blog de Escritor: Edson Fernando



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Aproveitando as imensas facilidades do mundo on line e, também, aproveitando o imenso conteúdo que tenho de material escrito, resolvi transcrever uns livros on line.
É um projeto longo, acho que vai levar um tempo, mas as semente foram lançadas. E ora, os frutos, os frutos serão os mais variados possíveis, como agregar novos leitores e aumentar a minha visibilidade,além de proporcionar um pouco de diversão e cultura gratuitamente a todos vocês.Espero que gostem!

Boa Leitura, Leitores Amigos.

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terça-feira, 1 de agosto de 2017

Estão subindo Arquivos cada vez mais Bizarros na Web na Intenção de Ver se o Divino Resolve-Se por fazer Igual Sodoma e Gomorra Outra Vez

Desconfiamos que os outros estão pretendendo subir arquivos cada vez mais bizarros e grotescos na Internet para ver se o Divino faz suceder à Terra outro acometimento como o que houve em Sodoma e Gomorra.


Preciso solicitar ao leitor que [...] não se esqueça de que a duplicidade que há na discrepância entre o dialético e o mítico é um dos indícios, um dos vestígios que oxalá conduzirão à diferenciação daqueles dois lados que pela força do tempo e da intimidade se tornaram aparentemente indissociáveis (KIERKEGAARD, 2015, p. 83).


Introdução

Que tal termos uma pergunta, uma proposta inicial. O que mais chama a nossa atenção: as coisas da terra; ou as coisas que estão além da terra e do espaço?
Kierkegaard (2015) afirma que é muito comum que caiba ao mítico a arte da especulação ou o abordar de assuntos que venham a extravasar com o mero e corriqueiro campo do material ou do humano.
Ou seja, de um lado se tem a amplitude do que é material e humano. E em outro ponto, em uns outros níveis, existe então a possibilidade de se investigar ou de se divagar sobre o mítico, que é o que se diz nas lendas, ou sobre as divindades, dos mitos e etc.
Então, existe sempre dois lados: o concreto e o simbólico. E de certa forma, mesmo no conjunto da realidade concreta (concreto) das coisas, sempre também se terá outros embates, como a questão de que se algo serve a nós (isto é: a si mesmo ou ao eu) ou se serve aos outros (isto é: a você, ou ao tu, eles e etc.). Ou seja, ‘se é material e se isto é pra mim ou se é para o outro?’: estas questões sempre vão haver por estas terras...
De certa forma, há muitas pessoas hoje em dia que aguardam pelo fim do mundo ou dos tempos (ou o momento em que o espiritual estará afetando totalmente o mundo físico). Ou então aguardam por alguma coisa que venha a acontecer de bizarro e trágico às cidades, como o que ao menos tenha acontecido em Sodoma e Gomorra: onde todos os moradores e viandantes de passagem por aquela cidade, isto com exceção de Ló – que foi literalmente avohai de Ben-Ami (Amom) e Moabe (pai dos moabitas) – e exceção também de duas filhas de Ló, onde todos os moradores de Sodoma e Gomorra foram destruídos com uma chuva de fogo e enxofre; e mesmo quem em caminho, se se atrevesse a olhar para trás e ver o que estava acontecendo em Sodoma e Gomorra se tornava, instantemente, uma estátua de sal (GÊNESIS, Cap. 19). Lembraram o que houve em Sodoma e Gomorra?
O capítulo XIX da Gênese, segundo a versão da Bíblia Sagrada, diz que Ló de Zoar se salvou de Sodoma e Gomorra com sua família, mas sua mulher olhou para trás e se tornou uma estátua de sal, e apenas Ló e duas filhas dele conseguiram saírem vivos e sem serem violentados pelos homens bárbaros e com perversões sexuais de Sodoma e Gomorra.
Porém, como será visto mais a frente neste post, a questão de Sodoma e Gomorra está ligada mais a cultura daqueles povos primitivos e a associação que eles faziam destas práticas com o mítico, ou com Deus e com a aprovação Dele ou não, do que com qualquer outra coisa. Enfim, é uma questão de inconsciente coletivo sim, de um desencarne de consciência; mesmo que de fato seja real o que houve a Sodoma e Gomorra, o que houve lá não foi uma punição à homossexualidade, mas sim uma severa repreensão à barbárie, à bestialidade e as prática do estupro. E se de fato houve aquilo, foi para contribuir para a melhoria das relações sociais, e não meramente para punir os gays mais primitivos, como sugerem algumas outras teorias.
Neste ponto, se percebe talvez não apenas a ligação entre o mítico servindo para regular e afetar as questões sociais, mas também isto se relaciona com aquilo que entendemos de nós e dos outros, e que também se relaciona com a postura que assumimos quando impomos que os outros devam fazer exatamente aquilo que fazemos; sendo que isto não é verdade porque na natureza, cada indivíduo tem uma função e um conjunto de caraterísticas peculiares, isto ainda dentro da sociedade coletiva em que o indivíduo está inserido.
Ou seja, é justamente a diversidade e a ampla capacidade dos indivíduos coletivamente, formando uma sociedade ampla e diversa, que trazem inovação e criatividade aos povos, e não um cultura uniforme apenas como sendo a cultuada, sendo semeada como que por aviões em terra fértil do intelecto o povo da nação, dando-lhes um rumo único e sem opções. O que torna rico culturalmente um povo não é o quanto de sua [cultura] tradicional que prevalece sobre os modismo, mas é como os modismo são afetados por uma dada cultura de um povo ou de uma região.
Percebe-se, assim, o desenvolvimento e a capacidade de intelectualidade e de criação que cada indivíduo tem, através de como a sociedade ao qual ele está inserido se relaciona com ele, de acordo com suas capacidades intelectuais e cognitivas que ele tem mais do que com as posturas ou trejeitos que este sujeito tenha; ou seja, observando assim o desenvolvimento social através de como trata os indivíduos na razão das virtude e não de seus hábitos ou de suas culturas exóticas que tenha.
Sendo que se foi por muito tempo que era cabido ao indivíduo que detivesse que se adaptar a sociedade para ser bem sucedido e ser aceito nos meios sociais, hoje, de fato, são os meios sociais e o fenômeno dos seguidores em redes sociais que causam um sucesso, ao menos virtual, das pessoas. E isto indica aceitação, e sintonia de ideias ou comportamentos (ou carisma, bom conteúdo de ser visto e etc.). O que deve ser notado aqui é que a sociedade ainda continua impondo os seus padrões, porém as pessoas já estão se identificando com outras culturas e outras concepções (outras pessoas, sem dúvida!) e abandonando os velhos exemplos, os velhos paradigmas que sempre deveriam ser seguidos à risca. E é sobre isto, no fim das contas, que fala esta postagem.


Deduções

A continuidade das troças feitas nos jornais, a maneira com que o olhavam na rua, exasperavam-no e mais forte se enraizava nele a ideia. À medida que engolia uma troça, uma pilhéria, vinha-lhe a meditar sobre a sua lembrança, pesar-lhe todos os aspectos, examiná-la nitidamente, compará-la a coisas semelhantes, recordar os autores e as autoridades; e, à proporção que fazia isso, a sua própria convicção mostrava a inanidade da crítica, a ligeireza das pilhéria, e a ideia o tomava, o assaltava, o absorvia cada vez mais. [...] Amam-se ou antes suportam-se melhor aqueles que se fazem célebres nas informações, na redação, na assiduidade ao trabalho, mesmo os doutores, os bacharéis, do que os que têm nomeada e fama. Em geral, a incompreensão da obra ou do mérito do colega é total e nenhum deles se pode capacitar que aquele tipo, aquele amanuense, como eles, faça qualquer coisa que interesse os estranhos e dê que falar a uma cidade inteira (LIMA BARRETO, S/d, p.50).


