Mostrando postagens com marcador contos. Mostrar todas as postagens

Panfleto: Barro Ao Sarro

Do Barro Ao Sarro II: Em Poucas Palavras
Eles são meus amigos & #respeito o Jeito Que São.

Postagem rápida. De Leve a Intensa.
Começa suave e bem tranquila, termina para um conto para cuecas, ou para minas (meninas) que não se sintam constrangidas de escutar conversas de moleques doidos e pessoas que talvez nem sintam tanto por cometerem crimes e delitos. Isto é um conto de adultos, sobre uma temática inesperada, um grupo de jovens um pouco delinquente, mas que aprecia, mais, um pouco o estudo e o respeito e a união, mesmo com as diferenças que existe entre eles.
É, acho que é isso. Mas: Fazer, o quê? Eu enxergo assim a questão abordada no conto que encerra este post.
Mas o post começa leve, e assim é:
Como agora é muito mais fácil entender todas aquelas teorias de LEVY-PIERÉ, de BERGSON, de FOUCAULT, de JOBS, de GATES, mas, ter o conhecimento daquelas teorias não nos dá o igual poder de manipular ou criar semelhantes teorias ou coisas;
O mundo do hyper texto, o .HTML; as buscas refinadas, como as buscas em documentos .PDF, ou as buscas de imagens em tempo real (na web ou nas centrais de controle, pelo mundo); a teoria da evolução do corpo (humano ou animal) e do conhecimento humano, e suas contrapartes causadas pelo descaso com questões tão sérias, desde a muito tempo,
Como a do mosquito Aedes Egypt, que já transmitia dengue (de quatro tipos conhecidos) e agora mais a febre Chickungwya (espero ser esta a grafia senão correta, similar) e finalmente, e mais terrivelmente, o descaso com a questão deste mosquito fez ele se tornar o canal transmissor do Zyka Vírus (e suas associações com a Microcefalia e Doenças como Glaucoma entre outras, incluindo deficiências formato-lógicas). E estou pegando leve com esta questão: é sério – não pode, água parada é um perigo, não pode. O mosquito da dengue pode matar e mais, pode acarretar séria complicações e problemas crônicos de saúde à crianças e bebês (e pessoas idosas, também).
Estes são só alguns pontos; agora tudo se entende, já sabem quem foi e o que fez em uma motocicleta Che Guevara, já sabem quem é Mark Zukemberg, já conhecem o Ipod, o Iphone, sei lá qual versão, conquanto que eu prossiga com meu uso meu moto básico de 2008 (ou melhor de aparelho, se a minha sorte virar, um belo dia).
Mas a tecnologia não gera lixo, nem estraga-se, apenas se torna obsoleta, ou de nicho mercadológico; nicho que gera venda, como as que eu fiz, quando vendi TODOS os meus consoles antigos, comprados até o final da década anos 90, perfeitamente, quando vendi-os, agora, em 2015.
Este é o novo mundo que começa a se desenhar: reaproveitamento integral dos bens, seleção inteligente do lixo e dos resíduos, consciência de uso de bens naturais renováveis e maior consciência ainda no uso de bens naturais não renováveis; enfim, conhecer a terra e a vida na Terra do modo como o ser humano deve a fim de poder conhecer integralmente o que é existir sem aniquilar o planeta com a sua existência.
Esta postagem fala disto e muito mais, fala das ligações que há entre as coisas que enfrentamos e vivemos, as coisas que vemos e sentimos enquanto nossa passagem por este ano emblemático e difícil: 2015.
Espero que apreciem este conteúdo e estas postagens mais enxutas de fim de ano. Esta é uma delas.
Boa leitura, obrigado por lerem e compartilharem este blog e até mais.


