blog de Escritor: Edson Fernando



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Aproveitando as imensas facilidades do mundo on line e, também, aproveitando o imenso conteúdo que tenho de material escrito, resolvi transcrever uns livros on line.
É um projeto longo, acho que vai levar um tempo, mas as semente foram lançadas. E ora, os frutos, os frutos serão os mais variados possíveis, como agregar novos leitores e aumentar a minha visibilidade,além de proporcionar um pouco de diversão e cultura gratuitamente a todos vocês.Espero que gostem!

Boa Leitura, Leitores Amigos.

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Seja Bem Vindo, Amigo, Por Muito Tempo Lhe Esperei, agora, Fique à Vontade!

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Se a Padronização Desse Certo

EDiToRiAL

(poético[?]) 

        Queria publicar mais e mais

de meus textos

meus poemas

improváveis como este que nem era para sair 

nas madrugadas ilesos

mesmo preso

ileso mesmo alheio a Lei

envolto no caos d'agonia

 

mas não

já nada disso atrai minha atenção

talvez nem sets mixados

ou o que quer que fizera e já mostrei

quem sabe, 

precise abolir essa desentonação que insisto em

demonstrar quando falo de do

personagem;

edson souza, 30 anos;

do vento que faz

enquanto leva 

as cinzas;

jogador;

ex bebedor 

ex torcedor 

e expressor.

 

Agora suspiras

afoitamente, sonhando

que sabes que estás ao centro

da areia;   

por ora, descobriram

que o cactos

é a resolução

de alguma equação

quântica do cosmos;

e cai a linha

porque sei a resposta.

mas não vou te dar.


Mas eu 

já digo que a verdade

é inconveniente, mentalidades mudam

mas permanece

a constância da efemeridade

onde insistem em optar pelo NÃO

 

NÃO 

   Eu não quero saber a verdade

quero antes saber da entropia 

da filosofia corrida 

da meia maratona das múmias 

do meio corrimão quebrado

daquilo que está ao seu lado 



 

Quem quiser se erguer, cuide bem de se rebaixar-se

 

   Como vão amigos? Esperamos que só altos padrões estejam insuflando a  vida de vocês que leem e acompanham esse blog.  Vamos começar?


    Há quem pense que certas ideias e pensamentos é melhor nem tê-las ou dizê-las, são os que querem padronizar tudo e todos. Nós, por nossa vez, estamos abismados como o Brasil e o Mundo, onde ao contrário de haver eleições e novos e melhores candidatos serem empossados (citemos Brasil e Egito, por exemplo), o que vemos, é o eterno, "tudo como está" ou "daí para pior". Hei la ia. O eterno retorno nietzschiano? Achamos que não...  E achamos muito mais, que é melhor ter pensamentos como que dados por perdidos pelos outros, do que concordar com esse padrão que se estabeleceu ao nosso redor.

    Enganam-se, eles, os poderosos  que creem que de tanto poder  podem fazer e desfazer, de fato, eles não tem poder nenhum e vivem reféns de seus acordos infames, onde enganam a todos, sociólogas, cientistas sociais (não os confunda!), psicoterapeutas, profissionais do sexo,  geomantes  de feng shui,   digitadores, promotores público, e a vossa santidade. Todos estão ludibriados, achando que a evolução está na porta do ministério do desenvolvimento urbano. Enquanto isso, se o programa social destina 100 dólares a um indivíduo, outros cem extraviam-se, vão pelo ralo sujo do poder, perdem-se em pactos de políticas e jurídicos, e isso não é tudo, mas é ponta do iceberg. Quem legisla no Brasil? Quem Governa? Quem executa? Quem jurisdiciona?  

    Senhoras e senhores, quem quiser conhecer o Brasil, não o Brasil sufocado pela mídia e maquiado pela cachaça,  mas o Brasil Real, que está indo a cada dia para um lugar pior, com o arcadismo industrial, a opinião publica ignorante que deleita-se com tragédias para ter com o que  chorar dignamente uma vez que o seu filho está vivo, e não merecia estar.  Onde o genial, ora, está entregue as calçadas e os corotes, enquanto o boçal, ignorante, sem vontade de antenar-se ou homenagear os antepassados, sobe rapidamente de cargo, e essa mesma ocupação de cargo, gera mais desigualdade, pois alguém extremamente mais gabaritado, mesmo que ninguém o saiba,  está no conjunto dos ociosos, fora da grande malha social, e é isso que querem, diretores bebuns, sem formação acadêmica, sem cultura, querem o cabra que vai na zona, e o político que anda com seis garrafas de wiskey no carro, e três papéis de cocaína. E nisso os bons se perdem.

