blog de Escritor: Edson Fernando



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Aproveitando as imensas facilidades do mundo on line e, também, aproveitando o imenso conteúdo que tenho de material escrito, resolvi transcrever uns livros on line.
É um projeto longo, acho que vai levar um tempo, mas as semente foram lançadas. E ora, os frutos, os frutos serão os mais variados possíveis, como agregar novos leitores e aumentar a minha visibilidade,além de proporcionar um pouco de diversão e cultura gratuitamente a todos vocês.Espero que gostem!

Boa Leitura, Leitores Amigos.

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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Corpus Christi de Livros do Edson

SESSION Of The Finest House EVER

 

 

para baixar o set via 4shared, clique aqui

Começamos essa postagem de Feriado de Corpus Christi com um set meu, de dj edsonnando, descobri recentemente que já tem um dj de las vegas, se não me engano que já usa o dj nn, então vou ter que ficar com edsonnando mesmo. E começamos com esse set.

Também conhecido como Andante Molto Moderata (em homenagem a um ritmo de música clássica, em referência as batidas reguladas em uma só velocidade do começo ao fim do set).

O conjunto de músicas é puramente house, porém, o mais variado possível - abre com o novíssimo som de Gorrilaz, Melancholic Hill e já segue para uma Big Room, estilo de house bem trabalhado e melódico, diretamente da índia, Dj dev com a participação de Dj Aqeel, a canção Phir Mohabbat. O set segue com novidades como Safe And Sound,o nome é um trocadilho em inglês para a Som e Salvo, ou seja uma galera de boa, que só se encontra ouvindo um som. Depois ainda tem EDX, super dj britânico, com seu hit Give It for love. O set vai no fundo do bau, buscar Sting, com o remix club de desert a rose, e logo depois vai até a itália, som novíssimo também, com Valentino kanzyani, e sua Nesimtitule, minimal house, de primeira, com elementos de prog house e percussões detalhistas.  Logo depois temos a dobradinha de Nervo e Icona Pop, dois dos nomes que consideram os melhores da cena dance. E em seguida, sessão flash bach, com Diana King e Maria Montell. O set termina com Calvin Harris e George Acosta. Espero que gostem amigos, boa audição.


 

Eu Perdi a Minha Escrita


Já não sei mais como escrever
foi-se meu tempo de escritor

Sempre compunha versos longos
abarrotados de simbolismos realistas

Agora,
logo após o baile distante

minha alma exauriu-se
e fluiu como um rio
para a fruta que partiu
com o raio que o surgiu
  • logo lá, ao lado da Masmorra do DemoPopulação

Restou o edson que compunha
e que agora retunda em fontes
podres, contaminadas pela mácula
da destruição, que veio do templo
da ruína, da moradia do ódio,
disseminando rancor, violações e distúrbios

E hoje em dia quem mais tem distúrbios
mais é aceito e respeitado – pelo medo, claro

E quanto mais medonho
mais se mostra

Enquanto nós
ficamos por aqui
com esses livros,
esses cds e 
aquilo que mais 
ninguém ama 


 

A Mão Invisível que Engrena o Mundo





Será que realmente já paramos para pensar, o por que de fazermos certos atos? O que de repetirmos sempre as mesmas coisas? Por que “seguimos o mestre”? Pois uma vez que manda quem pode, obedece quem tem juízo. E que juízo governa quem acha que é interessante ter um carro com som estrondoso, fazendo desassossego na área residencial, em pleno dia de descanso? Ouvindo aquelas músicas terríveis, que nos fazem uma verdadeira lavagem cerebral. Ao passo que muitas meninas acham bonito ser mãe aos 16 anos, para depois deixar seus filhos com a avó, para que ela crie como filho, enquanto essas mesmas garotas vão ao baile Funk, afinal, requebrar é fundamental, não é mesmo? Tão fundamental como as misteriosas cadeiras que dizem sobre o controle e nos avisam. Pois o pensar está fora de moda e totalmente fora de contexto. Isso também tem a ver com a poesia, que soa como brega, coisa de gente velha que procura emoção em amassadas páginas amarelas.