De Poucas Palavras: Do Barro Ao Sarro.
Primeiramente, agradeço a todos aqueles que se interessaram pela Teoria do Barro ao Sarro, e também demais teorias filosóficas deste Blog como a sobre o Tempo, O Entendimento e as Probabilidades, entre outras. Obrigado!
Vamos ver um conteúdo bem sucinto e sintético nesta postagem, ou seja, será visto um conteúdo bem resumido e com poucas palavras.
Alguns políticos de Brasília, e, de boa parte do Brasil, senão de todo ele, resolveram se tornar pândegos profissionais, comediantes a competir com os palhaços políticos “em tuas bocas de barro e sarro” (Carlos Drummond de Andrade, final do poema os Bens e o Sangue). Eles simplesmente acham que o POVO está em um circo, assistindo aos shows que eles fazem no picadeiro, digo, no congresso ou no plenário.
Com tanta tecnologia; tanta modernidade, Controller & Pesquisa, com tantos Sistemas e suas aplicações, e seus APPs & seus WHATSAPPs  “favoritos”, a velha escola da política dos caras de farinha emplastada ficou totalmente antiquada e uma própria piada de si mesmo e de seus métodos com as atualizações provindas com os vídeos na web, e com os vazamento de documentos, estratos, contas etc.; ou seja, os velhos argumentos e estratégias dos políticos FIGURÕES do Brasil não tem mais espaço, mas eles – e infelizmente, uma boa parte dos eleitores deles – ainda não perceberam isto. Mas nós já sabemos, e por isto nos indignados.
Por isto foram feitas as passeatas e os protestos da Insatisfação, por isto o Grito de Impeachment e o Berro de Fora CUNHA e favor, retira-se sr. CALHEIROS e sua corja de aliados e laranjas (não mais política de favores e de oferecimento de cargos de confiança que em breve explodirão manchetes de corrupção, por favor, que repetitivo tudo isto); por isso (TUDO) nos cansamos de lobos vestidos com suas solenes capas de cordeiros.
Ora vejam, onde está a capa do Ministro Barbosa, esta sumiu não é mesmo?
Mas calma, vamos calmar os ânimos, incensos de “Abre Caminhos” são ótimos em situações como estas.
Do Barro ao sarro diz que todos somos iguais, feitos da mesma substância. Areia, ou pó, ou Barro.
Mas que alguns políticos se acham especiais por seus foros e decoros (que eles fazem questão de lançar à lama) privilegiados, que de privilegiados, só mesmo a cara de pau deles de acharem que alguém ainda acredita nas mentiras que eles contam, e nas re-intrigas que eles inventam para encobrirem seus botões descasados, ou suas linhas soltas, que eles vulgarmente deixam amostras em suas tramas mirabolantes (ou denunciante) de propina, corrupção, vantagens e atividades de puro ilícito.
Nisto a economia estagnou, a crise se agravou e aprofundou severamente (empresas fechando, negócios não ocorrendo, gastos fixos aumentando, etc.); nos tornamos, nós, povo simples brasileiro, especialistas em menos ainda, enquanto que só os políticos acham, a cada dia mais, que eles podem cada vez mais, e ainda mais.
Corrupção, Ganância, Tolice, Ingenuidade ambiciosa; e cegueira ideológica: eis algumas palavras chaves do barro ao sarro.
E a Bolsa de Valores responde, a as pessoas ouvem cada vez mais um som não maravilhoso – maravilhoso, como aqueles que de fato temos nos arquivos e em atuaisplays Brasil à fora –, e a educação piora e o IDH cai 1 point-rankonly in a year, 1 ponto em apenas um ano.
É o Barro ao Sarro: a Teoria que eu queria ver aniquilada por alguns políticos que dissessem que ela não existe, não acontece ou não é real, mas é a mais pura verdade;
Onde, eles nos roubam na caradura, com a maior cara-de-pau e nós temos que fingir que nada acontece; quando pagamos cada imposto, que vai pro ralo, que vai pra sei lá onde, para construir um porto de sei lá o quê; sabe, e as crianças à beira da estrada, tal qual estavam antes, é muito sádico, de um humor negro – é o barro e o sarro. É isso; é uma comédia de muito mal gosto, é um desperdício e uma roubalheira com o dinheiro público, enquanto que a população sofre sem fim – em seus dias e suas rotinas – e os políticos e seus aliados, ou lacaios, ou capangas, apenas eles, acham que o Brasil está indo bem; com tanto avanço, ainda temos que ter as piores teorias e as piores ideias entre as lideranças de nosso país.
Frases:
·        Estão tirando sarro da cara do povo – os políticos – e estão dando impostos e leis de sarros aos empresários e trabalhadores;
·        Os políticos são de sarro – uma substância que os faz ser impunemente cínicos e prepotentes;
·        Todos nós somos barro, somos da terra, e todos nós devemos respeito à TERRA.



Mini Conto Sobre os Amigos.

