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Estão subindo Arquivos cada vez mais Bizarros na Web na Intenção de Ver se o Divino Resolve-Se por fazer Igual Sodoma e Gomorra Outra Vez

Desconfiamos que os outros estão pretendendo subir arquivos cada vez mais bizarros e grotescos na Internet para ver se o Divino faz suceder à Terra outro acometimento como o que houve em Sodoma e Gomorra.


Preciso solicitar ao leitor que [...] não se esqueça de que a duplicidade que há na discrepância entre o dialético e o mítico é um dos indícios, um dos vestígios que oxalá conduzirão à diferenciação daqueles dois lados que pela força do tempo e da intimidade se tornaram aparentemente indissociáveis (KIERKEGAARD, 2015, p. 83).


Introdução

Que tal termos uma pergunta, uma proposta inicial. O que mais chama a nossa atenção: as coisas da terra; ou as coisas que estão além da terra e do espaço?
Kierkegaard (2015) afirma que é muito comum que caiba ao mítico a arte da especulação ou o abordar de assuntos que venham a extravasar com o mero e corriqueiro campo do material ou do humano.
Ou seja, de um lado se tem a amplitude do que é material e humano. E em outro ponto, em uns outros níveis, existe então a possibilidade de se investigar ou de se divagar sobre o mítico, que é o que se diz nas lendas, ou sobre as divindades, dos mitos e etc.
Então, existe sempre dois lados: o concreto e o simbólico. E de certa forma, mesmo no conjunto da realidade concreta (concreto) das coisas, sempre também se terá outros embates, como a questão de que se algo serve a nós (isto é: a si mesmo ou ao eu) ou se serve aos outros (isto é: a você, ou ao tu, eles e etc.). Ou seja, ‘se é material e se isto é pra mim ou se é para o outro?’: estas questões sempre vão haver por estas terras...
De certa forma, há muitas pessoas hoje em dia que aguardam pelo fim do mundo ou dos tempos (ou o momento em que o espiritual estará afetando totalmente o mundo físico). Ou então aguardam por alguma coisa que venha a acontecer de bizarro e trágico às cidades, como o que ao menos tenha acontecido em Sodoma e Gomorra: onde todos os moradores e viandantes de passagem por aquela cidade, isto com exceção de Ló – que foi literalmente avohai de Ben-Ami (Amom) e Moabe (pai dos moabitas) – e exceção também de duas filhas de Ló, onde todos os moradores de Sodoma e Gomorra foram destruídos com uma chuva de fogo e enxofre; e mesmo quem em caminho, se se atrevesse a olhar para trás e ver o que estava acontecendo em Sodoma e Gomorra se tornava, instantemente, uma estátua de sal (GÊNESIS, Cap. 19). Lembraram o que houve em Sodoma e Gomorra?
O capítulo XIX da Gênese, segundo a versão da Bíblia Sagrada, diz que Ló de Zoar se salvou de Sodoma e Gomorra com sua família, mas sua mulher olhou para trás e se tornou uma estátua de sal, e apenas Ló e duas filhas dele conseguiram saírem vivos e sem serem violentados pelos homens bárbaros e com perversões sexuais de Sodoma e Gomorra.
Porém, como será visto mais a frente neste post, a questão de Sodoma e Gomorra está ligada mais a cultura daqueles povos primitivos e a associação que eles faziam destas práticas com o mítico, ou com Deus e com a aprovação Dele ou não, do que com qualquer outra coisa. Enfim, é uma questão de inconsciente coletivo sim, de um desencarne de consciência; mesmo que de fato seja real o que houve a Sodoma e Gomorra, o que houve lá não foi uma punição à homossexualidade, mas sim uma severa repreensão à barbárie, à bestialidade e as prática do estupro. E se de fato houve aquilo, foi para contribuir para a melhoria das relações sociais, e não meramente para punir os gays mais primitivos, como sugerem algumas outras teorias.
Neste ponto, se percebe talvez não apenas a ligação entre o mítico servindo para regular e afetar as questões sociais, mas também isto se relaciona com aquilo que entendemos de nós e dos outros, e que também se relaciona com a postura que assumimos quando impomos que os outros devam fazer exatamente aquilo que fazemos; sendo que isto não é verdade porque na natureza, cada indivíduo tem uma função e um conjunto de caraterísticas peculiares, isto ainda dentro da sociedade coletiva em que o indivíduo está inserido.
Ou seja, é justamente a diversidade e a ampla capacidade dos indivíduos coletivamente, formando uma sociedade ampla e diversa, que trazem inovação e criatividade aos povos, e não um cultura uniforme apenas como sendo a cultuada, sendo semeada como que por aviões em terra fértil do intelecto o povo da nação, dando-lhes um rumo único e sem opções. O que torna rico culturalmente um povo não é o quanto de sua [cultura] tradicional que prevalece sobre os modismo, mas é como os modismo são afetados por uma dada cultura de um povo ou de uma região.
Percebe-se, assim, o desenvolvimento e a capacidade de intelectualidade e de criação que cada indivíduo tem, através de como a sociedade ao qual ele está inserido se relaciona com ele, de acordo com suas capacidades intelectuais e cognitivas que ele tem mais do que com as posturas ou trejeitos que este sujeito tenha; ou seja, observando assim o desenvolvimento social através de como trata os indivíduos na razão das virtude e não de seus hábitos ou de suas culturas exóticas que tenha.
Sendo que se foi por muito tempo que era cabido ao indivíduo que detivesse que se adaptar a sociedade para ser bem sucedido e ser aceito nos meios sociais, hoje, de fato, são os meios sociais e o fenômeno dos seguidores em redes sociais que causam um sucesso, ao menos virtual, das pessoas. E isto indica aceitação, e sintonia de ideias ou comportamentos (ou carisma, bom conteúdo de ser visto e etc.). O que deve ser notado aqui é que a sociedade ainda continua impondo os seus padrões, porém as pessoas já estão se identificando com outras culturas e outras concepções (outras pessoas, sem dúvida!) e abandonando os velhos exemplos, os velhos paradigmas que sempre deveriam ser seguidos à risca. E é sobre isto, no fim das contas, que fala esta postagem.


Deduções

A continuidade das troças feitas nos jornais, a maneira com que o olhavam na rua, exasperavam-no e mais forte se enraizava nele a ideia. À medida que engolia uma troça, uma pilhéria, vinha-lhe a meditar sobre a sua lembrança, pesar-lhe todos os aspectos, examiná-la nitidamente, compará-la a coisas semelhantes, recordar os autores e as autoridades; e, à proporção que fazia isso, a sua própria convicção mostrava a inanidade da crítica, a ligeireza das pilhéria, e a ideia o tomava, o assaltava, o absorvia cada vez mais. [...] Amam-se ou antes suportam-se melhor aqueles que se fazem célebres nas informações, na redação, na assiduidade ao trabalho, mesmo os doutores, os bacharéis, do que os que têm nomeada e fama. Em geral, a incompreensão da obra ou do mérito do colega é total e nenhum deles se pode capacitar que aquele tipo, aquele amanuense, como eles, faça qualquer coisa que interesse os estranhos e dê que falar a uma cidade inteira (LIMA BARRETO, S/d, p.50).