Não, isso não é fundamental, é antes uma perda de tempo e uma alienação coletiva que creio, ser meticulosamente planejada para arruinar as esperanças do Brasil, país que poderia ser de primeiro mundo (mas que arruína a si mesmo, as suas esperanças: corrompendo-se, vendendo-se, fazendo maus negócios, sendo explorado e posto sempre em cheque, mate) – alguém aqui já percebeu o quanto não valorizamos os estudiosos, pois valorizamos os jovens, o jovem tem vez, estudante superior de 30 anos ou mais, o mercado não vê com bons olhos; por quê? Muito simples, no Brasil é errado pensar, e só tem vez os pândegos e os abridores de latas. Claro, dirão que isso é mentira e que não é bem assim, que o mercado procura padrões e dentro deles, experiências e nesta a formação. Mas começo a desconfiar que, sabe aquela história de que a classe burguesa, não quer que a classe dominada ascenda, pois bem, começo a achar que essa ideia de anárquicos, pode sim ter sentido, e pode se manifestar nos formatos de um funk - onde pode ser sim que haja algum jogo de interesse pois é muito improvável que um som tão sem conteúdo faça sucesso por um "tum que ta, tum tum tum, que ta" e umas letras repetitivas,quando não só falando besteira ou jargões tolos, isso para mim é inconcebível, não pode isso ser o inconsciente coletivo do Brasil, para mim, isso a alguém deve interessar  e desconfio que seja a classe dominante que disseminou o funk, para atrofiar o intelecto das classes menos favorecidas, invetivando o sexo, a algazarra e o ridículo, como a mais bela maravilha da atualidade, só que o tiro saiu pela culatra, agora o funk se alastrou e é quase impossível não ouvi-lo, seja por ele tocar em carros, em alto volume, pelas ruas, seja por tocar na festa do vizinho, seja por estar na teve ou no tweeter, o funk é impossível de ser não ouvido, e toca em todo lugar, em todas as classes sociais e para mim, isso só pode ser uma maquinação, pois recuso-me a aceitar que em país de tao alto nível de sonoridade, sejamos obrigados a ouvir o que para mim, é imposição de gravadoras. Afinal, é mais fácil estereotipar do que garimpar. É claro, que o funk surgiu nos morros cariocas  no início dos anos 90, tratas-se apenas de uma provocação a teoria exposta acima sobre o funk, que hoje em dia, está se transformando em vitrine e sensualismo, e deixando de lado a crítica social e o lado lúdico que tinham os funks originais, ou seja, do início do movimento do Funk, antes ainda se ser baile Funk. Mas agora, tudo está fora de controle e noção. 
     Assim é fácil afirmar que vivemos uma ditadura cultural, onde nos vende os torpes e esperam que deles façamos museus. Há um desestimulo muito grande aos artistas, e por vezes, a arte nos soa elitista e muito distante do povo. Algo precisa ser feito, e de minha parte, e de meus amigos e amigas, claro, nós apontamos o dedo, mostramos a ferida e para não dizer que não fazemos nada ou como se isso não bastasse, nós produzimos e entregamos a sociedade a nossa parcela artística, desse mundo tão carente de arte de de bons sentimentos.




 

 

RPG

E em nossa sessão da Urna Cúbica de Platina começa a ser transcrito a História II, o labirinto da Coifa e mostramos aqui um esboço dos mapas colados, ou melhor sobrepostos, que tal ver como está ficando a crônica de Mago? E claro, podem comentar a vontade.

 

 

 

 

 

 

 

CRôNICA SOBRE

O Feriado de Corpus Christi

 

A lembrança que tenho do feriado de corpus christi, é a de uma pausa no meio da semana, quando era menor. Depois, era uma festa para beber pela cidade, provavelmente uma das primeiras noites que mais vaguei horas a fio pela madrugada, foi nessa data; agora, hoje, o que vejo é um dia muito especial. 