_ Tive que dar um tempo longe de vocês, galera, sabe, ficar sem ver vocês para poder fazer coisas que eu tinha que fazer.
_ Viemos a aqui te ver, agora eu também sou bacharel em Administração.
Foram estas as primeiras palavras que foram utilizadas na comunicação entre Chipou e o seu grupo de amigos em um reencontro após alguns anos afastados, que foram ditas neste mesmo dia; neste momento, apenas dois falavam:
_ Isto é Fabuloso.
_ E penso em fazer um mestrado.
_ Como é bom ter estudado – disse Jusso.
Conversam Jusso e Chipou em uma ponte embargada, que teve sua obra recusada pelo tribunal de contas de fiscalizações – uma vez que estava pronta até o meio do curto caminho, e a outra metade é um inacabado de (e para) nada; de fato a ponte só levaria de um canto a outro do mato, de uma pequena colina a outra; isto, sem haver um rio próximo, exceto em caso de suceder um dilúvio torrencial, que assim um rio temporário formaria, mas isto é algo muito improvável de acontecer entretanto que a cada século sempre acontece...
Na verdade, Chipou morava em uma chácara próxima dessa ponte, e JussoStrunger e Mate-Leão, vieram ali visitar o amigo – sim, pois outros amigos de amigos haviam dito que Chipou estava hibernado no crack, virado em 72 / 96 horas, fumando pedra na lata? Enfim, diziam que o moço havia enlouquecido com uns tais de Choupam, ou seria Schopenhauer ou Shania Twain? Ou a clássica e rara Aftershock do Bordeline? [Teria Lido Flores do Mal? De Baudelaire? E a Temporada no Inferno? De Rimbaud?] De todo modo eles foram ver o que acontecia, já falaram sobre este assunto; vou lembrar isto agora exclusivamente por questão do leitor entender do que se trata:
Chipou disse calmamente e eloquentemente.
_ Eu? Fumando pedra? Eu não tenho que lhes dar satisfação da minha vida. Mas, pra vocês eu falo. Não amigos, eu estou bem tranquilo; no mais, só aquilo que me pesa na mente, sou eu com este monte de livros, este maço de cigarros vagabundo, aquela jarra de água ali, estes incensos, e aquela outra vela acessa, perto da janela, lá naquele outro canto lá. Agora: Eu? Enlouquecido? Mas claro que não, tem é mais louco no País de Alice senão a própria Rainha de Copas e suas legiões? Quem é mais louco em Matão senão aquele que mais sofre de saudades e mais toma do alambique da cidade? Mas, a mim, claro que não, estas coisas não são minhas, minhas ocupações são bem outras, com certeza; mas me falem de vocês, e vocês: ainda dão uns teco na cocaína, tomam suas cervejas, seus whisky, ainda vão as zonas de prostitutas insaciavelmente dadivosas e ouvem aquele som barulhento? ... eu não faço mais nada disto.
A risada era geral, aliás, foi geral naquele momento. E entenderam que isto era apenas conspiração de quem não gostava de ver os outros escolherem e seguirem uma profissão ou uma área de estudo, sem falar que o cara já era diferente e excêntrico, ou fora-dos-eixos, como a rapaziada mais simples fala. Chipou se formou engenheiro eletrônico, mas na faculdade se interessou pela ciência dos materiais e pensa em um mestrado em Tecnologia dos Materiais, quem sabe? Mas resolveu que não falaria deste assunto com o Jusso. Os outros amigos não se interessam muito por estudos, exceção talvez de desenho técnico e AutoCad. Por falar nisso. E os outros dois amigos?
Os outros dois foram ao mato atrás de alguma fruta para comer, ou sei lá, eles foram na garagem, pegar alguma ferramentas para arar a terra. Mas naquele momento, logo depois da explicação sobre a nova vida de Chipou, só falaram algo como: “Mas um fininho você ainda fuma? Pode fumar aqui?” Creio que foi o Mate-Leão quem fez estas perguntas, ou mate-Leão e Jusso.
Então, foi dito que aqui e ali era meio complicado de fumar de boa, mas mais no mato, não teria problema algum; por isto foram para a ponte inacabada – vergonha de roubo e descompromisso com a nação; para que o governo se ele não honra com os seus compromissos à nação? Mesmo que isto se dê no caso de obras supérfluas e totalmente desnecessárias como a ponte que ligaria um lugar de um bairro rural ao outro lado, da mesma estrada e do mesmo bairro rural?
Ora, isto sim, parece loucura e papo de quem deve estar ligado em um crack... E pior pio de que tem que falar, porque tem gente que usa; que coisa... Mas voltando a narração...
Bem, o Strunger é uma pessoa estranha, que passa uma pequena temporada na cidade, parece que ele é primo de não sei quem, que conheceu os caras há alguns anos atrás, e que veio agora rever os amigos nos festejos de fim de ano. O mate-Leão é o típico silêncio e a observação profunda, ou seja, Strunger e Mate-Leão poderiam passar horas caminhando pela roça, sem dizer palavra alguma, mas consumindo quilos e quilos de frutos suculentos e maduros. E os dois foram pro mato logo depois que a ponta do cigarro de cannabis foi jogado ao chão. “Everybody should be happy – Sha la la la la” – Alexia. E ao longe, de onde eles estavam, seja no mato ou na garagem atrás de alguma ferramenta, avistavam a aponte inacabada, que era onde estavam os Chipou e o Jusso, que
Agora, estavam na ponte, só os dois amigos, que lembravam quando estudaram juntos em um curso de formação em Eletrotécnica. Agora pensavam no estudo e o que o estudo fazia com as pessoas, e como os outros por vezes não entendem muito bem quem se dedica a estudar e a querer saber e fazer certas coisas, de modo mais ou menos específico. Acabaram concluindo que para aguentar a carga de estudos, precisavam sim, segundo entendiam, de algo mais como uma bebida, um “fininho”, pro Jusso que curte, umas carreirinhas de cocaína enfim.... Agora, falavam mais, enquanto caia o fim do dia. Jusso começou:
_ Você vai estudar mais então?
_ Estou penando, vamos ver? Mas você formado, é um grande feito, amigo: só tenho a lhe parabenizar.
_ Tem gente que acha que só porque a gente é vida louca não pode ir atrás de um estudo, de lago melhor para vida da gente, de nossa família, de nossos amigos, empresas e sociedade.
_ Eu confio, muito em seu potencial, Jusso e sei que pra quem já passou o que você passou na vida (para chegar até aqui e pra ir muito mais longe), este diploma representa muito pra você e pra mim também, de verdade, parabéns... É sua essa conquista...
 _ E Você, também, você tá firmão, parou com as tranqueiras químicas e as outras besteiras todas, logo logo vai conseguir o que quer viu... Torço muito por você.


Corpus Christi de Livros do Edson

SESSION Of The Finest House EVER

 

 

para baixar o set via 4shared, clique aqui

Começamos essa postagem de Feriado de Corpus Christi com um set meu, de dj edsonnando, descobri recentemente que já tem um dj de las vegas, se não me engano que já usa o dj nn, então vou ter que ficar com edsonnando mesmo. E começamos com esse set.

Também conhecido como Andante Molto Moderata (em homenagem a um ritmo de música clássica, em referência as batidas reguladas em uma só velocidade do começo ao fim do set).

O conjunto de músicas é puramente house, porém, o mais variado possível - abre com o novíssimo som de Gorrilaz, Melancholic Hill e já segue para uma Big Room, estilo de house bem trabalhado e melódico, diretamente da índia, Dj dev com a participação de Dj Aqeel, a canção Phir Mohabbat. O set segue com novidades como Safe And Sound,o nome é um trocadilho em inglês para a Som e Salvo, ou seja uma galera de boa, que só se encontra ouvindo um som. Depois ainda tem EDX, super dj britânico, com seu hit Give It for love. O set vai no fundo do bau, buscar Sting, com o remix club de desert a rose, e logo depois vai até a itália, som novíssimo também, com Valentino kanzyani, e sua Nesimtitule, minimal house, de primeira, com elementos de prog house e percussões detalhistas.  Logo depois temos a dobradinha de Nervo e Icona Pop, dois dos nomes que consideram os melhores da cena dance. E em seguida, sessão flash bach, com Diana King e Maria Montell. O set termina com Calvin Harris e George Acosta. Espero que gostem amigos, boa audição.


