades ou mesmo da Igreja para inverter os valores da vida, como adaptabilidade, evolução, superação e etc. Nietzsche diz sobre isto, assim [citação selecionada - a seguir]: ...

De súbito, porém, sobressaltou-se o ouvido de Zaratustra, porque a caverna, até ali animada pela bulha e o riso, ficou de repente num silêncio sepulcral. Às narinas de Zaratustra chegou um odor agradável de fumo e incenso, como se tivesse posto pinhas ao lume. “Que sucederá? Que estão a fazer”, perguntou a si mesmo, aproximando-se da entrada para ver os convidados sem ser visto. Mas, ó maravilha das maravilhas! Que viram então os seus olhos? “Tornaram-se todos religiosos! Rezam! Estão doidos!”, disse numa admiração sem limites. E, efetivamente, todos aqueles homens superiores – os dois reis, o papa, o sinistro feiticeiro, o mendigo voluntário, o viandante e sua sombra, o velho adivinho, o consciencioso e o homem mais feio – estavam prostrados de joelhos, como velhas beatas; estavam de joelhos a adorar o jumento! E o mais feio dos homens começava a soprar, como se dele quisesse sair qualquer coisa inexprimível; mas quando afinal se pôs a falar, salmodiava uma piedosa e singular ladainha em louvor do adorado e incensado burro. Eis qual era a ladainha: “Amém! E honra e estima e gratidão e louvores e forças sejam com o nosso Deus, de eternidade em eternidade”. E o burro zurrava: I-A. “Ele leva nossas cargas; é pacífico e nunca diz não. E não o ama o seu Deus; castiga-o”. E o burro zurrava: I-A. [...] “Vê como tudo tu não repeles ninguém, nem os mendigos, nem os reis. Deixas vir a ti as criancinhas, e se os velhacos te querem tentar dizes simplesmente: I-A”. E o burro zurrava: I-A. “Gostas das burras e dos figos frescos, e não és exigente com a comida. Um caldo te satisfaz as entranhas quando tens fome. Nisso reside à sabedoria de um Deus”. E o burro zurrava: I-A.(NIETZSCHE, 2010, p. 256, 257)

Ou seja, era necessária que houvesse uma – ou mais – Igreja ou Igrejas porque os Homens, mesmo os mais elevados dos Homens, necessitavam de um bezerro a ser adorado, ou como Nietzsche expôs, um burro a ser louvado e adorado. 
Mas isto não é inteiramente ruim; e vamos nos ater a apenas um exemplo, no caso, o da sexualidade; por exemplo, se a Igreja tivesse pregado que o ser humano pudesse fazer sexo à vontade, provavelmente, a raça humana agora estaria com maiores adoecimentos ainda, em virtude de doenças sexualmente transmissíveis e demais mazelas do sexo, como obsessões ou cargas de estresses em demasia, em virtude deste exagero que poderia ter - e sem dúvida teria - sido acometido pelas culturas humanas, se, por exemplo, a Igreja tivesse adotado uma postura mais flexível e liberal em relação ao sexo e à sexualidade. Eu tive esta ideia hoje: o ser humano é adaptável, mas tem um organismo sensível e suscetível a doenças e muitas dessas doenças são causadas pelos exageros de todas as espécies. Assim, contendo o homem, ou 'pregando o tedioso caminho do meio', como Nietzsche dizia, assim, mesmo vivendo limitado [ou limitando-se voluntariamente] e com parcimônia, se está de certa forma, preservando a si mesmo.
Assim o quê que há em Dezembro – com maiúsculo em referência ao deus antigo que originou este nome - é o quê da vontade, seja a vontade do ter e do possuir física ou do ter e possuir espiritualmente, porém, o espiritual apenas nos é dado se o mais alto assim o quiser; enquanto as posses físicas ainda dependem de como nos relacionamos e vivemos por estas Terras aqui, e etc.
Por isto, eu não posso desejar outra coisa senão que você tenha mais, neste natal e neste fim de ano, é paz, saúde e compreensão entre os teus (amigos ou familiares), e claro, que você tenha sucesso e possa se manter; e que também você possa ter anseios em conquistar coisas boas junto com Deus e seus Méritos [e Mistérios - como sempre], mais do que junto com as pessoas e suas vaidades, e isto sinceramente e de verdade, sem querer mostrar - a priori - para os outros sobre isto.
É deste modo que eu desejo a você, neste natal, muitas realizações e conquistas.
E para quem acredita em espiritualidade, desejo que as conquistas maiores ainda possam ser as que o Mais Alto reserva para nós, e que as possamos obter desde esta vida, até a nossa existência futura.