Os padrões sociais tradicionais, como o casamento heterossexual com filhos; as casas próprias; os carros próprios; os empregos fixos e muito bem estabelecidos, enfim, alguns conceitos do “feliz” socialmente estão caindo por terra. E as pessoas estão buscando a felicidade no empreendedorismo, no alternativismo (corrente do alternativo), no free-love (o amor livre, liberal), nas experiências homossexuais, na transgenereidade ou na transsexualidade, e estão descobrindo um novo mundo de possibilidades com isto; enfim, as pessoas estão buscando outras coisas para serem felizes e se realizarem, e este é um dos traços da contemporaneidade: a construção do indivíduo integral, único e exclusivo (ideal utópico, em muitos os sentidos, evidentemente).
Claro que não há nada de errado em ser heterossexual e ter filhos; porém, as pessoas estão entendo que a vida do outro, pode ser do jeito que o outro o desejar e assim o deixar feliz. Entenda, querido leitor, nem tudo o que se diz é para se aplicar exclusivamente a si ou aos outros. Às vezes, algo é dito para si mesmo ou é o ‘eu dizendo a mim mesmo’. Lembre-se sempre das sábias palavras de Jesus Cristo: ser exigente com suas próprias ações, atitudes e pensamentos e ser complacente ou ser bem compreensivo com as situações alheias, dos outros. O problema é que muitos confundem os discursos e acabam por entender que o que era destinado ao outro foi transfigurado a si e vice-e-versa. De certa forma, Jesus foi posto ao Calvário e às suas próprias consequências na razão de que, de fato, alguns religiosos e pessoas importantes da época Dele perceberam que o padrão comportamental, ético e humano proposto por Jesus era muito evoluído, e muito além do que a maioria das pessoas da época praticava; e que por isto jamais eles conseguiriam atingir aquele nível de arete espiritual, e assim, resolveu-se por tirar Jesus do Mundo, mas acontece que Jesus veio a vencer o Mundo, enfim... Mas o que aquele povo poderoso daquela época não sabia era que Jesus não dizia dos outros, mas sim de nós mesmos, de quem aceita o que o mestre diz e de nós, que pretendemos melhorar a nós mesmos.
O Major Quaresma (Lima Barreto, S/d) é um brasileiro típico, ultranacionalista e que vive um estado de quase sonho utópico ininterrupto de almejar e tentar realizar projetos de como fazer um país mais forte, com as culturas e as características locais brasileiras, mas claro, como sempre a politicagem e os demais interesses dos poderosos brasileiros não permitem que isto seja deste modo apontado por Policarpo Quaresma.
A alegoria de Sodoma e Gomorra remete à bestialidade e a essência das mais violentas e torpes condições que há no ser humano. Muitas pessoas, equivocamente, associam Sodoma e Gomorra à homossexualidade, a pederastia (que palavra mais infeliz esta, não?) e ao sexo liberal; porém Sodoma e Gomorra nada tem disto, ou disto tem muito pouco. Pense bem: se Sodoma e Gomorra falasse apenas de sexo gay desmedido e sem controle algum, porque é que no final da história desta cidade, já na cidade de Zoar, Ló viria a ser avohai de Ben-Ami e Moabe? Sendo que isto sucedeu após ele incestar-se com suas filhas sobreviventes de Sodoma e Gomorra? Não faz sentido, exceto se encararmos este conto bíblico com um fator sexual e cultural daquela região, naquela época, em que o incesto era visto como algo muito mais “normal e natural” do que a homossexualidade, mesmo a homossexualidade imposta, porque em algumas culturas mais primitivas, como a de animais como gato e veados, existe a observação de práticas homossexuais para demonstrar que um gato é mais forte que outro gato macho, por exemplo; é uma relação complicada e apenas entendi isto tendo muitos gatos machos em casa, como o tenho agora. Enfim, mas isto é bestial, é animalesco e vai contra todas as práticas de dignidade e superação humana de hoje em dia, enfim, mais uma vez, quaisquer destas práticas, seja a homossexualidade imposta, por dominação, à força, ou seja o incesto à força ou consentida-mente, é lago impensável hoje em dia, é isto remente a eras mais primitivas e arcaicas da humanidade, sendo que a contemporaneidade, dá um novo enfoque a individualidade do ser adulto, sem associá-lo a dominações ou práticas de submissão a outras pessoas, principalmente desconhecidos e familiares.
O que havia em Sodoma e Gomorra era abuso, uma imposição sexual pela força, onde todos que chegassem na cidade, principalmente os homens, tinham que ser violentados sexualmente e de outras formas pelos moradores homens de Sodoma e Gomorra, sejam este moradores jovem ou novos. Ou seja, não era homossexualidade era um estupro violentíssimo a qualquer forasteiro – e as suas famílias – que chegasse em Sodoma e Gomorra.
Mas as pessoas tendem a associar o mítico com a razão, ou como diz Protágoras, com a dissertação (Kierkegaard, 2015).

Protágoras, por exemplo, ao preparar-se para demonstrar que a virtude pode ser ensinada, diz: “está bem Sócrates, eu não guardarei isto só para mim; mas devo demonstrá-lo assim como os velhos, quando falam aos mais jovens, revestindo a prova com as formas de um mito, ou devo expô-la numa dissertação?” (HEISE, 320, p. 130). E observa, ao terminar: “assim Sócrates, demonstrei, de ambas as formas, como um mito e com razões, que a virtude pode ser ensinada (HEISE, 320, p. 145) (PROTÁGORAS, S/d apud HEISE, 320 apud KIERKEGAARD, 2015, p. 83-84).

Para a maioria das pessoas não basta saber que há as coisas desta terra e as coisas mitológicas, é também necessário saber quem sobressai a quem; e é por isto que contos como os de Sodoma e Gomorra impressionam tanto os mais fervorosos ou mais fanáticos ideológica ou religiosamente, mas, de fato, Sodoma e Gomorra vale mesmo para dizer da cegueira causada pela obsessão e pelo ímpeto do desejo carnal e brutal.


Conclusões

Deste modo fica claro que o fenômeno das barbáries e dos bizarrices na internet e na vida real, que são apoiadas, vistas e compartilhadas por milhões de pessoas apenas representam as facetas mais primitivas, insaciáveis, bestiais e de certa forma, infantilizadas da condição humana.

Deve-se saber reconhecer que de certa forma o outro tem a liberdade de fazer o que bem entender de sua vida, mesmo que isto seja algo totalmente irracional ou insano; o problema é quando isto extrapola os limites da legalidade e se torna algo criminoso ou subversivo, e sem controle algum. Ou quando isto afeta outras pessoas.