Em São Marcos, o evangelho, capítulo 11, versículos de 1 a 11, vejamos:

Quando se aproximaram de Jerusalém, de Betfagé e Betânia, junto do Monte das Oliveiras, enviou Jesus, dois de seus discípulos,

E disse-lhes: Ide à aldeia que aí está diante de vós e, logo ao entrar, achareis preso um jumentinho, no qual ninguém ainda montou; desprendei-o e trazei-o.

Se alguém vos perguntar: Por que fazeis isso? respondei: O senhor precisa dele, e logo o mandará de volta para aqui.

Então foram e acharam o jumentinho preso, junto ao portão, do lado de fora da rua,e o desprenderam.

Alguns dos que estavam ali reclamaram: Que fazeis, soltando o jumentinho?

Eles, porém, responderam conforme as instruções de Jesus, então os deixaram ir.

Levaram o jumentinho, sobre o qual puseram as suas vestes, e nele Jesus montou.

E muitos estendiam suas vestes no caminho, e outros, ramos que haviam cortados dos campos.

Tanto os que iam adiante dele como os que vinham depois clamavam: Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor!

Bendito o reino que vem, o reino de nosso pai, Davi! Hosana, nas maiores alturas!

E, quando entrou em Jerusalém, no templo, tendo observado tudo, como fosse já tarde, saiu para Betânia com os doze.

 

Hoje sei que isso é corpus christi, que é reverenciar ao Cristo, é comungar, não pretendo me aprofundar muito nesse texto sobre questões religiosas, pelo texto se tratar mais de uma visão minha sobre essa epifania.  Uma epifania nada mais é do que uma festa com inspiração religiosa. E essa é a tradição de corpus christi, o povo daquela época, da região de Jerusalém, quando Jesus entrou montado em um jumentinho, o povo o louvou, cantando, pondo roupas para que o mestre passasse por cima e por fim, partiram para outra cidade, certamente deixando a paz entre aqueles que participaram da grande festa.

Mas aqui na cidade que vivo, Matão, em corpus christi sempre saíamos a rua de madrugada, alguns para enfeitar as ruas, em uma bela tradição de arte e fé, outros, como eu, saiam mais era pra beber mesmo, para chapar e vagar pela noite.  Ainda em Matão, tem ainda o famoso camelódromo, onde cetenas de vendedores ambulantes instalam-se na cidade, por dois dias, geralmente, trazendo produtos de variados tipos,  para fazerem a comercialização, onde a população carinhosamente chama esse lugar, o camelódromo, de shopping center da cidade. Camelódromo, vem de autódromos de camelôs.

Se não bastasse tudo isso tem libertadores ainda, lembro-me de um ano em que foi final de campeonato, um frio, geralmente é muito frio nessa noite, senão a mais fria do ano, aqui em Matão, e a festa estava feita: final de campeonato, feriado, diversão na rua até mais tarde, entre muito mais - sim , pois é um grande feito essa data na cidade, onde o marasmo típico é quebrado por mudanças de hábitos, como frequentar uma feira de madrugada ou sair em uma procissão as quatro da tarde.  Fora festas que acontecem, eventos open bar, praças de alimentação, etc.

É uma bela festa sim, me arrependo de ter gasto tanto tempo com bebidas e não indo enfeitar as ruas, por exemplo. Datas especiais são assim mesmo, sempre deixam em nós a impressão de que poderiam ter sido mais incríveis ainda, mas no meu caso foi desperdício mesmo.

O que importa é que sempre tem um novo ano, uma nova festa. Sempre podemos fazer de outro modo, e mesmo que alguma coisa tenha se perdido, ainda assim, podemos lembrar que em dias assim, nos sentimos mais humanos, e gostamos mais ainda de encontrar os amigos, gostamos de nos ver e nos divertir, e mesmo os inimigos, gostamos de vê-los nesses dias, para ver como estão indo; e assim vamos,  vamos refinando nossos gostos, mas na essência somos o mesmo, e o brilho daquela data tão especial, que achamos que não aproveitamos direito, de repente retorna, e podemos fazer de um modo totalmente diferente, totalmente mágico. Podemos e por vezes temos, a nossa sonhada, segunda chance ao nosso alcance, basta abrirmos os olhos e vermos, no momento em que nos for permitido ver.

 

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