IMAGEM 2Edson, o autor, tomando café - hoje em dia. Ao fundo, porta da sala em substituição
FONTE: O autor (2016).



Presentes de Natal:

Nesta parte vamos dizer de alguns CDs que comprei agora em dezembro, mas não que sejam necessariamente CDs exatamente novos, ou seja, de 2015, 2016 ou pré-lançamentos. São CDs que gosto e que agora integram minha Discoteca ou meu Case de CDs de DJ. Vamos lá?
Vamos começar com o David Guetta e o CD Listen Again (2015). Listen Again tem faixas de 2014 e 2015. Com muitas parcerias e participações especiais de David Guetta, com artistas do quilate de Emeli Sandé (in What I Did For Love, 2014), Nicki Minaj; Bebe Rexha & Afrojack (in Hey Mana – 2014) e Sia (in The Whisperer e Bang My Head, ambas de 2014); e também participações de Sia & Fetty Wap (in Bang myHead – 2015) e Skylar Grey (in Shot me Down – 2015). E abaixo, uma foto do CD duplo, isto é, que conta ainda com um CD 2 inteiramente mixado, inclusive fazendo uma espécie “de pot-pourri de Remix de faixas” de David Guetta, do CD Listen – CD 1.


IMAGEM 3: David Guetta, CD Listen Again (2015).
FONTE: O autor (2016).

A seguir, com a continuação de nossas sugestões de Presente de Natal, o negócio fica mais hard, linear e bem pegado: eis que surge o techno de Luke Slater. Eu não saberia precisar dizer como o pessoal da União Europa e dos Estados Unidos, por exemplo, consideram a Techno Music de Slater; mas pra quem é daqui de Matão, ou da maior parte do interior de São Paulo e em uma grande parte do Brasil, o Techno mesmo, o pure Techno é muito underground, sem dúvida alguma. 
O CD Fabric32 – Luke Slater, eu considero um achado eu ter conseguido compra-lo em pleno ano de 2016, ou seja, 10 anos após ele ter sido lançado, eu consegui o achar novo, na loja, que vou até dizer o nome da loja, a recomendadíssima e maravilhosa, Saraiva Livraria (e Mega Store); e quem diria que eu teria CDs originais da Fabric (boate underground em Londres, UK), pois bem, agora eu os tenho, alguns. 
Mas vamos lá? Luke Slater, Fabric32. A track 1 é um som de projeto de Luke Slater chamado L.D. DUB Corp; depois, o CD segue com destaque para as faixas 4 (chamada Hazui, em Remix de Gui Boratto – som de Guy J & Sahar Z); faixa 6 (Brain Freeze – de Tres Demented); Faixa 7 (Doin’it – de Putsch 79); track 9 (Organ Bender; em Mix de Alone At The Altar of Twisted Souls – do próprio Luke Slater); faixa 12 (Bump; em Remix de Switch – de Spank Rock, com participação especial de Amanda Blank); e faixa 13, chamada She Showed Me Heaven, de Luke Slater. O CD é inteiramente mixado, e contém 22 faixas totalmente Techno underground. É muito bom, porém, é bem fechado no estilo Techno, hard tech house; mas para mim é indispensável em uma discoteca Techno dos dias de hoje.
Já o Alright on Top é um disco autoral de Slater (as faixas 4 – I Can complete You – e 10 – Doctor Of Divinity – do disco são de autoria exclusiva de Slater) com autoria de Barrow, e participação de Finlow (na maravilhosa faixa 6 Take Us Apart, que é um Techno house fabuloso), isto na parte das músicas, das melodias. 
SE o Disco de Mixagem do Slater, recomendado nesta postagem, é eclético em estilos de beats e em texturas de pistas; o Álbum aqui recomendado de Slater é igualmente diversificado, porém eletrônico, que passeia pelo rock (big beat), pelas melodias (house ou tech-house) e pelos breaks (ou Trip-Hop ou Trip-Tech-House). A faixa 7 – Searching for a Dream – é um Trip, Big Beat, melódico e mais um bocado de estilo perfeito, isto, em um álbum de canções limpas, lineares, porém com evoluções de strings e Harmonias Eletrônicas. Destaques ainda para a Faixa 1 – Nothing At All - , com uma excelente levada Rock Big Beat e a faixa 3 – Star & Heroes. E ainda o CD tem uma levada psicodélica e envolvente; com vocais empolgantes e conceituais; sim com vocais, sim. Resumindo: Interessante ainda mencionar que todas as faixas têm letras, que são transcritas no encarte do CD, uma exceção a isto é a faixa 10 que é sem letras (quase inteiramente instrumental, mas que tem uma narração – narrativa – como vocais).