De qualquer forma, este mesmo fenômeno dos seguidores de redes sociais e das pessoas que compartilham conteúdo impróprio ou ácido na internet está causando outro fenômeno na web, o das pessoas que são da contracorrente, que tem um estilo de vida diferenciado, e vem com uma outra proposta de um mundo mais amoroso, mais diverso, mais consciente e etc.

O que precisa ser entendido é que não adianta nada esperar que venha outro acontecimento como o que houve em Sodoma e Gomorra para realinhar a ordem do mundo, o que temos que fazer é nos cercar do que gostamos e das pessoas que gostam da gente, e claro saber o que se passa lá fora, mas sem isto ser mais importante que o nosso bem estar. E lembrando que o nosso bem estar hoje pode estar em correntes cult, em música eletrônica, em leituras e RPGs, em outras formas de sentir e viver; e claro, pode também estar no conforto material, na saúde e na paz. Mas que nunca nos esqueçamos que aquilo que não serve para uns, pode ser o que faz a alegria de outros.

Concluindo que atualmente são as pessoas que buscam por originalidade e diversidade e não apenas a sociedade, ou o conceito do divino, que impõe os seu velhos e manjados padrões e os seus comportamentos bem aceitos; sendo que se por muitas eras foi o contrário, ou seja: não se percebia a capacidade e o desenvolvimento de cada civilização e sociedade de acordo como o tratamento que estas sociedades dispensava e dava a cada um dos seus cidadãos intelectualizados, artísticas-políticos e etc.  Atualmente, é prezado muito pela capacidade de compreensão, de assimilação e de análise crítica que as pessoas tem e fazem do mundo, e não apenas que as pessoas estejam aptas a se sensibilizarem ou se deixarem virtualizar por alguma tendência de vídeo ou propostas de entretenimento da tevê ou da internet.

Ou seja, isto quer dizer da valorização que a sociedade dava aos pesadores, aos críticos que realizam seus trabalhos com artes e manifestações culturais e a outras categorias de profissionais e pessoas que apontam novos rumos e inovações salutares e inquietantes para a sociedade. E quer dizer que se antigamente eram os artistas que se enquadravam ao status quo que eram os movimentos intelectuais aceitos popularmente (salvo raras exceções, como Goethe, por exemplo) hoje em dia, cada um – cada indivíduo, cada nicho de mercado – está buscando aquilo que lhe agrada e lhe toca, mas que ainda há muito interesse em que apenas alguns tipos de culturas e artes se sobressaiam a outras. E é por isto que postagens como estas se tornam importantes, porque veem a delimitar o que se esperar de cada criador de conteúdo ou de cada nicho artístico ou cultural de uma região, ou de um site.



Referências

KIERKEGAARD, SorenO conceito de ironia. Tradução de Álvaro Luis Montenegro Valls. São Paulo (SP): Folha de São Paulo, 2015.

LIMA BARRETO, Afonso Henriques de. Triste Fim de Policarpo Quaresma. São Paulo (SP): Editora Escala, S/d.


segunda-feira, 24 de julho de 2017

As Personas da Existência


AS FACETAS DA EXISTÊNCIA



RESUMO: O que é ser humano? O que vem a ser a humanidade? O ser humano é integral ou fragmentado? Com estas três perguntas básicas se tem muito dos questionamentos que desenvolvem-se com este presente texto. De estrutura dissertativa, este post traz muito do que se vê hoje em dia: as separações, as divisões e as segregações que existem no mundo físico. Trata-se de uma argumentação crítica sobre a falta de unidade que existe na humanidade; e que o texto ainda trata das facetas, ou personas apresentadas pela(s) personalidade(s) ou no indivíduo; sendo que persona podem ser entendidas como máscaras sociais, sendo ainda que estas posturas (ou costumes) “sociais” objetivam por valorizar certos padrões de comportamentos em um dado ambiente enquanto que desvalorizam àqueles outros que fogem a tais modelos / ideal. Com este presente texto espera-se contribuir para a união e para a compreensão mútua entre as empresas, as famílias e as nações.



É fácil imaginar os homens inteiriços, reduzi-los a fórmulas simples que se condenam com uma palavra, negligenciando o resto, que as demente; o mais difícil seria sair de si para entrar nos outros e julgá-los segundo o ponto de vista deles, sem preconceitos, acompanhar em seus desvios e suas incoerências uma natureza incerta feita mais pelo acaso do que pela vontade, desenredar, quando falha a lógica, os sofismas semiconscientes sob os quais a paixão dissimula o egoísmo de seus conselhos (LAGNEAU, S/d apud GRATELOUP, 2015, p. 146).


PREÂMBULO

Quando se pensa na humanidade inteira, como uma só nação hipotética e uma só família, sendo que isto é igualmente alegórico, a impressão que se tem é que, de fato, não se pode haver uma família tão grande assim, de bilhões de pessoas, ainda porque não é possível ter bons rebentos assim, isto é, não se pode ter boas gerações futuras se não houver a miscigenação do sangue dos progenitores; e isto ainda quer dizer que quanto mais se gerar a vida entre famílias diferentes, mas a vida se conservará mais intensa; e de todo modo, não se pode haver uma só família de uns seis bilhões e algumas centenas de milhões de indivíduos humanos, enfim... Mas há.
Mas de fato é isto que somos, e apenas contando com todas as pessoas no presente momento, é de concretamente podemos dizer e fazer considerações da humanidade toda.
Mas o fato é que há muita falta de amor no mundo, há muitas pessoas que preferem dizer abertamente (seja na internet, na maioria das vezes, ou mesmo fora do ambiente online) que não gostam de outra pessoa ou de outros tipos de pessoas, geralmente diferentes. E assim se vive com a impressão de viver em um mundo cada vez de clubes e círculos de amizades mais fechados, sempre com a impressão de que não é possível confiar em quase mais ninguém diferente do que a gente é, e olha lá ainda...
O fato é que a humanidade é diferenciada e fragmentada, culturalmente diferenciada, ao mesmo tempo em que apresenta muitas características físicas semelhantes e etc. E como as pessoas, as culturas e os comportamentos são diferentes, evidentemente vão ser diferentes as famílias, as empresas, as sociedades e as nações.
Mas será que toda a diferença e toda a separação são in-solucionáveis e não é possível um ponto de equilíbrio entre a diferentes culturas e os diferentes povos?
Acredita-se que por esta conveniência é que se criou a possibilidade de se ter as personas, ou os costumes relativos a cada lugar e momento. Mas como será que se reage quando se tem em um mesmo espaço um lar e uma empresa, ou como se lida com a carga de estresse que enfrentam os médicos e advogados?  
Para responder estas e outras perguntas, tem-se este presente texto, que agora apresenta o conceito de humanidade integral, unida em questões semelhantes, porém que ao mesmo tempo esfacela-se e sofre, por viver sempre fragmentada e não-plena de suas possibilidades.