Os padrões sociais tradicionais, como o casamento heterossexual com filhos; as casas próprias; os carros próprios; os empregos fixos e muito bem estabelecidos, enfim, alguns conceitos do “feliz” socialmente estão caindo por terra. E as pessoas estão buscando a felicidade no empreendedorismo, no alternativismo (corrente do alternativo), no free-love (o amor livre, liberal), nas experiências homossexuais, na transgenereidade ou na transsexualidade, e estão descobrindo um novo mundo de possibilidades com isto; enfim, as pessoas estão buscando outras coisas para serem felizes e se realizarem, e este é um dos traços da contemporaneidade: a construção do indivíduo integral, único e exclusivo (ideal utópico, em muitos os sentidos, evidentemente).
Claro que não há nada de errado em ser heterossexual e ter filhos; porém, as pessoas estão entendo que a vida do outro, pode ser do jeito que o outro o desejar e assim o deixar feliz. Entenda, querido leitor, nem tudo o que se diz é para se aplicar exclusivamente a si ou aos outros. Às vezes, algo é dito para si mesmo ou é o ‘eu dizendo a mim mesmo’. Lembre-se sempre das sábias palavras de Jesus Cristo: ser exigente com suas próprias ações, atitudes e pensamentos e ser complacente ou ser bem compreensivo com as situações alheias, dos outros. O problema é que muitos confundem os discursos e acabam por entender que o que era destinado ao outro foi transfigurado a si e vice-e-versa. De certa forma, Jesus foi posto ao Calvário e às suas próprias consequências na razão de que, de fato, alguns religiosos e pessoas importantes da época Dele perceberam que o padrão comportamental, ético e humano proposto por Jesus era muito evoluído, e muito além do que a maioria das pessoas da época praticava; e que por isto jamais eles conseguiriam atingir aquele nível de arete espiritual, e assim, resolveu-se por tirar Jesus do Mundo, mas acontece que Jesus veio a vencer o Mundo, enfim... Mas o que aquele povo poderoso daquela época não sabia era que Jesus não dizia dos outros, mas sim de nós mesmos, de quem aceita o que o mestre diz e de nós, que pretendemos melhorar a nós mesmos.
O Major Quaresma (Lima Barreto, S/d) é um brasileiro típico, ultranacionalista e que vive um estado de quase sonho utópico ininterrupto de almejar e tentar realizar projetos de como fazer um país mais forte, com as culturas e as características locais brasileiras, mas claro, como sempre a politicagem e os demais interesses dos poderosos brasileiros não permitem que isto seja deste modo apontado por Policarpo Quaresma.
A alegoria de Sodoma e Gomorra remete à bestialidade e a essência das mais violentas e torpes condições que há no ser humano. Muitas pessoas, equivocamente, associam Sodoma e Gomorra à homossexualidade, a pederastia (que palavra mais infeliz esta, não?) e ao sexo liberal; porém Sodoma e Gomorra nada tem disto, ou disto tem muito pouco. Pense bem: se Sodoma e Gomorra falasse apenas de sexo gay desmedido e sem controle algum, porque é que no final da história desta cidade, já na cidade de Zoar, Ló viria a ser avohai de Ben-Ami e Moabe? Sendo que isto sucedeu após ele incestar-se com suas filhas sobreviventes de Sodoma e Gomorra? Não faz sentido, exceto se encararmos este conto bíblico com um fator sexual e cultural daquela região, naquela época, em que o incesto era visto como algo muito mais “normal e natural” do que a homossexualidade, mesmo a homossexualidade imposta, porque em algumas culturas mais primitivas, como a de animais como gato e veados, existe a observação de práticas homossexuais para demonstrar que um gato é mais forte que outro gato macho, por exemplo; é uma relação complicada e apenas entendi isto tendo muitos gatos machos em casa, como o tenho agora. Enfim, mas isto é bestial, é animalesco e vai contra todas as práticas de dignidade e superação humana de hoje em dia, enfim, mais uma vez, quaisquer destas práticas, seja a homossexualidade imposta, por dominação, à força, ou seja o incesto à força ou consentida-mente, é lago impensável hoje em dia, é isto remente a eras mais primitivas e arcaicas da humanidade, sendo que a contemporaneidade, dá um novo enfoque a individualidade do ser adulto, sem associá-lo a dominações ou práticas de submissão a outras pessoas, principalmente desconhecidos e familiares.
O que havia em Sodoma e Gomorra era abuso, uma imposição sexual pela força, onde todos que chegassem na cidade, principalmente os homens, tinham que ser violentados sexualmente e de outras formas pelos moradores homens de Sodoma e Gomorra, sejam este moradores jovem ou novos. Ou seja, não era homossexualidade era um estupro violentíssimo a qualquer forasteiro – e as suas famílias – que chegasse em Sodoma e Gomorra.
Mas as pessoas tendem a associar o mítico com a razão, ou como diz Protágoras, com a dissertação (Kierkegaard, 2015).

Protágoras, por exemplo, ao preparar-se para demonstrar que a virtude pode ser ensinada, diz: “está bem Sócrates, eu não guardarei isto só para mim; mas devo demonstrá-lo assim como os velhos, quando falam aos mais jovens, revestindo a prova com as formas de um mito, ou devo expô-la numa dissertação?” (HEISE, 320, p. 130). E observa, ao terminar: “assim Sócrates, demonstrei, de ambas as formas, como um mito e com razões, que a virtude pode ser ensinada (HEISE, 320, p. 145) (PROTÁGORAS, S/d apud HEISE, 320 apud KIERKEGAARD, 2015, p. 83-84).

Para a maioria das pessoas não basta saber que há as coisas desta terra e as coisas mitológicas, é também necessário saber quem sobressai a quem; e é por isto que contos como os de Sodoma e Gomorra impressionam tanto os mais fervorosos ou mais fanáticos ideológica ou religiosamente, mas, de fato, Sodoma e Gomorra vale mesmo para dizer da cegueira causada pela obsessão e pelo ímpeto do desejo carnal e brutal.


Conclusões

Deste modo fica claro que o fenômeno das barbáries e dos bizarrices na internet e na vida real, que são apoiadas, vistas e compartilhadas por milhões de pessoas apenas representam as facetas mais primitivas, insaciáveis, bestiais e de certa forma, infantilizadas da condição humana.

Deve-se saber reconhecer que de certa forma o outro tem a liberdade de fazer o que bem entender de sua vida, mesmo que isto seja algo totalmente irracional ou insano; o problema é quando isto extrapola os limites da legalidade e se torna algo criminoso ou subversivo, e sem controle algum. Ou quando isto afeta outras pessoas.

De qualquer forma, este mesmo fenômeno dos seguidores de redes sociais e das pessoas que compartilham conteúdo impróprio ou ácido na internet está causando outro fenômeno na web, o das pessoas que são da contracorrente, que tem um estilo de vida diferenciado, e vem com uma outra proposta de um mundo mais amoroso, mais diverso, mais consciente e etc.

O que precisa ser entendido é que não adianta nada esperar que venha outro acontecimento como o que houve em Sodoma e Gomorra para realinhar a ordem do mundo, o que temos que fazer é nos cercar do que gostamos e das pessoas que gostam da gente, e claro saber o que se passa lá fora, mas sem isto ser mais importante que o nosso bem estar. E lembrando que o nosso bem estar hoje pode estar em correntes cult, em música eletrônica, em leituras e RPGs, em outras formas de sentir e viver; e claro, pode também estar no conforto material, na saúde e na paz. Mas que nunca nos esqueçamos que aquilo que não serve para uns, pode ser o que faz a alegria de outros.

Concluindo que atualmente são as pessoas que buscam por originalidade e diversidade e não apenas a sociedade, ou o conceito do divino, que impõe os seu velhos e manjados padrões e os seus comportamentos bem aceitos; sendo que se por muitas eras foi o contrário, ou seja: não se percebia a capacidade e o desenvolvimento de cada civilização e sociedade de acordo como o tratamento que estas sociedades dispensava e dava a cada um dos seus cidadãos intelectualizados, artísticas-políticos e etc.  Atualmente, é prezado muito pela capacidade de compreensão, de assimilação e de análise crítica que as pessoas tem e fazem do mundo, e não apenas que as pessoas estejam aptas a se sensibilizarem ou se deixarem virtualizar por alguma tendência de vídeo ou propostas de entretenimento da tevê ou da internet.