IMAGEM 4: CDs de Luke Slater: Fabric32 (2006) & Alright on Top (2002), respectivamente..
FONTE: O autor (2016).


O som alternativo sempre me envolveu. Pois bem, e segue.

E aqui, mais dois CDs Essenciais, maravilhosos que são: 

  • Essential Selection de Pete Tong (2003) e 
  •   
  • Cut Master Swift com o The Breaks II (1999). 

Estes dois CDs são muito importantes, sejam juntos ou separados, aparentemente eles não tem ligação alguma, mas de fato, eles complementam e indicam a História da Club Music, do House, do passinho, do Hip-Hop e de muitos outros estilos, incluindo a arte de DJ mix, claro. Vale a pena ouvir este CD, sempre.
Amostra (de cerca de 1 minuto de duração) do CD de Pete Tong (2003) pode ser ouvida no link embutido a seguir:




Vale a pena ouvir e ler o CD; o próprio CD – no encarte – de Pete Tong traz uma análise do DJ / Escritor Pete sobre a Cena Club no começo do século XXI. Pete Tong bem observa que o fator econômico era o mais importante na cena club até os anos de 1999-2002, em virtude do domínio das mídias de gravadoras no mercado fonográfico, quase que exclusivamente, por exemplo; porém, o lado do Club em si, ou de como as pessoas gostavam e gostam de curtir sua dança, sua música, ou mesmo a sua bebida ou sua droga influenciam também na cena, mais do que as gravadoras e os sons que elas produziam. Ou seja, Pete Tong (2003) já falava do som postado na web, sem gravadora, mas que agrada e que cai em cheio no gosto popular ou mesmo nas pistas mais undergrounds ou de fino house. O som Make It Happen (Ewan Pearson Mix) de Playgroup, faixa 3 do CD de Pete Tong resumi muito bem este movimento mencionado. O som / track 4 do CD eu já até postei em rede social e tudo, [porque] é fabuloso, introduzindo o break que denominou muito nas pistas dos anos 2000; o som é Sleeza, nome muito bem apropriado, de Kiki& Silver Surfer; quem não conhece, deve conhecer já sim, muito bom. E o Cd segue só com grandes nomes da cena Club dos anos 2000, com Sam La More, M Factor e Chopstick & Spoiled. E também, Flash Atkins; MoonCat e Ferank; e o incrível som chamado Hum feito por Meat Katie Meets Lee Coombs.
O Cd Breaks II – se chamaem inteiroCutmaster Swift presentes The Breaks II – Original by Boy Street Funk & Block Party ClasssicsÉ o CD classic total das festas dos anos 80 e 90 no Brasil, anos 60 e 70, nos Estados Unidos, Europa e mundo moderno, originalmente - uma vez que sempre houve um delay de algumas culturas até chegar ao mainstream no Brasil, se bem que aqui se trata de culturas undergrounds que em tese podem demorar mais ainda para chegarem, se é que chegam. Mas tudo isto é ainda muito especulativo. Sobre as eras e as canções que tocam ou não em suas respectivas épocas, ainda mais em outros países. É claro que algumas canções mudam, sim, sem dúvida alguma, de estas décadas todas e de um país a outra, mas acontece que no CD Breaks II tem canções do começo do som Funk de Rua – o que hoje se entende como o Gran Funk dos anos 70, o som Funk de Pista Original. Sim, é muito relíquia este Cd. Todo ele é dez, mais vou indicar três músicas que gosto muito. A primeira é Hercules de Aaron Neville; depois Chove Chuva / Mas que Nada, em performance por Samba Soul; e o maravilhoso som hip hop, street dance retro original, enfim, é tão raridade que nem sei como definir, pois é; o som de Gil Scott-Heron, com a maravilhosa letra de The Revolution Will Not Be Televised.
Estes Cds dizem de como as pessoas encaravam o som dance, o som hip hop, o som eletrônico, enfim, a musica de club, de rua ou de fazer o corpo se mover: move sound, man. Enfim, até os anos 2002, o que se tinha era tudo bem definido em estilos como Funk, Hip Hop, Techno, Trance, HouseDrum and Bass, Big Beat, Dub, Rap, Samba e etc. Mas depois do século XXI a música se misturou muito, o que o diga o Trap e o Drum Step. E então começou a se falar nos subgêneros mais que os gêneros: o som se tornou progressivo, eletrônico, drum  ou EBM – ElectronicBass Music – , Minimal e outros.
Estes dois CDS indicados agora falam do comecinho do som de baile funk, de club e de guetos, o CD Breaks II. O outro CD já faz a ponte, a transição entre o som que estava fixado pelas gravadoras nos anos 2000 e o novo som do século XXI que batia a porta das cabines dos disks jóqueis ao redor do mundo. E, os mais, senhores, são as histórias que fazemos hoje.
Abaixo a foto da parte traseira dos CDS citados.


