blog de Escritor: Edson Fernando



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Aproveitando as imensas facilidades do mundo on line e, também, aproveitando o imenso conteúdo que tenho de material escrito, resolvi transcrever uns livros on line.
É um projeto longo, acho que vai levar um tempo, mas as semente foram lançadas. E ora, os frutos, os frutos serão os mais variados possíveis, como agregar novos leitores e aumentar a minha visibilidade,além de proporcionar um pouco de diversão e cultura gratuitamente a todos vocês.Espero que gostem!

Boa Leitura, Leitores Amigos.

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terça-feira, 27 de novembro de 2012

As Prosas Matemáticas

              

 

                  POesIAS BEm VinDas


               Como vão? Tudo bem?

           Esse post será bem específico, uma vez que ontem foi publicado aqui no Blog o Poema a "Cidades Dos...", esse (um) poema  que foi um verdadeiro boom, um restart que fez o blog ser bem visto e hoje,  iriamos  publicar, lá na sessão dos poemas, os poemas que dão continuidade a ideias d"'A Cidades Dos...", na verdade se trata de uma trilogia de poemas, e como não estamos conseguindo ver os poemas na página/livro  Prosa Matemática, resolvemos transcrever aqui, em uma nova postagem, os dois poemas que estavam faltando, pois assim deu certo;

 

     Mas se você não leu o poema A cidade Dos ainda, favor, cheque o seguinte link


A CIDADE DOS...


antes de prosseguir com a leitura, dos textos a seguir, pois os textos a seguir são a continuação do que é apresentado nesse poema. Futuramente os poemas aqui apresentados estarão lá na sessão deles, mas por enquanto esse foi o modo que achamos para, aqueles que quiserem, continuarem desde já, a leitura.

      Muitos mesmos gostaram desse poema e achamos justos que todos saibam que ele continua e aqui está:


 

 

"...QUE CONSEGUEM  I


eu creio que deverias tentar outra coisa.

Acho que deu-se bem,

que tal um pouco de reflexão?


Não é útil e necessário saber de 

si mesmo? Não é o que melhor e mais profundo

podemos saber a respeito de tudo

que é possível saber? Não é?

 

:

 

"está é minha vida

são os meus desejos

eu conquisto até tal ponto

depois dele não me controlo 

e me ultrapasso

enquanto estico os meus vinte braços

tentando ir além do que podia.

Estou no limite, no fio, na linha;

Se bambo: caio

Se escorrego: arrisco

Se solto: perco

Se continuo: como?

 

Precisamos achar o eixo de tudo

e pulveriza-lo para que nunca mais

venhamos a precisar de meios."

 

Só a finalidade é válida,

insisto. 

Não importa o que causa

importa o causado

o feito que ficou.

 

E Olhe lá, 

pois vale o efeito e não o feito.

Olhe a linha. 

 

 

 

"...QUE CONSEGUEM   II"

 

as suas inspirações são suas,

não são?

Só são, se forem suas!

 

A grandiosidade sua vem

do verdadeirismo

de entender porque tal coisa

é de um jeito e não de outro.

 

I I

eu me pus pra fora

e repus-me para dentro.

Na entrada e saída

saída e entrada de mim mesmo

compreendo o eterno movimento

das situações, das coisas, dos fatos, dos atos:

cata motos, vem a chuva,

molha-me todo sem chance de não

e tropeço na raiz de uma árvore.

Um dia terei pleno domínio de meus

passos.

 

Tudo começa na cosnciência

ou no acaso

na consciência do acaso.

No acaso inconsciente

No fado infadado

 

Abolimos o ponto

e cultivamos o vago:

nada mudou,

permanecemos mudando. 

Os erros são fases,

e fases passam.

Agora se erros e fases

em tua vida não passam,

você está  passando a viver,

você está se enganando! 

 

"eis que vou a um bar

já na minha embriaguez

que fez-me cantar em videoquê,

vertiginar na chácara,

percorrer o escuro intenso

que era rompido por fechos

de luz cegante e desconfortante,

embriaguez que fez-me chapar

desde a tarde,sol até as oito,

copo na mão às quatro;

eis que já madrugada

transcorrido muito 

vou-me a um outro bar

e hesito no beco que o dá acesso

a grande rua de barro e mato

rasteiro - sedutor dos erros,

hesitando, eis que surge o amor

em sua forma mais instintiva.

 

I I I

Já fomos adentrando no caminho

do amor, do prazer, do toque em tudo.

Deixamo-nos envolver, nos lamber,

nos provar, nos doar

nos conhecermos intimamente, 

beijos tão desenvoltos,

soltos, explosivos, que nos vinham

simples e eroticamente 

até o amor indaga:

_ Alguém não pode ver a gente aqui?  

 

Poderiam.

saímos. 

Procuramos cafofos em construção

onde nos despíamos e não nos víamos:

um escuro muito impenetrante

nos rodeava e consumia.

Porém, nos sentíamos, profundamente,

nos deleitávamos em nós mesmos.

Prazeres de lábio tocando pele e pelo.

Sonhávamos e não nos víamos,

só a boa sensação do fruir; a reação,

das carícias/toques em nós."

 

"E tal amor nunca mais vi

e tal amor já passou.

E ao mesmo tempo, fica."

 

IV

Não é  porque não me entendem

que eu não tenho razão.

Eu tenho razão ou não razão

é pelas minhas capacidades;

tua opinião precisa ser analisada

 

:

 

"Quando chove na cidade

as pessoas ficam em suas casas

mofando,

Eu prefiro mofar na rua

essa úmida, barrenta, poçarosa

e desabitada rua da cidade;

na cidade há os que conseguem e no campo?

No campo ninguém anda ,

e lagos criam-se nos caminhos,

e a chuva traz a vida,

e a plantação está a salva,

nascem os cogumelos

e a secura sufocante

custará a chegar,

mas chegará

e outra vez esperaremos a chuva...

e as ruas limpar-se-ião 

por isso pagamos impostos :

na periferia, as famílias e suas mangueiras 

que molham o asfalto abundantemente 

enquanto torna a baixar o nível dos reservatórios;

no centro, os funcionários terceirizados

varrem os paralelepípedos ancestrais, 

e em periferias mais periféricas,

onde não há o asfalto ou a luz,

os moradores vão trabalhar

com uma sacola a mais - a dos sapatos limpos.

E na cidade também chamarão

pela chuva farta

quando meteorologistas assim acharem

o mais "técnico"

 - é só olhar para a tua pele

e ver quando falta ou não

mais chuva."       


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