Ou seja, isto quer dizer da valorização que a sociedade dava aos pesadores, aos críticos que realizam seus trabalhos com artes e manifestações culturais e a outras categorias de profissionais e pessoas que apontam novos rumos e inovações salutares e inquietantes para a sociedade. E quer dizer que se antigamente eram os artistas que se enquadravam ao status quo que eram os movimentos intelectuais aceitos popularmente (salvo raras exceções, como Goethe, por exemplo) hoje em dia, cada um – cada indivíduo, cada nicho de mercado – está buscando aquilo que lhe agrada e lhe toca, mas que ainda há muito interesse em que apenas alguns tipos de culturas e artes se sobressaiam a outras. E é por isto que postagens como estas se tornam importantes, porque veem a delimitar o que se esperar de cada criador de conteúdo ou de cada nicho artístico ou cultural de uma região, ou de um site.



Referências

KIERKEGAARD, SorenO conceito de ironia. Tradução de Álvaro Luis Montenegro Valls. São Paulo (SP): Folha de São Paulo, 2015.

LIMA BARRETO, Afonso Henriques de. Triste Fim de Policarpo Quaresma. São Paulo (SP): Editora Escala, S/d.


II ♣

Livros do Edson

Postagem



 →  II

(2 de Paus)

as dualidades que devem coexistir e evoluir juntas.



PALAVRAS DO AUTOR:

2° Quinzena de Agosto / 2014 - Prefácio da Postagem 92


Seria muito fácil e pouco evolutivo, se tudo na vida,

Se baseasse apenas naquilo que temos afinidades -

"então você só atrai semelhante para a sua vida,

e nada lhe tira de sua zona de conforto?

Então, também você nunca aprende com o diverso

E nem se aprimora, ao passar pelas experiências conflitantes?



o Dois de Paus (II ♣) trata de um conjunto de forças e esforços,

situações ou seres que se atraem ou se sentem atraídos,

para juntos empreenderem alguma coisa concreta -

todavia, tal conjunto de seres e esforços não é homogêneo,

e, qualquer oposição maior do que a que já há,

tende a evocar animosidades instintivas...




Isto é o    II  de   ♣   


  • são dois limites que não se complementam, mas se ponderam;

  • são duas forças: poderosas e necessárias; mas, não harmoniosas;

  • uma escolha entre duas alternativas, duas possibilidades, que tendem a ser incompatíveis; e, por fim,

  • dois fatores estranhos e controversos, que necessariamente devem estar em uma mesma equação.

Boa leitura, e navegação, também.





Vídeo YouTube



 MAYSA - Ne Me Quite Pas






RPG


A Pedra da Lei - Continuação da Urna Cúbica de Platina.

    É incrível, mas a Urna Cúbica de Platina, já foi elaborada, desde o início, para ser publicada, se tornar filme, ou ser postada em um blog - como o é hoje. Acontece, que a Crônica em si, levou cerca de 11 anos para ficar pronta - por isto mesmo, dizíamos que "postar" a Urna Cúbica de Platina, levará mais de décadas, porque ela foi escrita em, mais ou menos, dez anos. O Narrador original da Crônica, Edson Souza, levou cerca de 7 anos só para entender o jogo Mago: A Ascensão e escrever até o ponto final do labirinto da Coifa. Mais três anos jogando a crônica (escrevendo Capítulos até a Alta Arcádia e a Autoctônia, o Cosmos Verdadeiro...) e mais um ano de desenvolvimentos posteriores, isto sem contar o tempo dispendido para digitar (digitalizar) e publicar (postar), a mesma crônica, no blog, em que agora você lê, prezado Leitor. Mais textos suplementares (e bem explicativos - claros - como este, que pode ser lido à seguir) serão postados neste url.

    Assim, a própria crônica da Urna Original tinha estes textos, onde o Narrador, de tempos em tempos, lia aos jogadores, esclarecendo alguns pontos - e, em alguma postagem deste blog, talvez Conheça o RPG, na parte da Umbra Astral, foi transcrito um grifo (conto, profecia, lenda de Garou...) do Chris East sobre um dos prováveis desfechos dos personagens. Na própria página da Urna, II e subsequentes, veremos mais destas falas magnas do Narrador da Crônica.

    E agora, a seguir, um dos prefácios originais da Pedra Lei - a nome que a crônica assumirá quando os jogadores tiverem posse do Talismã:

Pedra da Lei. 

    Tudo começou em 1997, quando Edson adquiri o livro Mago: A Ascensão. Depois de sete anos, em 2004 começa-se a jogar a 1° História do jogo que iria vingar pra valer - um história com regularidade, um jogo com audiência - a Urna Cúbica de Platina, um jogo essencialmente de Mago com pitadas de Lobisomem: O Apocalipse.

      Ou seja, isto se refere a desde o começo do jogo, onde os Magos iriam ter que interagir com os Garou, através da personagem do Joelson. E se mantem depois, com encontros com espíritos e viagens a reinos umbrais.

      A partir disto, o jogo se tornou épico: Com Incursões aos reinos umbrais (espirituais); Intrigas com a Tecnocracia; Viagens Temporais; Reinos na Idade Média; a Presença ameaçadora de Demônios; o Mundo de 2022 (ou de 2034); e a Arcádia e a Altíssima Umbra.

     Nos reinos espirituais já é possível notar a imensa e maciça presença de outros seres (exóticos) do Mundo das Trevas, os Sprites, claramente inspirado nas fadas de Changeling: O  Sonhar (ainda em Changeling, o Troll é um bom exemplo da sintonia deste jogo de Mago com toda a cosmologia e diversidade cultural do World of Darkness), além da Dragonesa, da parte da Tumba do Lord Hund (inspirado em Múmia: A Ressurreição, etc). É interessante notar que o autor da crônica, não tinha todos estes livros (apresentados no final) em 2004 e só foi em 2010, que o autor acabou por concluir a bibliografia indicada, ao final deste texto.

     A interação com a tecnocracia é notável, também, e, para tanto quanto, no mundo de 2022 (ou 2034), assim como é notada no princípio do jogo, afinal, de um modo ou de outro, o jogo se passa pós 2000, uma fase em que Xino deveria estar velho e um tanto quanto debilitado, no mundo físico. E pós 2000, certamente, é terreno fértil para o paradigma tecnocrata.

     Na viajem temporal temos o Lorde Visconde "333" Talos Perdix (Rsavalà), que faz parte da inspiração em Demônio: A Queda com Mago. Na viagem temporal temos ainda a influência total do cenário descrito em vampiro: A Idade das Trevas.

     E no mundo atual além dos debates de estilos entre a visão tecnocrata e dos magos tradicionalistas, temos ainda, um sub-fundo noir, de Destiny's Price, que corrompe (ou diverte, depende do ponto de vista) os adormecidos com drogas, armas, sexos e corrupção política e policial. Manha e Mendicância parecem nunca serem demais em cenários de fundos, como estes...

     E assim, para melhor entender todos os enredos complexos e subtramas sutis desta gigantesca crônica de Mago, indicamos a seguir, o conjunto de todos os livros do sistema Storytelling, que foram usados para a criação e narração desta crônica (alguns livros sequer foram usados em jogo, mas servem, sempre de uma boa referência, de um modo ou de outro):


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Bibliografia Utilizada 

[Um asterisco indica um bom material de referência para esta crônica. Dois asteriscos indicam uma ótima referência para o jogar e o desenvolver desta crônica]


  •     Mago: A Ascensão, 2° Edição **;

  •     Destiny's Price *;

  •     Lobisomem: o Apocalipse (Xerox) **;

  •     Vampire: The Players Guide;

  •     Caçadores Caçados ;

  •     Changeling: O Sonhar  *;

  •     Múmia: A Ressurreição  *;

  •     Vampiro: A Idade das Trevas  **;

  •     Demônio: A Queda  *;

  •     O Guia da Tecnocracia  *; e o

  •    Livro das Sombras: (e/ ou) Guia das Tradições [livro(s) não utilizado(s), mas sugerido(s)].