    É uma hipocrisia tremenda, o que é proibido é o que eles mais fazem, onde meninas são aliciadas, meninos se transformam em traficantes para suprir a necessidade da classe média em consumir seus babados, grandes músicos enlouquecem enquanto músicos de um ou dois acordes,  com suas letras que não diz nada, fazem sucesso e todos gostam, as mulheres frutas mostram seus corpos,e achamos que aquilo é tudo ou é excelente. Não somos contra as mulheres, nem contra as músicas  que o homem antigo amava, todavia, o que nos significa tudo isso? Perda de tempo e infância do ser, a que crê que isso é o que há e o que de fato importa. Mas afirmamos que não, isso não é.

    Prezados e Prezadas, enquanto estivermos a manter a mente em aceitação e complacência com toda essa situação torpe, tudo estará a piorar, Ponha enigmas em sua mente, pense, repense, leia clássicos, abandonem os famosos e os que todos conhecem, vejam os ocultos, pesquisem, contestem, não aceitem tudo que o mestre (isso não se aplica aos ensinos de Jesus) diz e acima de tudo, fechem os olhos e vejam, para enxergar com os olhos desiludidos dessa grande farsa que é a vida na Terra. 

   Senão, simplesmente, queimem os livros, pois neles há muitas ideias perigosas...




 

 

 

 

Os  Meninos São para o RPG e as Meninas São para serem Mães,

Mas Nossos Amigos Não Jogam e Nossas Amigas Não Querem Ter Filhos. 

a quem só pensa em si e no hoje

 

    "Esse meu filho vai ser comedor. O meu moleque vai ser bom de bola. Meu filho vai ajudar no comércio da família e minha netinha será top model, como a minha filha."

    Essa é a mentalidade da família vencedora e empreendedora, pode parecer assim para alguns. Para outros, essa aspas inicial, é a cara da nação, do nosso Brasil, Terra de ares renovados, naturalmente, claro, pois pessoalmente e socialmente, o Brasil é um país que se repete, ou como os djs preferem, trabalhado no loop.  Para outros ainda, as aspas acima podem ferir, mas podem também indicar toda a persona do ser humano. Para nós, é tudo muito simples, a compreensão se faz (à partir do momento em que sinceramente busca-se instruir e não só saber por um dado motivo) e dizemos. Tudo isso afeta para com o que a pessoa será e como ela será. Muitos não sabem ou fingem não saberem, mas quanto mais você empurra um coitado abismo abaixo, mas é você mesmo que vai caindo em um fosso sem fundo.

    Essas coisas estão por aí, acessíveis à todos, mas quantos de fato querem saber, será que queriam mesmo saber? Sim! Pois há uma grande diferença Entre achar que quer saber E saber de fato. Já avisamos: mesmo quando devemos evitar que uma  verdade com potencial destrutivo chegue a ser acessível à  população em geral, por ela não estar pronta para saber, uma vez que certas coisas não devem ser dita,  mesmo assim achamos que o há momento da fala e do silêncio, e se já calou uma vez, pode dizer em uma outra, pois ao menos pode fazer enxergar quem estivera cego. Assim há o saber de fato, ou ao menos a vontade do querer saber de fato, entendemos  que  tanto o saber de fato quanto o querer saber de fato, se tratam da mesma coisa, mas em quantidades e tempos diferentes. Já o achar que quer saber, é semelhante a começar um curso e logo de cara ver que não era aquele. Assim pode querer saber, mas não de verdade, querer saber de verdade, mas ainda não saber plenamente, e querer e saber de verdade, o que nós sempre buscamos e por vezes alcançamos.  

    De certo modo, há o momento do silêncio, o momento da fala e o momento da canção, dizem que há muitos outros momentos e alguns são bens íntimos. Assim, se querem saber, de certo modo, todas aquelas aspas são nada. Elas podem até causar frisão, gerar renda, filias, dar orgulho e honra a toda uma família ou mesmo uma cidade inteira, podem parecer alicerces do futuro, todavia, tudo isso é instável, in-durável, e por vezes, tivemos que dizer muitos não a amigos, colegas, desconhecidos entre outros, para dizer esse sim.  Quantas vezes um 'não' não nos fere muito? Pois, aqui todos nós sabemos, que cada sim que dizemos implica em muitos outros não. Esse sim é de Sucesso. Mas tiveram que serem ditos outros grandes nãos. Qual o preço da conquista? É uma pena esse texto não falar de conquistas, mas sim que os meninos são para jogar rpg e as meninas para darem a luz, mas nossos amigos não jogam e nem nossas amigas querem serem mães. E o que vem a ser isso?