IMAGEM 5: CDS: Essencial Seletion by Pate Tong (2003) & Cut Master Swift presents the breaks II (1999).
FONTE: O autor (2016).

E a seguir, os mesmos CDS – Essential Selections e Breaks II – em foto frontal.


IMAGEM 6: Lado Frontal dos CDs:  Essencial Seletion by Pate Tong (2003) & Cut Master Swift presents the breaks II (1999)
FONTE: O autor (2016).


Bem é isto, tem muitos outros sons que estou ouvindo, como o impressionante DJ Linus e o seu K.B.s Grooves em versão de Kris Wadworth A Love Letter To Dance Music Remix.
E a abaixo, um close meu para quem quiser me observar mais de perto, enfim. É isto.
Muito obrigado por acessar este blog e por visitar este site. Até mais. Tudo de bom pra você e seus queridos amigos e os familiares. Até mais.



IMAGEM 7Edson, o autor; em close e sem filtros.
FONTE: O autor (2016).



Referências

BORGES, Lô; BORGES, Márcio. Um Girassol da Cor do Seu Cabelo. ISRC BR-EMI-71-00101; EMI Music Brasil; EMI SongsIn Clube da Esquina – 1972. Coleção Milton Nascimento, Vol. 2. Abril Coleções. São Paulo: Abril, 2012.

GESSINGER, Humberto; LICKS, Augusto. Pra ser Sincero. (64033490) Warner / ChappellIn ACERVO ESPECIAL: Engenheiros do Hawaii. Produzido no Polo Industrial [Zona Franca] de Manaus, por Novo Disc; Rio de Janeiro: [licenciado por] Sony Music Entertainment Brasil, S/d. CD áudio wave, 14 faixas.

NIETZSCHE, Friedrich. Assim Falou Zaratustra. Texto Integral. Tradução de Alex Marins. Nova Edição, 4.ª Reimpressão. São Paulo: Martin Claret, 2010.



2 comentários:

  1. Gratidão Amado Irmão Edson (The Other) por seu texto e suas recomendações!!!
    Sou seu fã!!!
    Um beijo no seu lindo coração...namaste

    ResponderExcluir
  2. Obrigado, a você que sabe meu codinome de "The Other". Sim. Gratidão, sempre.
    Namaste. E tudo de bom. Muito obrigado. Até mais.

    ResponderExcluir

obrigado por comentar, seu comentário será publicado sem passar por moderação.