Quadro sobre a Crônica d'A Urna Cúbica de Platina






Nem Tudo na Vida é Mensurável


I'm coming out and now my vision is so clear
If I could change my state of mind
Then I would disappear
The love I get from you
Is something I can't chance
Then I could let you slip away without a second glance
Why can't I realize, I'm fighting for my life

Woah-oah-oah-oah
Woah-oah-oah-oah

Woah-oah, oah, oah
Woah-oah, oah, oah

This is like a flashback
This is like a dream
This is like all the things
You can fit inside a memory - Calvin Harris - Flashback


    Nem tudo na vida tem medida, para todas as outras coisas, temos a ciência contábil. Mas este texto não é sobre contabilidade, mas sim sobre, as outras coisas, aquelas que não se pode medir - e isto não é um comercial de cartão de crédito, também. E crédito não é um dinheiro que você não tem tem, na verdade, crédito é uma modalidade de financiamento, que se bem usada, pode ser uma ótima arma nas mãos dos consumidores - e como quase tudo, a diferença entre o veneno e a cura é apenas a dose, os próprios soros são feitos à partir das toxinas. Senhores, vamos explorar aquilos que poucos veem valor. Aquilo que não podemos medir. 

    A contabilidade está relacionada - não, aos impostos e taxas, apenas, não!! - , está intimamente ligada com a apuração do resultado; dizer o que aconteceu contabilmente com uma empresa, é apurar como ela estava no início do período e como ela se encontra no final do período. Isso se aplica ao que é mensurável ou não, mas se não for mensurável deve ser estimável. De um bem estimável, disse-se de marcas, patentes e direitos autorais - entre outros -, e, não é possível precisar, exatamente, quanto vale um bem intangível, mas pode-se chegar o mais perto possível deste valor x - utilizando-se  das ferramentas certas, dos contabilistas. Cada transação de jogador de futebol no mercado (europeu, principalmente), a respeito daquelas somas altíssimas, é devidamente apurada e estimada, como prêmio por títulos e participações, direitos de imagem e propaganda, royalties, etc e etc.

    Mas para aquilo que não se pode estimar? Como reagir? Ainda, contabilmente, deve-se usar o Princípio Fundamental mais apropriado, por exemplo, como mensurar o valor da água, do ar, da vida? Para cada caso e aplicação, há uma procedimento contábil correto, valor mediano de renda (ou vida estimada) da pessoa (ou do bem), multiplicado pela quantidade de anos (ou de tempo de uso) - é apenas uma fórmula geral de estimativa. Mas mesmo assim, devemos assumir que não se pode medir, exatamente, a força do amor, da maternidade, da paternidade, da caridade sincera, da amizade verdadeira e dos momentos únicos do existir?

    Para isto não há tratamento contábil, nem mesmo Goodwill, cabível! Atentamos que coisas assim deveriam realmente nos importar e é para onde deveríamos voltar as nossas atenções mais afetuosas.

    Como deve ser auspicioso ter a capacidade da fala mansa, em público. Onde, ao ouvir um disparate, calmamente, se tem a capacidade de explicar, de expor, de modo esclarecedor e pacífico ,um outro ponto de vista, ou uma consideração mais pontual.

    Pelas ruas, ouve-se, "Crédito é um dinheiro que você não tem". Na verdade, os populares fazem esta associação, pelo motivo das "funcionalidades" de crédito e débito de cartões bancários, assim dizem que o débito é para quando se desconta o "dinheiro" na hora da compra, basicamente, e crédito, é para quando você está "fiando" a fatura da compra. Todavia, toda operação de crédito tem um custo, evidente ou não, e mesmo as operações de débito, podem ter taxas e tarifas, em certos casos, para os comerciantes, no Brasil, qualquer operação financeira com cartão tem um custo de uso, e mesmo as operações com dinheiro, acabam tendo custos extras, como impostos, seguros e contribuições. Assim, é muito tolo quem se crer esperto em achar apenas que "débito é dinheiro que se tem, e crédito é dinheiro que se 'fia'", na verdade, tudo é muito mais complexo do que de fato se apresenta, e ainda assim, existem muitos que só querem enganar os outros, em números elevados a 4° potência, ou pior ainda.

    Sabemos como é, deveras, árduo, viver, em um mundo, ao que tudo indica, 98% capitalista, sem ter nada mais que contabilizar além de contas do seu passivo circulantes (dívidas e pendências de curto prazo, até um ano) e protestos consolidados (dívidas permanentes), todavia, creia-nos, o mais-mais, o maior e mais importante dos tesouros desta terra, em que vivemos, não são os tesouros materiais, são os tesouros que não podemos medir, nem mensurar; onde nada, nenhum esforço, que façamos, para tê-los, somente para nós, dará certo, porque são os verdadeiros bens, que o próprio Cosmos quis nos dar e que assim seja, uma vez que por mais que nós fizéssemos forço, nós não seríamos capazes, de sequer, imaginar algo tão grandioso, como acabou sendo tal tesouro imaterial que a Magnitude das Coisas quis nos presentear.





Esboços



NOTA: Nesta sessão (Esboços) do nosso blog, teremos um conteúdo diferenciado e, na medida do possível, inovador, além de antenado às novas tendências - sejam elas realmente novas e inéditas, ou sejam elas retrowaves (ondas-retrô, que traz para a voga uma tendência, considerada como ultrapassada) - , ou seja, tudo isto pode se resumir em uma só palavras - esta sessão diz de "conceitos".

Mas detalhe: a sessão Esboços traz conceitos que não estão inteiramente determinados ou plenamente concluídos, diz de probabilidades que ainda não se cumpriram inteiramente, e pretende especular sobre tudo aquilo que há de ser, mas ainda, não necessariamente, realmente, o é.


E começamos com desenhos 3d com texturas, sombra e luz. Esperamos que gostem e compartilhem!!!





Sal Soturno - Arte 3d Simples






Sal "Inner Light" Soturno - arte 3d com alguns efeitos de luz e sobreposições.






Vídeo YouTube



PASSAGER 10 - Mirage (EDX's 5un5hine Remix)







Álbuns Essenciais... Belle & Sebastian




Quadro : Discografia do Belle & Sebastian. Esta informação está exatamente igual aos dados fornecidos pelo Belle & Sebastian e-mail oficial.


Vídeo YouTube



BELLE & SEBASTIAN - There's Too Much Love







Arte do Post

(".jpeg" e ".gif")

Certezas Abstratas &

Rupturas das Certezas Abstratas



Arte ".jpeg" → Cérebro Abstrato





Arte ".gif" → Abstratismo Rompido






Arte: State of Rotate. Feita especialmente para esta postagem.

















Releitura - State of Rotate (animado)


 Até a próxima, pessoal; e não deixem de visitar as outras páginas deste blog e de acessar outros conteúdos de Edsonnando, Hu Man Nite, @novalluz (alcunhas e nomes artísticos de)→ Edson Souza



 

Arte Final - O Mato do Edson

Testamento Antiquíssimo


LIVROS DO EDSON

TESTAMENTO ANTIQUÍSSIMO


1 - Modern Rock Song  /  2 - Texto Sobre Balanço De Final de Ano

3 - Belchior  /  4 - Jogo de Lobisomem: O Apocalipse, 2° Edição,

Lançado no Brasil pela editora Devir Especificamente com o

Suplemento  Mokolé: Guardiões da Sabedoria do Sol, São Paulo,

Editora Devir 2001, escrito por Comer, Jim.  /

5 - Intro ao Livro A Arte da Guerra de Sun Tzu Traduzido

Originalmente do Chinês por André da Silva Bueno, São Paulo,

Jardim dos Livros, 2010 (escrito no século VI a.C.)  /

 6 - Prosa e Matemática

BOA  L.E.I.T.U.R.A









REVOLTA DOS DÂNDIS I - Eng. dos Hawaii

Entre o rosto e o retrato
e o real e a abstrato;
Entre a loucura e a lucidez,
entre o uniforme e a nudez.
Entre o fim do mundo e o fim do mês
entre a verdade e o rock inglês
entre os outros e vocês,
Eu me sinto um estrangeiro
passageiro de algum trem,
que não passa por aqui,
que não passa de ilusão.
Eu me sinto um estrangeiro
passageiro de algum trem,
que não passa por aqui
que não passa de ilusão.