INTRODUÇÃO

Existe algo de fragmentado na humanidade. Não se trata unicamente de uma fragmentação simbólica, tal como uma separação do homem do Céu para que sua morada fosse feita na Terra; nem da fragmentação teórica, igual a dizer que as diferenças culturais e ideológicas separam a humanidade; o homem é mesmo fragmentado onde algo dele está [ou é] ausente ou deve ser encontrado, ou ainda esta fragmentação toda serve de solo mesmo para a evolução e para a vivência humana. Todavia, há fases civilizatórias (épocas da humanidade) em que há sinais claros da fragmentação em toda a humanidade e não apenas apresentando-se como uma das facetas da existência humana.
Por fragmentação entende daquilo que não está completo, ou que foi separado, fragmentado de alguma forma; por exemplo, a farinha de mandioca é a raiz-mandioca fragmentada, ou melhor, ralada ou preparada. A própria terra, quando fragmenta-se libera partículas de areia que causam ciscos e poeira. O ser humano não é todo fragmentado fisicamente em si, apesar que sim, existem pessoas que vivem com certas debilidade, ou que apresentam necessidades especiais, que de certo modo as tornam fragmentadas. Mas, de uma forma ou de outra, todo ser humano tem alguma fragmentação, seja física, mental, social, financeira, afetiva, cultural e etc.
Talvez, como defendem algumas concepções, como os religiosos das Testemunhas de Jeová, a resposta a esta fragmentação toda seja a reconciliação, isto é, quando vier o retorno (ou surgir) da serenidade à Terra, ou o Reino dos Céus na Terra; e todas as raças – ou cores de pele, porque toda a raça é humana, enfim – quando as raças humanas começarem a viver em compreensão, em paz e em harmonia com a natureza, e, inclusive, conviverão com as feras da antiga Terra em que vivemos hoje. Quem não se lembra da clássica foto das revistas das Testemunhas de Jeová em que se tinham figuras de asiáticos, americanos, africanos, indianos e etc. todos juntos, numa bela paisagem, e com as crianças brincando perto de leões e outros animais? Isto é uma forma de romper a fragmentação humana, com o ponto de vista contido nesta imagem; onde com a concepção da reconciliação, ou reunificação da essência humano, divina e carnal, então se gozaria do pleno equilíbrio na vida da Terra.
São concepções, e quem sabe? É uma teoria. Mas de todo modo, esta alegoria divina das Testemunhas de Jeová vem justamente a atestar que existe uma fragmentação humana, a ponto de algumas religiões até mesmo dizerem que a vinda do Cristo estaria ligada à esta reunificação em busca do equilíbrio na vida da Terra.
Este post não se dedica a esta visão das Testemunhas de Jeová (apesar de considerar e respeitar este ponto de vista), de fato eu tenho várias revistas desta religião, como a Revista Sentinela e a Despertai! E poderia me delongar sobre isto; mas o fato é que apenas quero ilustrar como a fragmentação humana é contrabalanceada com conceitos propostos por religiões, como a religião das Testemunhas de Jeová; e que este material de imagens alegóricas sobre o paraíso e a reconciliação humana se encontra, ainda, nas revistas citadas desta religião e, inclusive, em revistas da Watch Tower.
Entre as quais tem especificamente uma Revista da Watch Tower Bible (2001) que tem uma das clássicas figuras do Paraíso na concepção das Testemunhas de Jeová: com uma imagem de uma comuna rural muito bem organizada, divinamente organizada; com área de mata e de lavoura, e com bichos e seres humanos convivendo pacificamente; contando uma cena com girafas, rinocerontes, leões e aves encontrando-se em plena harmonia com os seres humanos / espirituais, enfim, onde se observa que há uma clima de paz e satisfação.
Senhores de diversas inclinações e religiões, senhoras ateias ou crentes, enquanto o Paraíso do Céu não nos alcança, vamos e venhamos, conhecendo e divulgando as fragmentações humanas, que podem ser mais bem amenizadas, conquanto mais forem entendidas e fazerem-se em todos os seus esforços para serem muito bem realinhadas (que também pode indicar condições humanas tornadas mais vastas ou suficientemente saciadas).


1. A Postura no Ambiente Empresarial


Toda empresa tem uma missão em relação à sociedade e a missão das empresas corresponde os seus objetivos permanentes, que consistem em otimizar a satisfação das necessidades humanas (CATELLI, 1994 apud PADOVEZE, 2017, p. 43).


As fragmentações da humanidade, no nível socioambiental e de interação com seus pares, com seus semelhantes, se faz por criar os conceitos de personas ou de facetas da personalidade.
Tem uma frase célebre de Xavier Forneret (S/d) apud BrucatoWieck (1997, p. 17) que diz exatamente assim “durante o carnaval, os homens colocam máscaras sobre [as] suas máscaras”.
Por falar em Phil Brucato, em alguns lugares aqui deste blog, Livros do Edson, em lugares como as páginas da Urna Cúbica de Platina, ao contrário da grafia correta de BRUCATO, está constando como BUCRATO, e eu quero dizer que não se tratam de dois autores, é o autor de Mago: A Ascensão ao qual se refere, em ambas as grafias mas evidentemente uma das grafias se apresenta de jeito errado. OK? E Brucato é o jeito certo.
Mas voltando ao tema desta postagem, Forneret (S/d) apud BrucatoWieck (1997) dizem que na festividade carnavalesca, os homens usam alegorias sobre as suas máscaras já habituais. Ou seja, todos nós assumimos um comportamento, uma postura ou um jeito, de acordo com aquilo que uma situação pede, e no carnaval esta impressão fica mais forte ainda. Mas não apenas ao longo do carnaval os homens usam máscaras ou assumem comportamentos convenientemente aceitos, nas empresas isto também acontece.
As empresas existem para satisfazer as necessidades humanas, e transformar os recursos naturais em produtos, ou as empresas se prestam a realizar serviços ou ainda tem as empresas que são dedicadas a comercializar produtos ou serviços.
Academicamente, tem-se a concepção de Padoveze (2017) que diz que “a empresa tem uma missão, que é satisfazer as necessidades da sociedade. Ela explica sua missão por meio dos produtos ou serviços oferecidos aos clientes” (PADOVEZE, 2017, p. 25).
Neste sentido, ao se vestir a camisa de uma empresa que tenha uma linha de produtos sérios e competitivos, espera-se que o funcionário seja eficiente e padronizado com este seu trabalho; enquanto que quem trabalha em empresas mais dinâmicas e com uma visão mais contemporânea dos negócios, neste outro ambiente, uma pessoa com uma postura diferenciada e que tenha ainda ideias inusitadas (mas que funcionem bem) poderá se sair bem melhor do que um funcionário que não saiba inovar ou agir por vontade própria, por exemplo.
Todas as empresas precisam de administração, de gestão, de suporte gerencial de qualidade, e etc. mas tem empresas que são mais inovadoras do que outras. Veja-se que há empresas que focam sua missão em resultados fixos e que não gostam de inovações ou imprevistos, enquanto tem empresas que, por exemplo, vendem uma imagem de sustentabilidade e eficiência em gestão, e neste caso, uma postura mais proativa e comprometida com altas práticas de gerência são muito mais bem enquadrados neste exemplo de empresa sustentável do que pessoas mais padronizadas ou “uniformizadas”.
A fragmentação humana não permite uma única postura profissional em todos os ambientes de trabalho. E eu vivi isto na pele, foi em 2010 e 2011. Eu era supervisor do Censo 2010, do Brasil. Aqui na minha cidade, mesmo, eu exercia este emprego e o outro que direi logo mais. Como supervisor eu era didático, eu organizei a pré-coleta de meus setores de modo a deixar exemplar a rota dos setores; eu ainda repassava treinamento e acompanhava parte do trabalho dos recenseadores em campo, para garantir a qualidade final da pesquisa realizada e eu ainda ouvia as ordens de meu superiores hierárquicos e etc. Eu trabalhava em casa, atendia telefonema dos recenseadores e passava orientações mesmo depois do expediente, ou seja, um supervisor com S maiúsculo, suponho que era eu.
Em 2011 eu continue como funcionário público, mais sai da esfera federal, e de supervisão, e fui ser funcionário público municipal, agente de combate a endemias, isto é, agente da dengue (Controle da Aedes, como gosto de dizer até hoje...). Ou seja, eu sai de um cargo de supervisão, para um cargo operacional. Mas eu mantive minha postura de elevado posto de trabalho, como servidor público. Porém, isto foi entendido como soberba e de certo modo, acabei posto ao ostracismo involuntário por meus colegas de trabalho (por alguns poucos de meus colegas de trabalho), e se ajunte a isto a alta necessidade de álcool que eu tinha naquela época, conclusão, fiquei apenas menos de dois meses neste emprego de agente da dengue. Pedi pra sair.
Mas eu não era soberbo, o fato é que de fato, espera-se ou esperava-se uma outra postura de uma agente, que não seja exatamente a de um supervisor. Infelizmente, são limitações da fragmentação humana.
Mas enfim, eu parei de beber cerca de seis meses depois disto, quando comecei meu curso Superior de Bacharel em Ciências Contábeis, na Estácio / UNISeb / COC, porque em agosto de 2011 quando comecei meu curso superior parei de beber, por conta própria, só contando com a ajuda de minhas rezas e da convicção de que eu tinha, que entendo hoje que basicamente consistia em realinhar minha existência, de alguma forma, naquele sentido.
Mas é isto: estas carências, estas ânsias, estas faltas, estas fragmentações humanas estão em todos os lugares socioculturais e apenas algumas valiosas facetas ou personas profissionais podem garantir com satisfação um bom ambiente de trabalho ou sociocultural; lembrando ainda que em cada nível (operacional, técnico, supervisão, estratégico) e em cada tipo de empresa (pública, privada, ou pequena, média e grande e etc.), e ainda de acordo com a missão e com aquilo que a empresa faz como sua atividade é que se dá por estes fatores as personas ou posturas comportamentais que as pessoas devem assumir ao entrarem nestas próprias entidades empresariais ou públicas.