 

Eu Perdi a Minha Escrita


Já não sei mais como escrever
foi-se meu tempo de escritor

Sempre compunha versos longos
abarrotados de simbolismos realistas

Agora,
logo após o baile distante

minha alma exauriu-se
e fluiu como um rio
para a fruta que partiu
com o raio que o surgiu
  • logo lá, ao lado da Masmorra do DemoPopulação

Restou o edson que compunha
e que agora retunda em fontes
podres, contaminadas pela mácula
da destruição, que veio do templo
da ruína, da moradia do ódio,
disseminando rancor, violações e distúrbios

E hoje em dia quem mais tem distúrbios
mais é aceito e respeitado – pelo medo, claro

E quanto mais medonho
mais se mostra

Enquanto nós
ficamos por aqui
com esses livros,
esses cds e 
aquilo que mais 
ninguém ama 


 

A Mão Invisível que Engrena o Mundo





Será que realmente já paramos para pensar, o por que de fazermos certos atos? O que de repetirmos sempre as mesmas coisas? Por que “seguimos o mestre”? Pois uma vez que manda quem pode, obedece quem tem juízo. E que juízo governa quem acha que é interessante ter um carro com som estrondoso, fazendo desassossego na área residencial, em pleno dia de descanso? Ouvindo aquelas músicas terríveis, que nos fazem uma verdadeira lavagem cerebral. Ao passo que muitas meninas acham bonito ser mãe aos 16 anos, para depois deixar seus filhos com a avó, para que ela crie como filho, enquanto essas mesmas garotas vão ao baile Funk, afinal, requebrar é fundamental, não é mesmo? Tão fundamental como as misteriosas cadeiras que dizem sobre o controle e nos avisam. Pois o pensar está fora de moda e totalmente fora de contexto. Isso também tem a ver com a poesia, que soa como brega, coisa de gente velha que procura emoção em amassadas páginas amarelas.

Não, isso não é fundamental, é antes uma perda de tempo e uma alienação coletiva que creio, ser meticulosamente planejada para arruinar as esperanças do Brasil, país que poderia ser de primeiro mundo (mas que arruína a si mesmo, as suas esperanças: corrompendo-se, vendendo-se, fazendo maus negócios, sendo explorado e posto sempre em cheque, mate) – alguém aqui já percebeu o quanto não valorizamos os estudiosos, pois valorizamos os jovens, o jovem tem vez, estudante superior de 30 anos ou mais, o mercado não vê com bons olhos; por quê? Muito simples, no Brasil é errado pensar, e só tem vez os pândegos e os abridores de latas. Claro, dirão que isso é mentira e que não é bem assim, que o mercado procura padrões e dentro deles, experiências e nesta a formação. Mas começo a desconfiar que, sabe aquela história de que a classe burguesa, não quer que a classe dominada ascenda, pois bem, começo a achar que essa ideia de anárquicos, pode sim ter sentido, e pode se manifestar nos formatos de um funk - onde pode ser sim que haja algum jogo de interesse pois é muito improvável que um som tão sem conteúdo faça sucesso por um "tum que ta, tum tum tum, que ta" e umas letras repetitivas,quando não só falando besteira ou jargões tolos, isso para mim é inconcebível, não pode isso ser o inconsciente coletivo do Brasil, para mim, isso a alguém deve interessar  e desconfio que seja a classe dominante que disseminou o funk, para atrofiar o intelecto das classes menos favorecidas, invetivando o sexo, a algazarra e o ridículo, como a mais bela maravilha da atualidade, só que o tiro saiu pela culatra, agora o funk se alastrou e é quase impossível não ouvi-lo, seja por ele tocar em carros, em alto volume, pelas ruas, seja por tocar na festa do vizinho, seja por estar na teve ou no tweeter, o funk é impossível de ser não ouvido, e toca em todo lugar, em todas as classes sociais e para mim, isso só pode ser uma maquinação, pois recuso-me a aceitar que em país de tao alto nível de sonoridade, sejamos obrigados a ouvir o que para mim, é imposição de gravadoras. Afinal, é mais fácil estereotipar do que garimpar. É claro, que o funk surgiu nos morros cariocas  no início dos anos 90, tratas-se apenas de uma provocação a teoria exposta acima sobre o funk, que hoje em dia, está se transformando em vitrine e sensualismo, e deixando de lado a crítica social e o lado lúdico que tinham os funks originais, ou seja, do início do movimento do Funk, antes ainda se ser baile Funk. Mas agora, tudo está fora de controle e noção. 
     Assim é fácil afirmar que vivemos uma ditadura cultural, onde nos vende os torpes e esperam que deles façamos museus. Há um desestimulo muito grande aos artistas, e por vezes, a arte nos soa elitista e muito distante do povo. Algo precisa ser feito, e de minha parte, e de meus amigos e amigas, claro, nós apontamos o dedo, mostramos a ferida e para não dizer que não fazemos nada ou como se isso não bastasse, nós produzimos e entregamos a sociedade a nossa parcela artística, desse mundo tão carente de arte de de bons sentimentos.




 

 

RPG

E em nossa sessão da Urna Cúbica de Platina começa a ser transcrito a História II, o labirinto da Coifa e mostramos aqui um esboço dos mapas colados, ou melhor sobrepostos, que tal ver como está ficando a crônica de Mago? E claro, podem comentar a vontade.

 

 

 

 

 

 

 

CRôNICA SOBRE

O Feriado de Corpus Christi

 

A lembrança que tenho do feriado de corpus christi, é a de uma pausa no meio da semana, quando era menor. Depois, era uma festa para beber pela cidade, provavelmente uma das primeiras noites que mais vaguei horas a fio pela madrugada, foi nessa data; agora, hoje, o que vejo é um dia muito especial. 

Em São Marcos, o evangelho, capítulo 11, versículos de 1 a 11, vejamos:

Quando se aproximaram de Jerusalém, de Betfagé e Betânia, junto do Monte das Oliveiras, enviou Jesus, dois de seus discípulos,

E disse-lhes: Ide à aldeia que aí está diante de vós e, logo ao entrar, achareis preso um jumentinho, no qual ninguém ainda montou; desprendei-o e trazei-o.

Se alguém vos perguntar: Por que fazeis isso? respondei: O senhor precisa dele, e logo o mandará de volta para aqui.

Então foram e acharam o jumentinho preso, junto ao portão, do lado de fora da rua,e o desprenderam.

Alguns dos que estavam ali reclamaram: Que fazeis, soltando o jumentinho?

Eles, porém, responderam conforme as instruções de Jesus, então os deixaram ir.