Entre Mortos e Feridos,
entre gritos e gemidos,
a mentira e a verdade,
a solidão e a cidade.
Entre um copo e outro da mesma bebida
entre tantos corpos com a mesma ferida
Eu me sinto um estrangeiro
passageiro de algum trem,
que não passa por aqui
que não passa de ilusão.

Entre americanos e soviéticos, gregos e troianos,
Entra ano e sai ano, sempre os mesmos planos.
Entre a minha boca e a tua, a tanto tempo, há tanto planos,
mas eu nunca sei, para onde vamos?

Eu me sinto um estrangeiro
passageiro de algum trem,
que não passa por aqui
que não passa de ilusão!






BALANÇO
Texto originalmente escrito em 2005
Reescrito para esta postagem, Outubro de 2013.
Aonde mais temos dor, onde mais estamos doentes e onde estão as mazelas e chagas mais profundas do nosso corpo (ou as chamadas  marcas em alto relevo), é lá que apreciamos sermos acariciados,  onde ninguém quer nos tocar, nos dar carinho e afeto, é lá, que queremos ser aliviados. Quem se aconchega com os portadores de Hanseníase? Quem lambe os tumores?

    Balanço de final de ano. O Balançar de dedos enquanto escrevem. O balançar de certas partes que só os homens tem, e o balançar de certas partes que só as mulheres tem. Balançar dos sentimentos de amizades e o balançar das flâmulas do egoísmo; tentamos achar um consenso: os namorados se fecham ou se penetram? E eu, por minha ardência de vontade, desejo o mais, o além, e não quero ser como eles, eles que não respeitam, eles que não consideram, nem mesmos seus próprios familiares, e que só acham que os seus umbigos, para não dizer outra parte do corpo, tem vez. E parece que nem sabem que tudo se aniquila.
    Nem sempre, nem sempre: a prosa drummondiana continua virilíssima (ontem minha casinha - mais que suficiente para a minha existência - , quase implodiu-se em tanto riso quando recitava para meus 4 gatos e 10 cachorras, o Caso Pluvioso) e ainda tento secar as cadelas e desafogar os bichanos das lágrimas das alegrias.

    E foram poucos os bichanos que sobreviveram a covardia das minhas adjacências, onde matam os gatos com veneno em carne suculenta, ou dando-lhes pauladas no olho enquanto dormem e amamentam ou ainda, os prendendo em gaiolas e atendo-lhes fogo, ou ainda mais, alguns são encobertos e reverenciados. Enquanto os mais comuns, alimentam os vermes (os tuiuiús da amazônia?), depois de gelarem eternamente o sangue de seus corpos. Mas não sob uma tumba de mármore, mas sim sob as águas das chuvas lamacentas e sobre as fumaças geladas das explosões. Pois enquanto a maioria prefere cerveja, churrasco ou cachaça e drinques e coquetéis e papéis, eu gosto mesmo é de prender e de soltar o que se queima bem abaixo de meu nariz, o que contem muito mais de 4700 substâncias nocivas, que já não posso mais cultivar fumos ( e fumar!!!) em meu quintal, pois não é lícito ao homem cultivar e fumar o que quiser. Mas os outros podem acimentar e botar uma churrasqueira, nos seus quintais, ou ainda, poluírem com seus sete carros para suas três bundas, apenas. E Assim meu quintal está seco e servindo de condomínio para bichos peçonhentos (com eles me protejo dos vizinhos e dos outros, que querem entrar em minha vida e minha mente - ideia de obsessor)...
    Balanço da campinagem, balanço do cortar de maminha (quantos anos fazem que não a asso mais), balanço de desossar de peru, para os outros claro, a mim, me deram os miúdos e a sugestão, "fica ótimo em uma farofa", ainda mais pra mim, que vivo sempre com fome, e com nada para comer. Balanço de estar a fazer algo, sútil balançar ébrio do eloquente, na calçada embarreada. O grave erro dos poetas são suas apegações irrestritas aos seus estilos prediletos: eu quero mesclar tudo: mesclá-los com a folha do caju, misturar pinga com soda e vinho, paieiros multimarcas estampados: TUDO JUNTO. Tudo bailando em minha marmita rebenta, a marmita em ebulição, a cabeça de ideias, como prega o conto/poesia/filosofia d'O homem superior, que vocês sabem de quem é, uma vez que não quero divulgar ninguém, muito menos as ideias alheias (quem puder entender que o faça). Só digo assim, deste jeito, para que saibam, a literatura está verdadeiramente na tumba dos cremados. Está na urna hermética que fora lacrada para ser lançada ao cosmos poli-versais, até algum dia, adentrar em alguma outra órbita e quem sabe, divulgar novamente os produtos literários da humanidade avançada, os livros, que eram escritos por grandes escritores. A literatura está verdadeiramente na tumba, está morta,  pois quase tudo que se vier a ser escrito, trará traços de coisas que já foram ditas por alguma outra pessoa (e vemos com desprezo os inovadores da língua magna, uma vez que o internetês veio para retroagir a linguagem a fonemas e símbolos comunicativos). E aos novos poetas, só posso dizer que não se encabulem ao perceberem que algum grande escritor já havia dito algo que vocês iriam dizer, e que esses escritores já escreveram de modo diferente e infinitamente melhor, aquilo a que iriam elaborar, não se atemorizem, tentem, arrisquem e rebusquem, pois a obra do escritor póstumo pode ser boa, mas já está escrita (já foi encerrada), e a obra de um escritor jovem, pode ser ruim, por enquanto, mas o escritor jovem ainda, pode, se quiser, aprender e escrever tão bem, ou melhor até, que o escritor póstumo.
    Balanço. Quando pensei originalmente neste texto, tinha em mente aquele dia, muito comum nos anos 80 e 90, o dia do "Fechado para Balanço". Olhem que curiosidade, hoje sei o porque disto, uma vez que curso Ciências Contábeis. E claro, muitos não entendem o elo entre matemática e letras, nem entre letras e música e matemática e mixagens, tempo de música, enfim, eu, como podem observar, entendo e maestro suprassumo. O dia do fechado para balanço ou a contabilização do balanço, do inventário, nada mais é do que mensurar todos os bens da empresa, por exemplo, um mercado, tem que se ver quanto vendeu, quantos ainda poderiam ser vendidos (estoque, caixa, clientes, etc) e etc. Hoje em dia, claro, com os sistemas informatizados, não é mais necessário isto pois os programas já dão baixa no estoque, indicam saída, controlam os níveis de produtos, etc, mas vocês acreditam leitores, que mesmo em 2013, há quem faça o dia do fechado para balanço? Por mim, eu não faria nem se substituísse a gerência ou os gestores e mudasse todo o sistema tributário contabilista, uma vez que há outros modos de Controle, e fechar as portas, um dia, no mínimo, indica, ao menos, um prejuízo de 1/275 (275 são os dias úteis do ano, descontados domingos, feriados e feriados emendados). Mas enfim, vou dizer verdadeiramente o que acham que se chama "o sucesso" aqui nesta Terra.
    Antes de mais nada, gostaria de dizer uma coisa. Isto não é loucura, nem quero que me deem mais crédito por causa disto. Nem tudo que eu digo é ideia minha mesma. Eu não faço plagio, não é isto, não preciso roubar ideias alheias, já fiz isto, mas não faço mais, há  15 anos. Sou médium, devo confessar. Um médium consciente, que recebe mensagens enquanto escreve, ou ao rezar no silêncio de meu quarto, nas madrugadas. Posso ser incorporado, posso fazer profecias, posso ver probabilidades do futuro e mais, consigo separar o joio do trigo, pois nunca se esqueçam, nesta Terra, o Joio e o Trigo, o bom e o mau, crescem lado a lado, mas o joio é lançado fora (lançado ao fogo), enquanto o trigo é aproveitado e serve de alimento para muitos. Isto quer dizer, o que muitas pessoas acham que é o sucesso delas, na verdade, é o que as fará decair, e aquilo que muitos creem que é sua ruína, na verdade, é aquilo que as fará se fortalecerem, com a Mão do Mais Alto, sempre. E eu recebo estas ideias e mensagens dos nossos irmãos evoluídos e que nos assistem do plano superior. Não que eu não seja inteligente, não é isto, o caso não se aplica aqui; mas atribuir tudo que escrevo a somente a minha mente, é muita pretensão, pois afinal, a minha inteligência vem de Deus e ele pode retirá-la, no momento em que Ele quiser e que eu fizer mal uso de meus dons, pois minha mediunidade é totalmente submissa a vontade do Pai. E poderia sim fazer como os outros, e comerciar a sabedoria que o Pai me confia. Mas não o faço, pois no mundo já há muitos que se dizem eleitos, felizes e que vendem suas fórmulas da felicidade. E verdadeiramente, eu mais fico triste por estas Terras do que me animo. Mas este sou eu, e não peço que ninguém me siga, mas ao mesmo tempo, eu sigo todos os meus seguidores.
    E  luto, contra os defensores de partes que lhes tocam no velho testamento, gente de mente retrógrada, que querem tornar a barbárie e pregar a ignorância e a alienação mental, como os gentios, fazem as coisas só para os ingleses verem, e como consumistas que são, exibem-se em carrões, perfumes e roupas, mas afinal, deixei-os em paz, e que um dia, os trajes que eles mais gostam, vão limpar as fezes, das pombas, em cima de suas covas. Nunca levem estas coisas tão a sério e saibam adaptarem-se as nuances das mais diversas situações.
    E era isto que dizia balanço. A mensuração de sua vida. Você está feliz? Mas está feliz de verdade ou você acha que esta feliz por que tem carro, casa, família e bens? Amigo, sabe que um dia estas coisas todas acabam, e só terá a si mesmo, suas ideias. Suas ideias são suas, ou você é um bambu do pensamento, vai pela corrente filosófica dos outros?
    Balanço, fala: se feche e se contabilize. Há como se fazer o balanço em atividade mas isto, é dado só àqueles que o Pai selecionou a Dedo. E na contabilidade atual, o correto é fazer o balanço durante as atividade da empresa , no final das atividades anuais (ciclo operacional), geralmente. Mas de qualquer forma, há de se saber aguentar a medida de seu próprio balanço.