    Isso aqui fala da padronização. Nós gostamos de dizer exatamente do que falamos, em certos textos...  A sociedade acha demais, impõe demais, e em um país como o Brasil que temos cargas tributárias absurdamente altas e sistemas de infraestrutura e burocráticos descondizentes com esses preços altos que pagamos pelos serviços; além das terceirizações, das licitações para a concessão de fornecimento ou manutenção de...  estradas, portos, aeroportos, o bar da esquina, a  casa tão mal falada que ia lá nas madrugadas, enfim, querem privatizar, conceder, fazer manobras contábeis e manobras empresariais, mas fazem isso com um bairro, uma cidade, uma nação, um planeta. Assim fica fácil entendermos porque as famílias querem que os filhos sejam comedores, peguem todas, sejam bom de bola, e ganhem troféus para porem na sala, para mostrarem aos tios, quando vierem de férias, no verão, naquele calor insuportável e é quando peguntarão:

    _ Pegou em primeiro lugar?

    _ Não, em quarto.

    E quantos sacam que nesse  um quarto lugar, foram milhares de milhões  de reais perdidos, de forma misteriosa, não computados, que extraviaram-se, ou reformaram coisas que não estavam quebradas, mas é isso que a sociedade quer e agradecemos sim a nossa liberdade. E ficamos contentes quando conseguimos pagar as nossas contas e impostos em dia, sem ter que que ser acrescido o valor do juro, da multa, da mora. Nessa moral da história, estamos sempre a perder, mesmo quando estamos achando que mais ganhamos. No RPG nenhum dos jogadores ganha, esse conceito é muito difícil de ser entendido, é a história quem sempre vence com cada detalhe acrescentado pelos jogadores, com cada lance dos cartas, cada carta tirada ou a cada fala bem representada.

    Quando as meninas podem ser e se tornam mãe, de certo modo, apesar de constranger muita gente, mas é sim algo natural, ela está pronta, talvez a lei não reconheça, o próprio homem ache estranho para alguns e aceitável para outros, mas certamente, se não fosse natural, não seria possível e sequer concebível. Resguardado isso, sabemos que há mulheres que senão tem uma aversão inteira pela gestação e por serem mais, isso ainda as é tabu, ou as faz chorar, enquanto para outras, com quinze anos, muito naturalmente afagam o filho recém nascido, enquanto amamentam e evoluem a si mesmas tanta quanto ao próprio filho. É uma prova, senhores, o que aqui podemos contestar da veracidade de meninas, as que podem, serem maẽ? Se quase nada ou muito pouco, quase nada ou muito pouco das mulheres que não querem e nem pretendem serem mães igualmente não podemos dizer nada, pois talvez o que seja delas, seja a própria negação desso dom. Como se não o desejassem, ou deles não fossem mantenedoras. Toda via, renunciar é por vezes mais corajoso do que aceitar.

    E Se a padronização desse certo, nosso planeta não estaria como está, a beira de um colapso, tanto político, religioso, tanto armamentístico, tanto futebolístico, passando pelas depravações que o ser humano causou no planeta, ao passo que falava que o "viadão" da biboca é que era o o aberração, que aquele casal de lésbica é que fere a moral e os bons costumes, agora toda essa pregação desagregatória, que só separa os diversos, os foras dos padrões, não adiantou de nada, e "mesmo que tenhamos que usar bigode para conseguir um crédito no banco, ainda assim inventaremos nossos periféricos"(adaptado de uma cena do filme Piratas do Vale do Silício).

    Assim, cada coisa é só uma coisa, mesmo o que dita ou pensada, é o que nós carregamos de impressão das coisas, do mundo e de nosso lugar nisso tudo, que nos diz o que cada coisa, cada expressão significa,onde uma mesma frase, dita em famílias distintas, por pessoas diferentes, tem significados e desfechos, realidades concretizadas, muito diferentes, mas não imprevisíveis, pois a isso chamamos "Os Padrões", onde espera-se que cada família assuma e cumpra seu papel em um ambiente social, para continuar tudo como está ou pior, mas nós preferimos romper o selo, e dizer "Não, a Padronização!" e você, prezado(a) leitor(a), o que nos diz?

    Só terminamos dizendo que estamos contente sim, com a nossa liberdade, mas insistimos em lutar também por toda a forma de igualdade entre as diferenças sociais, não podemos aceitar padrões excludentes nem filosofias que deixam de lado a visão do outro, porque de fato aqui afirmamos, de qualquer modo, o outro e eu, somos nós, e se não reagimos nem entendemos iguais as coisas, certamente, as sentimos igualmente, pois de fato dissera muito bem o mestre que sim, esse sim, devemos imitar, "Todos são Iguais".   E você, o que diz, só dizemos: No Brasil, não!



Dois Sons Maravilhosos do Major Lazer, Vejamos, Boa Audição e Boa leitura, Sintam Livres para Comentarem...

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