Levaram o jumentinho, sobre o qual puseram as suas vestes, e nele Jesus montou.

E muitos estendiam suas vestes no caminho, e outros, ramos que haviam cortados dos campos.

Tanto os que iam adiante dele como os que vinham depois clamavam: Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor!

Bendito o reino que vem, o reino de nosso pai, Davi! Hosana, nas maiores alturas!

E, quando entrou em Jerusalém, no templo, tendo observado tudo, como fosse já tarde, saiu para Betânia com os doze.

 

Hoje sei que isso é corpus christi, que é reverenciar ao Cristo, é comungar, não pretendo me aprofundar muito nesse texto sobre questões religiosas, pelo texto se tratar mais de uma visão minha sobre essa epifania.  Uma epifania nada mais é do que uma festa com inspiração religiosa. E essa é a tradição de corpus christi, o povo daquela época, da região de Jerusalém, quando Jesus entrou montado em um jumentinho, o povo o louvou, cantando, pondo roupas para que o mestre passasse por cima e por fim, partiram para outra cidade, certamente deixando a paz entre aqueles que participaram da grande festa.

Mas aqui na cidade que vivo, Matão, em corpus christi sempre saíamos a rua de madrugada, alguns para enfeitar as ruas, em uma bela tradição de arte e fé, outros, como eu, saiam mais era pra beber mesmo, para chapar e vagar pela noite.  Ainda em Matão, tem ainda o famoso camelódromo, onde cetenas de vendedores ambulantes instalam-se na cidade, por dois dias, geralmente, trazendo produtos de variados tipos,  para fazerem a comercialização, onde a população carinhosamente chama esse lugar, o camelódromo, de shopping center da cidade. Camelódromo, vem de autódromos de camelôs.

Se não bastasse tudo isso tem libertadores ainda, lembro-me de um ano em que foi final de campeonato, um frio, geralmente é muito frio nessa noite, senão a mais fria do ano, aqui em Matão, e a festa estava feita: final de campeonato, feriado, diversão na rua até mais tarde, entre muito mais - sim , pois é um grande feito essa data na cidade, onde o marasmo típico é quebrado por mudanças de hábitos, como frequentar uma feira de madrugada ou sair em uma procissão as quatro da tarde.  Fora festas que acontecem, eventos open bar, praças de alimentação, etc.

É uma bela festa sim, me arrependo de ter gasto tanto tempo com bebidas e não indo enfeitar as ruas, por exemplo. Datas especiais são assim mesmo, sempre deixam em nós a impressão de que poderiam ter sido mais incríveis ainda, mas no meu caso foi desperdício mesmo.

O que importa é que sempre tem um novo ano, uma nova festa. Sempre podemos fazer de outro modo, e mesmo que alguma coisa tenha se perdido, ainda assim, podemos lembrar que em dias assim, nos sentimos mais humanos, e gostamos mais ainda de encontrar os amigos, gostamos de nos ver e nos divertir, e mesmo os inimigos, gostamos de vê-los nesses dias, para ver como estão indo; e assim vamos,  vamos refinando nossos gostos, mas na essência somos o mesmo, e o brilho daquela data tão especial, que achamos que não aproveitamos direito, de repente retorna, e podemos fazer de um modo totalmente diferente, totalmente mágico. Podemos e por vezes temos, a nossa sonhada, segunda chance ao nosso alcance, basta abrirmos os olhos e vermos, no momento em que nos for permitido ver.

 

DE 2013 PARA FRENTE

Editorial

    Adentramos em 2013 tendo uma certeza n'alma, o Brasil está crescendo. Impulsionado pelos grandes eventos internacionais e por ser o país queridinho da vez, pelo Brasil não ter sentido os efeitos da crise tão profundamente, por isso e muito mais, o Brasil é muito bem visto e falado.

   Nós, sabemos que aqui nós temos  muitos e graves problemas, mas, vamos nos focar em um: nossas Matas. Nossas áreas verdes contém todas as cores: o azul dos rios, o dourado das riquezas, o amarelo dos indígenas, e muitas outras cores, as cores dos pássaros, dos minérios, das flores e a cor do ar renovado, fresco da Mata. 

    Entretanto, estamos desmatando muito, todos nós, não só os grileiros, os lobistas, os capangas, os homens em busca de fortuna, os cruéis por natureza, os pastores, a senhorinha pacata, todos estamos à colaborar com o desmatamento, quando não fazemos nada, não assinamos petições enquanto ficamos vibrados em nossos nichos cotidianos nem percebemos que uma família de uirapuru não vinga, justamente porque não há quem os proteja mas há muitos que querem destruir seus habitats.

   Em 2013, não haverá mais espaço para mentiras e hipocrisias, só existe dois tipos de atitudes: ou você está fazendo algo que irá melhorar ou planeta ou você não faz nada, é complacente com quem destrói, ou você mesmo é o destruidor. Há opções: ou vocês preferem zelar e construir, sem desmatar e aniquilar, ou vocês desmatam e matam sem dó, alias, o que tem aqui é nosso.

Só uma dica, não somos os donos do planeta, somos uma espécie e precisamos dele para a existẽncia de outras espécies e para a continuidade da nossa própria espécie. 

Destruir o planeta não é uma atitude inteligente. Visite o site do Greenpeace, Link aqui.    

 

 

 

 

MAIS CAMARADAS PARA ESSE BLOG

 

   Recentemente, eu, Edson Souza, a mente por trás de tudo que há aqui, claro, exceto os comentários e as visualizações, isso já é da vossa parte, recentemente eu criei  um perfil na rede social Facebook, com o nome, Livros do Edson, é possível acessar a página pelos widgets do lado, ou se preferir, clique aqui.   

    Já em tempo, agradeço à todos que adicionaram Livros do Edson como amigo e irei retribuir, tanto no face quanto aqui no blog, com ótimas postagens, espero que gostem, com conteúdos variados e com o melhor que conseguir fazer para vós, nossos queridos amigos leitores, muito obrigado.