ALUCINAÇÃO - BELCHIOR

Eu não estou interessado
Em nenhuma teoria,
Em nenhuma fantasia,
Nem no algo mais.
Nem em tinta pro meu rosto,
uma oba-oba, um belo dia,
para acompanhar bocejos, sonhos matinais.

Eu não estou interessado
Em nenhuma teoria,
nem nessas coisas do  oriente,
romances, astrais,
a minha alucinação é suportar o dia a dia
e o meu delírio é experiência com coisas reais.

(vocalize suave)

Um preto, um pobre, um estudante, uma mulher sozinha,
blue jeans e motocicletas, pessoas cinzas normais,
garotas dentro da noite, revólver, cheira  cachorro;
Os humilhados do parque com os seus jornais,

Carneiros, mesa, trabalho, meu corpo que cai do oitavo andar
e a solidão das pessoas, nessas capitais,

a violência da noite, o movimento do tráfico,
um rapaz delicado e alegre, que canta e requebra, é demais,
cravos espinhas no rosto, rock retórica, flete, baby,

doze jovens coloridos, dois policiais,
cumprindo seu maldito dever e
defendendo seu amor, é nossa vida.

Mas eu não estou interessado
em nenhuma teoria,
 em nenhuma fantasia
nem no algo mais;
Longe o profeta do terror
que a laranja mecânico anuncia,
amar e mudar as coisas me interessa mais.

(vocalize suave e dedilhar de cordas)

Um preto, um pobre, um estudante, uma mulher sozinha,
blue jeans e motocicletas, pessoas cinzas normais,
garotas dentro da noite, revólver, cheira  cachorro;
Os humilhados do parque com os seus jornais,
Carneiros, mesa, trabalho, meu corpo que cai do oitavo andar
e a solidão das pessoas, nessas capitais,
a violência da noite, o movimento do tráfico,
um rapaz delicado e alegre, que canta e requebra, é demais,
cravos espinhas no rosto, rock retórica, flete, baby,
doze jovens coloridos, dois policiais,
cumprindo seu maldito dever e
defendendo seu amor, é nossa vida.






mokolÉ

Nome Súquide: Cogumelo "Empetecado"
Raça:  Súquide
Ninhada: Sem Ninhada Mokolé
Nome Humano: Spivanetto Neto
Riacho: Mokolé Mbembe /
 Ambalasokei
Varna: Jacaré do Papo Amarelo
Totem: Os Últimos
(Tuiuiú Gigante 
¹)
Augúrio: Sol Encoberto - Oculto
Conceito: Defensor das Matas e dos Riachos


ATRIBUTOS

Físicos
Sociais
Mentais
Força:  °°
 [Árquide: +4 / Súquide: +2  ³]
Carisma:  °°
Percepção: °°°
Destreza: °°°°° 
(Movimentos Suaves)
[Árquide: -1/Súquide: -2]
Manipulação:  °°°°  
(Expressividade)
 [Árquide: -3/Súquide: -2]
Inteligência: °°
Vigor:  °°°
[Árquide:  +4  / Súquide: +3 ]
Aparência: °°         
[Árquide e Súquide: zero  ²]
Raciocínio: °°


HABILIDADES

Talentos
Perícias
Conhecimentos
Prontidão: °°
Empatia com Animais: °°°
Computador
Esportes: °
Condução
Enigmas:  °
Briga: °
Protocolo
Investigação
Esquiva: °°
Armas de Fogo
Direito
Empatia: °
Liderança: °°
Lingüística
Interpretação: °°
Armas Brancas: °
Medicina
Intimidação: °
Atuação
Ocultismo: °°
Instintos Primitivos: °°
Consertos
Políticas
Manha
Furtividade:  °°°
Rituais: °°
Lábia: °
Sobrevivência: °°
Ciência


VANTAGENS

Antecedentes
                                                     Dons
  Invocar a Chuva (Dom dos Sóis Encobertos de 1° Nível); 
 Encontrar a Água (um  Dom de comum conhecimento de todos os Mokolés; de 1° Nível, permite encontrar água a até 32 mil metros de distância).

                                                    Rituais
Silêncio dos Oráculos (Ritual de Nível 2°, que ao que tudo indica a própria Mnese ensinou ao Mokolé Cogumelo Empetecado, um filhote com mistérios em sua existência).
Ritual.......................   ° °
Mnese.......................  ° ° ° 
Lamaçal....................   ° 
Totem......................    ° ° 4
Contatos...................   ° ° ° 
RENOME | POSTO: 1
FÚRIA
VITALIDADE
Glória Permanente: °
Permanente:  ° ° ° °
Escoriado                         (OK)
Glória Temporária:
Temporário: [] [] [] []
Machucado                        (  -1)

GNOSE
Ferido                               (  -1)
Honra Permanente: °
Permanente: ° ° ° °
Ferido Gravemente          (  -2)
Honra Temporária
Temporário: [] [] [] []
Espancado                         (  -5)

FORÇA DE VONTADE
Incapacitado (Opção do Narrador)
Sabedoria Permanente: °
Permanente: ° ° ° °
Um Dado de Sol em Furtividade e Ocultações
Sabedoria temporária:
Temporário: [] [] [] []
Um Dado de Totem em Camuflagem. E é um Médium, um mokolé ocultista.