2. A Postura no Ambiente Familiar


Pergunta-se por que todos os homens juntos não compõem uma única nação e não quiseram falar uma única língua, viver sob as mesmas leis, combinar entre eles os mesmos costumes e um mesmo culto; e eu, pensando na contrariedade dos espíritos, dos gosto e dos sentimentos, surpreendo-me ao ver até sete ou oito pessoas reunir-se sob um mesmo teto, em um mesmo recinto e compor uma única família (LA BRUYÈRE, S/d apud GRATELOUP, 2015, p. 146).


Esta frase de La Bruyère que abre este capítulo é incrível. Realmente, pensar que em famílias grandes, oito, dez ou quatorze pessoas vivem sob a mesma laje é intrigante, ainda mais para mim que sou introspectivo, em alguns momentos, que sou filho único e que não sou muito de me socializar pura e simplesmente pela socialização, o que é uma pena, porque gente é coisa boa, gente é coisa bonita, gente é interessante e gente é a gente mesmo.
Eu cometi um erro grave sobre o comportamento familiar, e devo o confessar agora. É o seguinte, não deve ser de desconhecimento de nenhum de meus leitores mais assíduos, que eu proponho uma cultura pessoal [própria, rsrs, olha o pleonasmo – pra dar leveza ao texto, sorriso!], enfim, severa, mesmo, ou seja, é um jeito austero, mas isto é pela área mais séria e acadêmica deste blog – que é a controladoria, que estudo e que gostaria muito de atuar nesta área. Enfim, pra ser controller tem que saber de um monte de assuntos sérios, que envolvem leis, procedimentos, métodos, nível de instrução dos funcionários da empresa e uma outra série de outras coisas.
Só que na empolgação de estudar e exercer algumas funções de semi-controller, digamos assim, em algumas entidades aqui de Matão, eu acabei por transfigurar este comportamento de controller, ou “semi-controller” no meu dia-a-dia em casa; e não falo isto de controlar a água ou a luz, que este tipo de controle sim é interessante de se ter. Mas falo do controle comportamental, de exigir altos padrões, altas posturas, sabe? E de talvez implicar mesmo com mamãe quando ela quer fazer um simples puxadinho no fundo do quintal, porém apenas ao ouvir isto já é a quantia suficiente de eu ficar bravo e questionar, dizendo que isto não pode, que tem que contratar um arquiteto, em engenheiro, que tem que dar entrada na prefeitura antes, para fazer a modificação na planta da área construída e etc. Enfim, desnecessário isto, não é mesmo?
Pode até “estar certo’, mas e daí? O mundo irá se acabar se der ouvido, ao menos, ao que a outra pessoa diz e tentar se fazer esta bendita reforma ao improviso, talvez mesmo que meio sem recorrer a todos os trâmites legais antes? Claro que pode e deve haver bom censo e evitar indispor-se por algo tão simples; conquanto que seja dada a devida atenção a estes pequenos assuntos e que sejam resolvidos rápidos e da melhor forma possível, para que desgastes e brigas no ambientes familiares não comecem a acontecer em outras situações semelhantes a esta exposta, ou com frequência, recorrentemente.
O fato é que mesmo no meu caso, o que eu havia me esquecido é que deve ser observado que existe uma postura que deve ser adotada no ambiente de trabalho e outra no ambiente de casa. Por exemplo, mesmo se eu fosse controller de uma empresa, eu já seria controller ao longo dos dias e então não deveria haver a necessidade de eu ser controller também em casa. E outra coisa, mesmo quem tenha um comportamento controller em casa, pode exercer isto de uma forma doce e amorosa, sem contar com todos os estresses que acometem os ambientes de grandes empresas altamente competitivas.
Até mesmo um advogado que trabalhe em sua própria residência, ele não precisa ser advogado o tempo todo; pois ora, como é que ele vai ouvir músicas, assistir DVDs ou BlueRays, ver jogos de futebol ou se descontrair se ele apenas enxergar com os olhos de advogado o tempo todo? Impossível, não é mesmo? Porque afinal, situações assim apenas vem por trazer mais estresse, confusão e irritabilidade, isto é: ser crítico e eficiente o tempo todo, inclusive em casa, pode causar estricção, além de ser uma ótima forma de não aproveitar bem o seu tempo livre ou no seu recinto familiar.
De qualquer modo tem um ditado popular que é ótimo neste sentido, que diz assim, “em casa de ferreiro, o espeto é de pau”.
No mais, sempre devemos ser os mais amorosos, compreensivos, envolventes e amigos possíveis em ambientes familiares, claro que infelizmente a Paz Perpétua, por enquanto, é apenas um título de um livro de Kant, mas, devemos ser os mais compassivos, zelosos, cuidadosos, amáveis e sinceros nas maiorias das situações, sejam as críticas ou não, que envolvam o nosso convívio familiar. De qualquer modo, eu penso que buscar um equilíbrio familiar e uma melhora nas nossas relações já é uma boa medida de caminho a ser trilhado, neste sentido, rumo ao realinhamento do homem consigo mesmo.