    Especialmente em relação ao face, podem ficar tranquilos, e sossegadas, Livros jamais irá vasculhar suas fotos pessoais, é possível que Livros compartilhe algo seu, mas só aquelas frases, aqueles postais do face e jamais fotos de família ou outros fatos particulares de sua vida, como vocês confiarem em mim, vou retribuir sendo o mais discreto e ofuscado possível, e claro, usem o face para curtir, enviar mensagem, compartilhar, vocês sabem minha opinião " A net somos nós quem fazemos"; e de fato, penso assim, a Net somos todos nós, demos que dar o nosso melhor nela para que seja um oásis em meio a nossa vida tão agitada das ruas.    

   É um imenso prazer saber que mais e mais pessoas interessam-se por assuntos literatas, mesmo de um autor como eu, desconhecido e que não teve sua obra reconhecida, AGRADEÇO SINCERAMENTE vocês que acessam esse blog e leem meus escritos, entretanto não posso me considerar de nome, renome, eu escrevo, isso é  fato, em    135 dias desde que o blog foi pro ar, mais de 2100 pessoas viram o blog, média de 16 camaradas por dia, é um número excelente,uma vez que tenho pouca visibilidade e poucos me conhecem. Mas isso não é suficiente para considerar-me renomado, eu escrevo e é só isso, as pessoas, vocês amigos e amigas, estão vendo o blog, comentando, mas mentiria se dissesse que  isso me consagra, eu aprovo sim, a atitude de vocês, de acessarem o blog, opinarem, me adicionarem ao face, mas ainda temos muito trabalho pela frente e falta muito ainda para que o blog seja considerado um sucesso;

   Por isso, adiantando o nosso post semanal, que venham 2013, com tudo que o ano tem direito, e que façamos nosso trabalho, com a Fé no Melhor, pois só assim teremos a sociedade de queremos.

 Se você pode dar o melhor de si, por que se contentar com o comum?

    Bom ano à todos e Boa Leitura, prezados camaradas.

 


CORO_SÓ_NU



cantando em coro
porém sozinho e dissonante
alcanço o grave temido 
que vibra tudo ao meu redor
e causa abalos e tremores.

Refraniando
solidão, desânimo
que tranca-me nu 
despido de mim
num domingo infeliz
fechando janelas e portas
fechando pupilas e portões,
deitando sobre meus chacras
comprimindo-os para reter suas energias
que exalam enquanto eu desgostoso 
só queria que tudo que eu quis jamais quisesse.

Eu nunca sei
sempre equivocado
estou
morto de vontade de nada
sempre com nada
Just Only Lonely - desgostoso
Nu de Mim e de Outras
Solto nas Trevas gélidas,
deitado na relva
de padraria venenosa 
habitada por peçonhentos famintos
despido de mim e de outros,
de todos,
absorto no nada
no é-ter - nada
no éter - nunca
dependurado de cabeça para baixo
na erva daninha da morte
desfiam meu coro em linhas melimétricas
com um bisturi-espinho de solidão,
desânimo
que comem-me cru.
Vendo-me ser comido
causar salivações e atiçamento 
sem a parcela minha da graça
sirvo ao deleite alheio
e nunca sobra-me algo;
Não resta nem meu corpo Nu.





FODALISMO

Como Todos sabemos

o Universo é um Disco

e Deus é o Dj.

 

Nós somos resíduos

de um fagulho de agulha

que se desprendeu em um scratch.

 

E meu toca cd

tem a qualidade sonora

e potente

de uma Jukebox Digital!

 

Rompe-se

Rompe-se Tudo

e só sobra acetato

para fazer outras faixas.

 

COMO OS ESCRITORES SOFREM

 

    Meu amigo, por acaso gosta de uma boa leitura, aprecia uma bela escrita e se comove quando está produzindo um escrito! Então ouça o que tenho à dizer.

    Toda pessoa que gosta de escrever no Brasil, está sujeita a um sofrimento. Há outros que já nem sofrem tantas dificuldades em publicar as suas obras, seja em jornal ou até mesmo livros. Ao menos, tanto  os escritores sem voz ativa, quanto os escritores com seu espaço publicável, concordam em um ponto: não é fácil escrever no Brasil. Seja porque é escasso o público literário, seja porque os preços dos livros são pouco acessíveis ou extremamente caro para o padrão econômico brasileiro, seja porque é complicado para um jovem escritor arrumar espaço para publicar seus escritos ou seja porque no Brasil,os escritores são menosprezados, uma conclusão indiscutível é que "Escritor no Brasil, sente-se pouco incentivado". 

    E esse povo brasileiro, que tudo o que faz, faz tão bem, deveria olhar com melhores olhos para os talentos que aqui existem. Pois se é dado incentivo a um escritor com talento, e esse,por sua vez, dedicar-se, com um certo tempo nessa arte, o país pode ganhar um escritor da literatura universal. Falta olhar com bons olhos para quem escreve, pois a maioria dos escritores desconhecidos, claro, como todo brasileiro, tem talento e falta apenas que os tratemos com dignidade - por que não deixar que quem deseja produzir literatura não o faça o que quer? Na pior das hipóteses, será um fagulho, uma centelha de arte e, com sorte e empenho, pode ser, que deixando aqueles que querem escrever,livres para escreverem, acabemos ganhando um tesouro: um bom escritor.

     Um escritor no Brasil,nunca é levado à sério. Quem começa a escrever sente uma barreira que sempre lhe diz "Esse Não é o Caminho" . Quem escreve percebe que logo e dia a dia, esse caminho fica mais e mais estreito e muito complicado de seguir. E pouquíssimos são os escritores que podem se dizer realizados, no Brasil. E então,por que se escreve, já que existe um mundo todo que se impõe contra e diz que é melhor não dar atenção à arte de escrever?