QUALIDADES E DEFEITOS: Médium (Qualidade, 2 pontos) e Pecilotérmico (Defeito, 2 pontos).
NATUREZA: Sobrevivente
COMPORTAMENTO: Justiceiro
ESSÊNCIA DO TOTEM: Infinita


1 - N. do Autor: Originalmente, imaginei um último da região do Pará no Brasil. Se não me engano,Tuiuiú, é uma espécie de molusco, invertebrado, óbvio, que se alimenta dos troncos podres das árvores do mangue que caem sobre o rio, ou mesmo troncos quebrados e pobres que ficam dependurados nas árvores, espero que seja isso. Ou seja, o bicho se alimenta do que iria apodrecer cada vez mais, se não fosse consumido, e atrapalhar o ciclo ambiental das matas, dos riachos e do mangue. Claro que os bichos não devoram todos os galhos, mas eles contribuem sim para a aceleração do processo da Decompositora.
 Os nativos da região comem o bicho cru. O Tuiuiú Gigante seria a essência espiritual de todos os tuiuiús, que ensina, claro, camuflagem entre outros dons e rituais. Ensina, também, os filhos a observarem o lado espiritual das coisas, sempre; como um breve relato: mesmo na podridão, na dita decadência, onde o Tuiuiú ensina como os seus filhotes devem retirarem seus alimentos do material apodrecido da floresta, limpando-a  e se nutrindo ao mesmo tempo, e há que se viver bem nutrido! e em um ambiente melhor, pois um dia, também, os filhos do Tuiuiú, servirão de alimento para outros, provavelmente, um bravo guerreiro, que come o tuiuiú para obter força, para lutar, e obter a paz, como diz Sinzu, por Sun Tzu, "O Objetivo de Todas as Guerras é a Paz."
2 - N. do Autor: Os livros sugerem Aparência zero para bichos, por questões de influenciar (negativamente) os teste sociais, creio eu. Entretanto, sabemos que há padrões de beleza sim entre os répteis (ao menos eu acho assim), e parece que os jacarés são bem seletivos em relação a suas companheiras de acasalamento, e os mokolés apreciam muito o ritual da procriação. Assim, sugerimos alternativamente que caso a disputa de Cogumelo Empetecado por uma parceira definitiva de acasalamento suceda, se esta for sua sugestão de jogar com este personagem, utilize assim, um ou dois pontos de aparência, para ele, mesmo nas formas Súquide (2 pontos) e Árquide(1 ponto), para que se conserve  beleza natural dele, afinal, jacarés do papo amarelo são muito ornamentados (empetecados) e b.o.n.i.t.o.s.3 - N. do Autor: Os modificadores da nova varna Jacaré do papo amarelo (desculpem amigos, estou sem net em casa para procurar um nome mais apropriado e vamos ter que ficar com este mesmo, mas sugestões dessa nova varna são bem vindas), eles são do pantanal (bem espero que sejam). Estes jacarés são relativamente lentos em terra, mas nadam bem, e alimentam-se de modo diversificado. Continuam sendo caçados por humanos, com uma intensidade menor, mas ainda há a caça no universo storyteller. A Nota além de se referir as estatísticas da varna, também diz que estas estatísticas não estão com os modificadores das formas Árquide, como tamanho gigantesco e os outros níveis adicionais.  Essas estatísticas apresentadas se referem as formas árquides convencionais e a forma súquide da varna Jacaré do Papo Amarelo.
 
4- N. do Autor: Apesar do livro de Lobisomem dizer se só Matilhas, no caso aqui, Ninhadas, poderem ter o antecedente Totem,  e não personagens individualmente, aqui, excepcionalmente este personagem vai ter. O Totem é guia da família do personagem Cogumelo a centenas de anos, e por isto, esses pontos, caso o Narrador discorde, você será obrigado a retirar, mas não sem antes argumentar que os pontos poderiam ter sido adquiridos desde a época dos antepassados do personagem....
História
    Cogumelo Empetecado, não nasceu se chamando assim. Era conhecido como Perreira Barreto, em virtude de ter nascido em uma lagoa na região de Pereira Barreto. Nasceu um jacaré do papo amarelo (súquide), bem no interior de São Paulo, na divisa com Mato Grosso do Sul. Obviamente, a família dele por algum motivo, veio parar por essas águas, uma vez que certamente, eles são da região do pantanal ou destas áreas mais precisas para se achar jacarés. De qualquer modo, hoje, ele se encontra próximo a Taquaritinga e Santa Ernestina, também no interior de São Paulo, próximo a região central. Foi uma bela nadada, de Pereira Barreto até esta região em que ele, atualmente, está vivendo, vivendo em uma área rural alagada e afastada, que há muito tempo ninguém habitava por lá, e a própria Mnese pode nos confirmar esta informação, como se a região estivesse esperando um morador nobre, um Cogumelo Empetecado.
    O Nome vem do formato da pigmentação amarela de seu papo, lembra um cogumelo, e como o bicho é todo bonito e bem sadio, acabou ganhando este apelido, que usa como nome. Ganhou este apelido de uma ave que lhe bicava os dentes, uma ave cônscia e encantada, que ele não vê mais, perdeu o elo desta amizade... Mas esta amizade foi muito importante para ele. Pois  foi através desta amizade, uma vez que a ave que encontrou (e depois o contou), (sobre) um outro mokolé no caribe, que descobriu, através de um ritual, que o Aspecto (augúrio) de Cogumelo era o de um encoberto (xamã, médium, feiticeiro), isto porque Cogumelo nasceu quando o sol estava encoberto por nuvens, provavelmente, em meio a uma tempestade; e até hoje, Cogumelo consegue invocar a chuva. De qualquer forma, isto quer dizer sobre as visões que ele tem, o conhecimento oculto que lhe é soprado ou que o Totem diz a ele, na verdade, tudo isto se deve ao seu aspecto que é de ser um médium. Como ele já está começando a se desenvolver...
    Na forma Árquide também conserva o cogumelo, entretanto, neste caso não é no papo, mas sim, nas costas do bicho.
Forma Árquide
    Na forma Árquide também lembra um jacaré, mas agora se trata de um jacaré pré-histórico, gigantesco.
    O Cogumelo nas costas não é de pigmento, mas sim de escamas distintas que crescem harmonicamente uma ao lado da outra, respeitando a cor do lugar correspondente. Se esta escama tem poder especial, o Cogumelo jamais permitirá saber, não conscientemente.
    Apêndices da Forma Árquide (segundo regras do livro citado no começo desta postagem):
° Clauda Clava - ataca como uma chicotada, Dano de Força + 3, dif 7, 1 ação. dano não agravado.
° Tamanho Gigantesco - Um Nível a mais em Vigor. Dois dados a mais para dar Encontrões ou Esmagar. Fora isto, confere mais um nível de vitalidade, mas dificulta testes de Furtividade, por exemplo. De qualquer modo, na sua forma Árquide, Cogumelo Empetecado tem seis metros e setenta e três centímetros de comprimento e pesa mais de uma tonelada, depois de certas refeições fartas, claro. Como bom jacaré brasileiro, ele adora um manífero grande, como as vacas e os homens que agridem a natureza. Mas come praticamente qualquer coisa nesta forma, que ele evita sempre que pode.
° Cones Oculares - visão 360° total, sem mover a cabeça. + 2 nos testes de quem for atacar a ele de forma furtiva.
° Membrana Nictitante - permite ao mokolé ver normalmente em baixo d'água.
    A Mnese possibilita a ele vislumbrar a época dos reis, bem vagamente. E o totem é muito sábio e bom, mas pode causar Harano, se o mokolé não souber relevar a extinção dos Últimos.
A Sociedade dos Humanos
     Os humanos sempre foram um problema para Spivanetto. Ele nunca entendeu esta obsessão por carros, casas, barcos, tudo isto. Ele não aprecia a pesca esportiva e muito menos quem gosta de acampar no mato e polui todo o lugar com papéis, plástico e outras porcarias.
    Sua interação com humanos é quase sempre catastrófica porque ele não sabe como lidar com as pessoas, essa é a verdade. Mas a recíproca é verdadeira, as pessoas também não sabem como lidar com um Mokolé gigante. De certa forma, só reagimos aquilo que recebemos.
    Ironicamente, se este personagem for usado em crônicas longas, ele pode se interessar por política, porque se um dia conhecer a política vai entender que só a lei pode tentar barrar os homens de fazer alguma coisa, então, somente com leis muito severas de preservação ambiental, o Sol finalmente poderá tornar ao Seu Equilíbrio, e é como diz ele:
Quote:
    "Mas é claro que o Sol Está ensandecido e muito ardente. E Ele só Está Respondendo o que estão fazendo a Terra, Terra que Ele deve Iluminar. Ou vocês acham realmente que é um buraco na manta de ozônio da Terra  que está a causar tantos transtornos climáticos? Interessados, se a doença é muito grave, a dose do remédio deve ser severa, também. Se a Terra está muito contaminada, nada melhor que depurá-la e sanar todos os seus problemas, do que fingir que não está acontecendo nada e deixar as coisas como estão, e quem melhor que o Sol para fazer isto?
   