3. As Facetas Destas Vivências


Os pais temem que o amor natural dos filhos se apague. Que natureza é essa, sujeita a se apagar? O costume é uma segunda natureza que destrói a primeira. Mas o que é a natureza? Por que o costume não é natural? Tenho muito medo de que essa natureza seja ela própria um primeiro costume, como o costume é uma segunda natureza (PASCOAL, S/d apud GRATELOUP, 2015, p. 141-142).

As facetas existem para nos prevenir e nos proteger de estresse e de cargas alopáticas em nossa psique, por isto assumimos personas. Pense na figura de um médico plantonista, que lida com muito sangue, pessoas mutiladas, situações críticas e etc. o que seria dele se não assumisse uma persona em seu trabalho e outras facetas de si mesmo enquanto estiver em outros ambientes? E isto vale para muitas profissões.
Pascoal faz valiosas observações no sentido de que ele difere os costumes (ou o que eu chamo de culturas) da natureza humana; de fato, os costumes podem ser entendidos como as personas, os costumes em cada ambientes, ou de cada empresa, de cada casa, de cada relacionamento, de cada tipo de amizade, ou ainda os costumes de cada Clube, de cada Open-Air-Party, ou de cada grupo de jogo de RPG e etc.
Além disto há os comportamentos em situações normais ou confortáveis, ou comportamentos sob estresse e os comportamentos em situações de risco, há também os comportamentos em ambientes descontraídos e em ambientes formais e etc.
Nada disto é bipolaridade ou transtornos de personalidade, muito pelo contrário, são, de fato, máscaras, roupas, costumes, trejeitos, vocabulários, gestos e uma série de outras coisas que adotamos em nossos diversos ambientes que frequentamos no nosso dia-a-dia, ou mesmo em um mesmo ambiente em que temos que assumir múltiplas facetas, em que praticamos estas mudanças de comportamentos e etc. justamente para melhor nos enquadrarmos em uma dada situação ou em um dado momento; e que continuamos a aprender como melhor nos portar em cada tipo de situação.
O que aprendi é que devemos ser os mais eficientes no trabalho, os mais aplicados nos estudos, os mais amáveis com os amigos, os mais queridos entre os familiares, o mais apaixonado dos casais, enfim, isto é o que desejamos, ou o que a maioria das pessoas deseja, mas falta saber se a intenção do outro é esta mesma e igual, e se aquilo que estamos pretendendo de fato, também, se observa na prática, no nosso dia-a-dia.


CONCLUSÃO

“Well, Watson, we seen to have fallen upon evil days”, said he in a feeble voice, but something of his old carelessness of manner. “My dear fellow!” I cried, approaching him. “Stand back! Stand right back!” said he with the sharp imperiousness which I had associated only with moments of crisis. “If you approach me, Watson, I shall order you out of the house”. “But Why?” “Because it is my desire. Is that not enough?” Yes, Mrs. Hudson was right. He was more masterful than ever. It was pitiful, however, to see this exhaustion. “I only wished to help”, I explained. “Exactly! You will help best by doing what you are told”. “Certainly, Holmes”. He relaxed the austerity of his manner (DOYLE, 2016, p. 119-120).


Tudo pode ser conflitante ou não; e por mais maravilhoso que isto pareça, são as personas assumidas, as nossas intenções, as intenções de outras pessoas e o consenso meio ambiental que formam a dada possibilidade de sucesso ou fracasso em uma dada circunstância terrena. Ou seja, da nossa parte, boa intenção e um bom costume já é suficiente por estarmos fazendo o nosso melhor, agora se os outros não tem as mesmas intenções, aí, só mesmo com a percepção ou a dedução sensitiva (entre alguns outros artifícios / métodos) para se saber se estamos lidando com alguém ou algum situação sincera ou de casuísmo, ou não.
De certa forma, em cada caminho percorrido há uma paisagem característica. É claro que médicos plantonistas devem ter um preparo psicológico e físico muito bem desenvolvido, para suportarem toda a carga de estresse ao qual serão expostos, e isto vale para muitas outras profissões e situações. Novamente, a habilidade, os costumes, o preparo, a atenção e etc. são fundamentais para o sucesso, mais ainda há uma série de fatores, entre os quais, fatores aleatórios ou incontroláveis, ao qual nenhum profissional detém de autonomia nenhuma.
Tudo ainda vai depender da prioridade de cada um, de cada família, empresa e etc. ou seja, tem famílias que fazem prevalecer o próprio conceito de família e de união, da mesma forma tem famílias que preferem viverem retiradas de si, com cada um em seu canto; enquanto que pode ter empresas ou conjuntos de empresas que gostem de favorecer a livre competição e concorrência em si mesmas, onde cada departamentos ou unidades da empresa pode não saber o que se desenvolve em outras unidades ou departamentos, por exemplo. E também, podem ter empresas que preferem mais parcerias, cooperação e etc.
Talvez mesmo, o importante deve ser saber dançar conforme a música ou conforme a música e nosso próprio estilo. De qualquer modo, mesmo que você não goste da música tocada, às vezes, é melhor não expor imediata e impetuosamente a sua opinião sobre isto; afinal, nunca se sabe se estão mesmo tocando a música para nos agradar e nos trazer perto deles, ou se de fato estão tocando a tal música apenas para nos deixar distantes deles e nos fazer passar por situações de estresse.
E mais um vez, o que importa é a nossa postura, o nosso costume e o que envolve toda a nossa energia e intenção, que estão envolvidas na situação; porque isto é o que nos afirma e nos comprova.
E de qualquer forma, na grande discoteca da vida, há de chegar um tempo em que vão tocar a nossa música, quando estivermos com a nossa fantasia-persona preferida, e com sorte, ao lado de quem amamos, no lugar em que mais gostamos de ficar.



REFERÊNCIAS

BRUCATO, Phil; WIECK, Stewart. MagoA Ascensão.  Tradução de Marcel Wakami; Revisão de Douglas Quinta Reis, Cynthia M. FlnkLuis Eduardo Ricon. São Paulo: Devir, 1997


DOYLE, Arthur Conan. His Last BowSome Reminiscences of Sherlock Holmes. Grã-Bretanha (UK): Collins Classics, 2016.


GRATELOUP, Léon-Louis. Dicionário Filosófico de Citações. Tradução Marina Appenzeller. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2015.


PADOVEZE, Clóvis Luís. Controladoria estratégica aplicada: conceitos, estrutura e sistema de informação gerencial. 2.ª Reimpr. São Paulo (SP): CENGAGE Learning, 2017.


WATCH TOWER BIBLE; TRACT SOCIETY OF PENNSYLVANIA. Satisfying Life – How to Attain It (Vida Satisfatória - Como Ter uma). Tradução de Novo Mundo das Escrituras Sagradas (versão de 1992). Cesário Lange (SP): Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, 2001.



domingo, 9 de julho de 2017

Postagem 162: Da Cidade e das Pessoas

REPUBLICAÇÃO DE: CRÔNICA MATONENSE DE LIVROS DO EDSON,
COM FOTOGRAFIAS PELO GOOGLE MAPS.