    Por que quem escreve admira o que faz. Porque existe mais prazer exercitando a escrita do que se mantendo indiferente. Para quem gosta de escrever/ler, nada importa a não ser a realização do ato: nada importa senão escrever. Mesmo que pouco se faça para estimular a produção literária ou mesmo que todos ao redor do escritor os incentivem a parar de escrever, se o ser tiver força de vontade de continuar a escrever, ele escreverá. Não importa se o mundo todo vai contra o todo vai contra o escritor, se ele se desgasta, em pleno deleite pelo escrever. Nem que a comida lhe falte, a letra será o arroz dele - a letra, é a vida intelectual do escritor, e parar de escrever significaria o mesmo que "morrer" intelectualmente. Quem gosta de escrever, sempre escreverá, até que o prazer pelo escrever cesse ou até que a vida do escritor termine. Escrever é para quem gosta de faze-lo, uma outra vida dentro da própria vida. Assim, muitos se fascinam pelo mundo paralelo que é possível encontrar na literatura; alguns fazem desse mundo literata, algo tão intenso que os contemplam chorando, outros encontram-no raciocínio, outros nas ideias arquitetadas das escritas e outros, ainda, encontram-na (a graça) em formas de linhas e letras. Tudo isso é uma outra realidade, a realidade das abstrações. 

    Escrever é a música silenciosa, é a construção das danças das palavras, é ouvir sinos enquanto se produz. E não, isso não é uma desalocação da realidade dos outros, é apenas embalsado por letras e elegâncias transfiguradas por palavras. Pois quando se escreve o mundo é outro, é outra a visão, outra forma de pensar e sentir. Todos deveríamos escrever, mas como isso não é possível,  pois a própria natureza decide qual talento dará à cada um, cabe a nós ajudarmos quem deseja escrever, a fazê-lo. Pois, geralmente, quem gosta de escrever, não apenas, gosta por acaso; geralmente, quem gosta de escrever, gosta disto fazer porque é bom ler depois de feito - ou seja, quem gosta de escrever gosta disso porque depois de terminado a obra, ainda existe ali a beleza conservada.

   Toda produção literária causa prazer quando está sendo escrita, porém só as melhores obras conservam-se frescas e com o brilho próprio depois de concluídas. Isso é escrever bem: é ter uma obra que independentemente de de quando for lida, trará ainda uma centelha do aroma novalício, que se exala enquanto os escritores escrevem: escrever bem é escrever algo que depois de terminado se conservará em forma e em bom estado de leitura para um longo sempre. Uma boa obra, a partir do momento em que foi escrita, não se perde mais, e será para todo o sempre, uma boa obra....já uma produção não tão bem sucedida, dará gosto para quem a escreve, porém, depois de terminada e lida, perderá sua graça e o verdadeiro valor da obra fora apenas o de dar gosto ao autor.

   Mas, independente, de se produzir boas ou más obras, deve-se escrever. Pois mesmo que não se produza  algo sublime e encantador, no mínimo, o ato de escrever trará alegria a quem o pratica e isso não incomoda ninguém. Já no caso de quem escreve e acaba produzindo obras que trazem fascínio quando lidas, deve-se incentivar esse escritor,pois obras melhores ainda virão, certamente.

    Parece um sonho, acreditar que o povo ganhe gosto por leitura ou literatura? Que absurdo, não devria assim parecer.

    Nas ruas, as pessoas andam com pressa e atrasadas, andam atarefadas com seus negócios, como esperar atenção das pessoas á literatura?  Literatura exige tempo. E como desejar esse tempo se toda a atenção das pessoas já está voltada para as rotinas do dia a dia?

    A leitura não pertence a esse país, será que um dia pertencerá? Não somos um povo que olha com bons olhos para livros. Nossa rotina, faz, de tempos em tempos, que a literatura fique menos importante, mas não deveria ser assim. Outros hábitos como ver tevê, por exemplo, retiram preciosos minutos da nossa atividade de leitura.

   Essa nossa cultura, pouco valoriza, não só o livro, mas também, pouco valoriza os escritores, em geral. E desculpem-nos a audácia: Um cantor ou cantora de Axé é incontavelmente, mas muito, muito mais, valorizado que um escritor. Não se valorizam os escritores e os bons escritores fugiram para as Sombras,nunca à aparecer nos palcos, para darem o ar de suas graças.Ocorre que com a mídia tão pouco voltada aos bons escritores, a mídia apenas interessada a mostrar os livros que lhes convém, de suas editoras ou e seus catálogos e os jovens escritores, não lhes resta espaço, bem, talvez na internet. Pois como esperar que novos escritores surjam, se até mesmo já os bons e consagrados escritores estão escondidos? 

   Esse país desaprendeu como tratar literatura. parece que mudanças virão, agora mais ainda com a cesta cultural, pena que só pra quem trabalha em com carteira assinada, mas já é um começo. Tomara que tudo mude mesmo, pois um povo apreciador de literatura é um povo mais esclarecido e bem observador. Uma nação com capacidade de boa observação, sabe exatamente onde está e para onde vai, pois olha ao seu redor para concluir suas reflexões e mais do que isso, não é feita de boba.

    Valorizemos os escritores pelos motivos acima citados.E para provar a importância de ler/escrever, fiquemos com essa interrogação: O que um país ganha não valorizando livros e valorizando os meios televisivos?

    Quem unicamente se entreter assistindo televisão ganha sua própria renuncia ao universo que existe no saber.

    Assim,talvez, com pequenas mudanças nos hábitos. O futuro não será como o presente e haverá, finalmente, de chegarem os novos dias.   








Atualizações


    Em Atualizações dizemos o que está acontecendo aqui no blog. Pois nosso blog, alem dessas postagens já conhecida da maioria dos leitores de blog (essas novas postagens, este conteúdo na página principal), temos também as páginas/ livros, que nada mais são que conteúdos  separados por uma determinada temática, vamos a eles:  


    Temos a página/livro O conto do Noctâmbulo. Que o nome já diz quase tudo, são contos, são histórias sobre aqueles que andam, que vagam pela noite. Trata-se de textos marginais, mas não apológicos, muito pelo contrário, um narrador vai contando a história e mostrando como o caminho do crime e do marginalismo não dá fruto algum.  Agora estamos na Parte II do livro. Interessou-se, veja no link o conteúdo. LINK AQUI.


    Temos também, nossa Seção de Poemas, que intitula-se Prosas, e Poesias, todavia, essa semana, tivemos problema no livro pagina (mas já estamos resolvendo isso para publicarmos normalmente poemas no link correto)  e transcrevemos o poema Banco24hrs no link, postagem Hi Tech Teco,  uma vez que o poema faz parte do projeto. LINK AQUI.


    Escrevemos também novos textos em Os Excluídos Renegados, que mostra a história de Stephano e sua expulsão do Paraíso, nós vimos que Stephano achou uma sociedade dentro da sociedade, chamada os Desprezadores de Corpos. Leia o texto, LINK AQUI


     Temos ainda RPG, um jogo de interpretação num sistema de regas, baseado no cenário de MAGO: A ASCENSÃO, A Urna Cúbica de Platina é uma gigantesca crônica de Mago e estamos transcrevendo-a aos poucos, é muito material mesmo e ela será posta na integra, mas por enquanto estamos ainda na Cena I do Capítulo III, bem no comecinho mesmo.  Pusemos uns scans , são testes mas vamos deixa-los na livro/página. Gosta de RPG, quer dar uma olhada? Veja no link. LINK AQUI.


    Caso queira ir direto para um conteúdo, em todas as tela do blog, no canto superior esquerdo tem um menu "PÁGINA/LIVROS, e estará lá nos nomes os listados, basta clicar e ir. Repare que no menu citado temos ainda Teatro; Ensaios, Relíquias e Acessórios; Páginas para vocês, amigos leitores mandarem seus textos e também o link das nossas atualizações. E Claro, sempre vc pode comentar, curtir, postar, compartilhar, enviar email, participar pelo inbox, vocẽ é quem sabe, de um jeito ou de outro, sua mensagem eu receberei. E agradeço muito por isso, por ser o nosso feedback, nossa resposta perante à tudo o que postamos no blog. Sua opinião para nós é realmente muito importante. Fale conosco.

    Como puderam perceber, na edição de hoje, da primeira quinzena  de Janeiro, optamos por  usar editorial para falar da mata e por poesia.  Depois Um texto sobre como os escritores sofrem. Tivemos essa seção e agora vocês ficarão com mais uma poesia e um set, agradeço, agradecemos imensamente ao interesse de vocês pela minha poesia e minhas mixagens.

  Ao Lado, poemas meu " A Prosa Real" e "Restou-lhes"; e  gosto sempre de convida-los à Participem do site, deem suas opiniões e jamais se ofendam com as ideias aqui do blog,  trata-se apenas de ideologias e não de opiniões pessoais. E Mais uma vez, você também pode adicionar a gente no face; boa leitura!!!!

   Assim, oque queremos é que fiquem bem e á vontade, aqui só debatemos as ideias, JAMAIS temos o intuito de ofender ou menosprezar, igualmente, valorizamos todas as pessoas. 

PROSA_REAL

Quando se vive em Matão
e é-se diretor social(cultural)
não se deve oferecer oficinas e conferências,
isso, gratuito, deve-se fazer só em sp 
porque na capital tem teatro de rua,
show na faixa, performance da galera
e concertos em parques...

Em Matão,
deve-se oferecer espetáculos
e não tabernáculos
porque na prática
vem a iniciação pela observação.

Contratem, Secretárias Municipais do vale Saudoso,
fechem com grupos de atores,
com grupos de cantores,
chamem os artistas da língua e do corpo

aí, sim, esperem cobranças
e participações em worshops
Porque depois de aprender,
nós queremos é fazer.





RESTOU-LHES

O passo espantoso, 
a falta de dvds
pois sua grana foi queimada
sobre cinzas e tragadas

Sobrou-lhe a escuridão do estradão
a vigília que te denuncia louco,
se'u não apronto na rua
vai em casa mesmo

E de toda a forma
vou aniquilando minha vida.



set Goal Goa


RESTOU-LHE

 

O corte duplo da faca amola meu dedo

contanto que meu sangue não toque 

a Mercedes Benz

do esmerilhador das grades florestais,

o vermelho impregna o Cascão

pueril do auto importado 

comprado a custa da escravidão

de mão de obra unissex

 

Fique com teu sono quebrado

sua adaga fudida

garanta teu ponto de hoje,

a noite é de caça

aos patos bem selvagens, gatinhas castas

e cobras corais, por sorte, falsas;

adoce a boca amarga da sede,

da sede por companhia e atenção

da sede por amar.

Pois mesmo quem odeia necessita de amor;

mesmo quem mata, faz filhos

e quem desdenha quer comprar.


Restou-lhe nada,

ao menos a lembrança

do que tinha e já não tem?

_ Nada!


Restaram-lhe quantas pedras na mão?

Quanta mágoa corrói o seu coração?

Restou-lhe,por acaso, aí dentro, algum perdão?

E quanto ainda tem pela frente de chão?


Restou-lhe, daqueles dias,

a tristeza da solidão

o desprezo pelo ódio

e a paixão pela liberdade


Hoje, resta-lhe

o claro dia

ao som de This is Mortal Coil

e 4 Bhramas e 1 catuabeira 

que lhe faz sombras e dá-lhe frutos.


Floresce o colchão d'água

da abundância

Consertam-se as curvas

da ignorância

doa-se tudo,para que assim,

quando viesse a sobrar,

não sobra-se nada;

pois é melhor não restar

do que quando fartar 

só ter nada.