É próprio do erro poder ser refutado pela experiência e pelo raciocínio. As ilusões dos sentidos não podem ser refutadas assim; são apenas maneiras de perceber que não são normais. Aliás, mesmo as maneiras de perceber são ilusões; [porque] toda percepção é, em suma, uma ilusão (LAGNEAU, S/d, in Curso sobre a percepção apud GRATELOUP, 2015, p. 155).


Durante muito tempo de minha vida, eu – Edson, o autor deste blog – achei que explicar-se o melhor possível e entender da forma mais abrangente era-se o melhor que podia ser feito nesta vida. Mas, de certa forma, isto ainda é uma ilusão, como tantas outras.
Todavia eu entendi que eu tinha esta percepção, necessidade e desejo – de me fazer o melhor possivelmente compreendido, seja usando letras, palavras, números, músicas, danças e desenhos para me fazer entendido; e assim escrevendo sobre música, sobre filosofia, sobre contabilidade, sobre pedagogia, sobre psicologia neo-ad-hocrática e etc. Só que as outras pessoas querem outras coisas, e de certo modo, elas fazem por merecer outras coisas.
Eu dizia... Eu quero tal coisa... E as demais pessoas, ou a sociedade no geral diziam diametralmente outra coisa.

Eu dizia que me intento por...
E as demais pessoas querem, então....
Estudo, Inteligência, Eloquência e Sabedoria;
Fazer, Ter, Aparecer Bem na Foto, Exibir-se e etc.;
Música Eletrônica, Folk, Regionalismo, Rock etc.;
Pop, Country, e o que toca nas rádio, igrejas e etc.;
Voley-Ball, Dança, Cultura, Arte: Corpo e Mente;
Soccer, Football, Luta, Corrida, Halterofilismo e etc.;
Espiritualidade, Sabedoria Transcendental Superior;
Igreja, Palavra, Ideia (bem ou mal feita), Esquema;
Amor, Viver, Saber, Aprender, Ensinar, Estar.
Disputa, Conservar-se, Sobreviver, Sei lá, Ter e Aparecer.
Tabela 1: Comparativo entre os “desejos” do Eu, do Ego Com os “desejos” do Outro, do Social.
Fonte:  Elaborado pelo autor, 2017.


A Tabela 1 é apenas um exemplo, e outros conjuntos de palavras correlacionadas poderiam ser usados, sem dúvida alguma quanto a isto; e com certa precisão na significância que quer se dar aos seus significados.
Digo isto, tal como se tem aqui, nesta postagem republicada. E com o respaldo da citação de Lagneau (S/d) apud Grateloup (2015) sobre os erros do pensamentos e dos sentidos, dizendo que os erros dos pensamentos podem ser refutados, enquanto que as distorções dos sentidos jamais podem ser reparadas deste modo. Sendo isto necessário para dizer que por mais que a gente tenha uma boa intenção, ela é apenas a nossa boa intenção e que nada garante que a intenção do outro também seja esta ou sequer que o outro venha a ter algum tipo sincero de simpatia verdadeira pela nossa causa ou pelo nosso ideal.
Concordo com Lagneau (S/d) apud Grateloup (2015) no sentido que eles afirmam de que existem erros de pensamentos e erros de percepções, e que estes são em muitos aspectos os responsáveis pela falta de concordância e de simetria entre todas as ideias, e de todas as pessoa do mundo; claro há uma hipérbole aqui, mas isto serve para representar um entendimento global mais uniforme e completo: e isto é de certo modo utópico ou distante demais da nossa realidade de hoje.
E por isto memso, trata-se de mais um motivos daqueles que eu só tenho a agradecer, a agradecer esta capacidade que eu tenho de me comunicar com pessoas tão diversas do mundo, de tantos lugares diferentes e fazendo isto com sets mixados, com textos, com status de redes sociais e etc. Obrigado leitor e amigo on-line.
Como esta postagem é dedicada para todos vocês, leitores deste blog (e que também aqueles ouvem minhas mixagens e me acompanham nas redes sociais), nosso texto de hoje, será não tão denso (não contará com tantas palavras mais...) e será um passeio descrito por mim, fotografado pelo Google maps e atualizado para 2017. Tratando da cidade de Matão, da forma como eu enxergo esta cidade, que é minha cidade de nascença.
Ou seja, com esta postagem, além do que foi afirmando sobre os erros de pensamento e de percepção (Lagneau, S/d apud Grateloup, 2015); nós também, aqui, hoje, pegamos, novamente, as ideias de nosso passeio pelo Google mapas (de postagem original deste Blog, Livro do Edson, de Jul. de 2013), e fizemos descrições atualizadas sobre alguns lugares afastados e, de certa forma, isolados na cidade de Matão; demonstrando, assim, alguns dos acesso (as entradas e saídas) da cidade de Matão (SP), ou lugares que eram becos-sem-saída e que agora tornaram-se bairros novos.
Matão pode ser acessada pela rodovia Washington Luis, em vários pontos; e em outros pontos, pela Rodovia Brigadeiro Faria Lima. Nesta postagem, foi selecionada uma foto de um trevo de acesso de entrada para Matão, pela Rodovia Washington Luis. Abaixo tem-se a foto da Washington Luis, bem próximo à entrada da cidade que dá acesso direto a faculdade Anhanguera de Matão e as indústrias BaldanBambozzi e Marchesan.


Figura 1: Rodovia Washington Luis, altura da cidade de Matão (SP)
Fonte: [Capturada pelo autor com o] Google Maps (2013).

Aqui nesta foto abaixo se vê a rodovia que falávamos, e seguindo ela, chega-se ao trevo de entrada de Matão, também é um dos acessos da zona rural a cidade. Abaixo tem o trevo de acesso, da altura do ponto que dizíamos no parágrafo acima.


Figura 2: Rodovia Washington Luis, Trevo de Acesso a Matão (SP).
Fonte: [Capturada pelo autor com o] Google Maps (2013).

Depois disso se entra em Matão, e seguindo isto depois de ter tomado a esquerda (se quem entra na cidade pelo acesso do ponto descrito acima), é possível ter esta vista (Figura 3), que é uma das que eu mais gosto. No caminho tem a Marchesan, contornando os setores das partes tanto da fundição, do setor administrativo e o fundo da fábrica, depois tem-se um loteamento novo que está saindo agora, e então tinha esta árvore (Abaixo), que acabou por ser cortada no processo de civilização da cidade, ou de expansão imobiliária – termo mais apropriado.
É bem próximo a minha casa este local e se por um lado bairros novos são criados, de outra forma, pássaros de rapina, como corujas e outros acabam por perderem suas tocas, e também o fluxo do rio se altera nas épocas de cheia, principalmente, com a mudança de área de pasto para área residencial ou urbanizada. Aparentemente as áreas de preservação foram mantidas, todavia sempre há conflitos e choques de interesses quando existe uma proximidade muito grande entre as regiões civilizadas ou urbanizadas e a parte mais rural, ou a parte mais intocada da natureza dentro das cidades.


Figura 3: Via João Marchesan – fase anterior ao loteamento.
Fonte: [Capturada pelo autor com o] Google Maps (2013).


Esta é a vista de Matão que se tem passando por parte da via João Marchesan, e esta arvore, no plano da frente da foto, é linda, ela já deve ter resistido a uns dois ou três raios, é a árvore-para-raios. Lindíssima. E ao fundo, um fragmento de mata atlântica, que sempre cito em meus poemas.
E por falar em pomas, e as lembranças que as cenas vividas no tempo trazem a nós enquanto são revividas e expostas ao passar dos anos, tem um poema lindíssimo, também, de Drummond (1998) que chama-se “A Luís Maurício, Infante”, que diz muita coisa, inclusive desta vivência da infância e como as coisas se tornam diferentes depois, com o passar com tempo. Afinal, quem consegue ver o tempo passar? E quem tem tempo, o que é melhor fazer dele?

Já te vejo na proporção da cidade, nessa caminha em que dormes. Dir-se-ia que só o anão de Harrods, hoje velho, entre garoto enormes, conserva o disfarce da infância, como, na sua imobilidade, à esquina de Córdoba e Florida, só aquele velho pendido e sentado, de luvas e sobretudo, vê passar (é cego) o tempo que não enxergamos, o tempo irreversível, o tempo estático, espaço vazio entre ramos. O tempo – que fazer dele? Como adivinhar, Luís Maurício, o que a cada hora traz em si de plenitude e sacrifício? (DRUMMOND DE ANDRADE, 1998, p. 88).

E continuando com nossa visita, seguindo ao fim da João Marchesan chega-se até a Ludwing Eckes - uma das perimetrais da cidade - com a esquina da José Gonçalvez. O Nosso passeio vai pela José Gonçalvez no sentido de encontrar a Washington Luis, perto da saída que leva a São Lourenço do Turvo (Distrito de Matão).
Nesta região, da Rua José Gonçalvez, tem também uma chácara, que eu ia desde criança, na região da Ponte Seca, como é chamada a região e a propriedade rural que eu frequentava, e aqui uma foto (Figura 4), depois deste ponto o mapa do Google não vai mais além disto, na época das buscas feitas.  


Figura 4: Região do Estradão (Rua José Gonçalvez, próximo a “Ponte Seca”).
Fonte: [Capturada pelo autor com o] Google Maps (2013).

Hoje, esta região também está loteada e inclusive já tem casas, que tem vida correndo em ritmo nos embalos [embalados] das expansões imobiliárias. Lembrando que toda esta região é uma região de muita água e mata, com traços de matas nativas até este ponto, porém, nada garante que a urbanização da cidade não irá mitigar ou mesmo eliminar estas áreas verdes e estes córregos e nascentes da cidade, no processo de urbanização.
A chácara que falava fica depois da mata, já aquela parte em branco na imagem faz parte de uma indústria agrícola, tem a parte física e predial tem até hoje, mas não sei se existe alguma atividade ainda neste local, instalações visíveis na foto. (Figura 4)
E por falar em indústria, essa parte da cidade (Figura 5), a seguir, eu particularmente gosto muito ou gostava muito, porque agora essa rua não existe mais, já que ela foi assimilada pela empresa industrial em questão (Citrosuco – Fisher; Votorantim), que agregou esta área em seu capital imobilizado recentemente. E estão fazendo novas instalações no local.
Esta é uma parte industrial, mas tem matas e várias árvores também, é uma parte meio de má fama, a lei trash total impera, onde existia muita prostituição, drogas e etc. Enfim, mas no local tinha muitas coisas boas também, por exemplo, uma romaria de cavaleiros saia deste lugar, e se o lugar estava e talvez ainda esteja entregue às atividades infame, nada como a sociedade pretender reempossar tal área aos seus cuidados ou aos cuidados da iniciativa privada ou pública, se fosse o caso. Aqui, dizendo da avenida José da Costa filho, jornalista.
E o que houve foi mesmo que a Entidade industrial em questão tomou conta da avenida, mas fechou de vez este lindo e maravilhoso logradouro da cidade para seus moradores, agora é tudo parte da empresa e ela faz o que quer lá dentro; uma pena, enfim. Mas a prostituição e outra coisas ainda existem nas proximidades do local, todavia a rua, em si, não existe mais.
Ou seja, mais um ponto da cidade que após esta postagem (original de 2013), que foi consumido pela urbanização, pela civilização desenfreada da sociedade e com isto são as belezas naturais que ficam enfraquecidas; ou seja, são os retrógrados e arcaicos pensamentos humanos baseados em que destruindo ou tomando a natureza para si, o homem está ganhando e vencendo na vida; sendo que eu penso exatamente  contrário, e que é com a natureza fortalecida que todas da sociedade ganham e também se fortalecem com isto.


Figura 5: Rua José da Costa Filho (Vila Pereira, Matão). Esta rua não existe mais, foi integrada pela indústria citada.
Fonte: [Capturada pelo autor com o] Google Maps (2013).

Pode parecer mentira, mas nas costas desta foto, repousa uma enorme indústria de suco e está é uma rua morta da cidade, eu acho a área maravilhosa e um desperdício não aproveita-la com algo produtivo. Infelizmente a prefeitura deu esta rua para a Citrosuco, e agora a empresa fechou a rua em sua área de funcionamento. Uma pena, não me canso de dizer isto, que pena esta rua ter sido agregada a empresa; que levando para o lado dos brasileiros, não tenho sequer um parente que nela trabalhe, enfim.
 Mas é isso, nosso passeio fica por aqui, mas não sem antes vemos um pouco da linha férrea que corta a cidade como um rio de vagões e cargas, em horas vastas dos dias da Terra da Saudade.
Esta é a vista de um bairro novo, que nem arrisco o nome, mas sei que é depois do CAJU (Centro de Apoio a Juventude), na parte alta da cidade. É isso, um pouquinho de Matão para vocês, paisagens e lugares que gosto muito. Independente de como estão agora. Gosto daquilo que tenho e mantenho na minha memória, quando agora os locais não são mais como eram antes, naturais e belos como eram.


Figura 6: Linha Férrea (Próximo ao Túnel da Liberdade).
Fonte: [Capturada pelo autor com o] Google Maps (2013).

Post Script: estes não são os points mais famosos, ou os lugares mais bonitos de Matão, de certa forma eu vivo em uma cidade só minha, e nesta minha cidade, estes são lugares muito especiais, que carregam a magia da Terra da Saudade.

“Sergeant Pepper’s Lonely Heart Club Band We’d like to thanks you once again. Sergeant Pepper’s one and only Lonely Heart Club Band it’s getting very near the end” (THE BEATLES, Sgt. Pepper’s Lonely Heart Club Band Reprise 2017).



Figura 7: Capa Beatles Sgt Peppers...

Fonte: Capturada pelo autor (2017).



Republicação da postagem original deste blog, disponível em https://livrosdoedson.blogspot.com.br/2013/07/50-postagem-de-livros-do-edson.html





Figura 8: Contra Capa de CD Beatles Sgt Peppers...
Fonte: Capturada pelo autor (2017).





REFERÊNCIAS

THE BEATLES. Sgt. Peppers Lonely Heart Club BandLenonMacCartney. Edition 50th Anniversary. Londres: EMI; APPLE; Calderstone, 2017. Edição remasterizada em 5.1 Surround. Produção de Gravação e nova mixagem em estéreo surround por Giles Martin.

DRUMMOND DE ANDRADE, Carlos. Antologia Poética. Organizada pelo autor. 39.ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1998.

GRATELOUP, Léon-Louis. Dicionário Filosófico de Citações. Tradução Marina Appenzeller. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2015.