Mas, às vezes, o sol se encobre..., e quem guia os antigos quando o faroleiro não ilumina?"
Ideia de Jogo:
1 -Cogumelo precisa de uma companheira. Como ele lidaria com uma mulher que se interessasse em ser mãe de um  provável filho de mokolé?

2 -Jovens vão acompanhar. Levam carros pick-ups, muita bebida e sujeira. O que fará Cogumelo? Tentará instruir ou lutará, se ele enfrentar jovens arruaceiros, que consequências isto terá?

3 -Uma seita de magos ouviu dizer sobre um enorme jacaré que foi visto na região de Taquaritinga/SP. Parece que o bicho tem escamas mágicas. O Mokolé não ficará nada contente com a visita.

4 -Spivanetto Neto resolve se socializar aos interesses dos pequenos produtores rurais, que vieram dizer sobre uma tal de sustentabilidade, a curto prazo. E a longo prazo, ideal seria se tornar um político da zona rural. Vai tentar se eleger e defender os interesses dos ruralistas honestos e sinceros. Vai ter que tirar documento, alfabetizar-se e aprender a ser "gente". Esta história, seria épica, envolvendo conflitos locais e mundiais, bem ao estilo dos jogos de Mokolé.

5 -Dois garotos se perdem na mata, são dois irmãos. Na verdade eles sofreram um acidente, estão um tanto machucado (ferido gravemente, os dois) e os pais morreram na caída do carro em um precipício, a família não é desta região. Eles são kithain, (um é kinain, ou parente), mas ainda não passaram da crisálida, vão passar e se tornar Infantes (ou passariam, traumaticamente, para Estouvado ou Rezingão?, devido ao trauma!?...)? Paralelamente, se Cogumelo os ajudar, eles podem ir vivendo aí com ele (ideia perigosa, vejo assim), ou Cogumelo os entrega às autoridades (procedimento menos perigoso, creio), de qualquer modo isto indica uma simpatia de cogumelo com algum humano, ou tipo de humano, e isto já é algo bom. E se o kithain só passar pela crisálida mais a frente? E Se o jogador que interpreta Cogumelo, mesmo que os irmãos forem entregues ao Conselho de Infância e Juventude, vez ou outra, fizesse uma visita? Requere-se a guarda dos irmãos? E se ele contar seu segredo e disser sobre magia e Mnese aos garotos encantados?...  Que resultados pode surtir um mokolé educar, ou participar da educação de um pooka e um kinain? 
Para obter as respostas, só jogando.
Uma boa diversão e o RPG é para isto.
Criar histórias que façam nos refletir sobre outro ponto de vista.
Muita diversão sadia, reflexão, diversão e história para
você e seu grupo de jogo.






LIVROS DO EDSON : LIVRO DO POST

A ARTE DA GUERRA (Parte I)
A Arte da guerra é uma literatura obrigatória, tal qual-mente ao Príncipe de Maquiavel, dedicado a governantes ou militares para servir como uma poderosa arma estratégica contra os inimigos deles, tais livros, que já eram clássicos, tiveram suas redescobertas nos séculos XIX e XX, graças ao avanço das técnicas de estratégicas empresariais. E de fato, como alguns afirmam, o mundo dos negócios é verdadeiramente um campo de batalha, uma brutalidade da sociedade organizada e industrializada.
Mas o que podemos fazer senão nos curvarmos perante a grandiosidade de grandes nomes como Maquiavel e Sunzi e Sun Tzu? Vamos começar a ver a Arte da Guerra, quem sabe em outra ocasião veremos Maquiavel... Capítulo I - Avaliações. O livro foi escrito por Sun Tzu, que "entrevistou" e transcreveu os ensinamentos do grande mestre Sunzi, um poderoso militar da época, profundo conhecedor das escolas filosóficas (escolas que mais tarde seriam conhecidas coletivamente como as Cem  Escolas de Pensamento). Sunzi conhecia e mesclava várias escolas em seu estilo de batalha, mas era preponderantemente um legista, aqueles que acreditam que a reordenação do mundo só é possível graças a aniquilação total dos meios antigos, e a vigência de novas posturas, respaldadas por força de Lei Reguladora da Realidade, a Força Fa. De qualquer modo, Sunzi, também era adepto do daoísmo e do confucionismo.
O Livro abre com Avaliações, o texto original.
Ora, antes de enfrentarmos uma batalha devemos avaliá-la a fim de prever se temos alguma chance de vencê-la.
Sunzi disse:
"A guerra é de vital importância a uma nação. É o domínio da vida e da morte, o caminho para a sobrevivência ou para a destruição. É necessário avalia-la corretamente."
    Elaborei um quadro com as cinco coisas que se deve conhecer para arriscar prever o desfecho de uma guerra:









Deste modo:

1 - Dao: O Caminho, como o adversário segue e entende o Caminho das coisas.
2 - Tempo: O tempo significa as mudanças das estações e demais ciclos e fenômenos.
3 - Terreno: Diz das distâncias, do solo, os espaços de batalha e de movimento.
4 - Liderança: Um líder deve ter sabedoria, sinceridade, humanismo, coragem e disciplina.
5 - Regras: As regras são: Organização, Níveis Hierárquicos e Aprovisionamento Regular.

    Segundo Sunzi, por Sun Tzu, quem conhecer as combinações,os arranjos todos destas coisas entre si, pode vencer a guerra, quem não as souber não pode vencer.
    Ademais, nesta fase de avaliação, além de mensurar estes fatores, devemos fazer sete perguntas, se desejarmos vencer uma guerra onde temos alguma chance contra o nosso inimigo. As Sete Perguntas são:
1.Qual Governante segue verdadeiramente o Caminho?
2.Qual o Líder mais Talentoso?
3.Que exército sabe aproveitar o Terreno?
4.Que exército regula-se com as melhores regras?
5.Quais as tropas mais potentes?
6.Qual exército é melhor disciplinado (treinado)?
7.Qual exército administra as recompensas e castigos de acordo com as regras?
    O item Sete diz do porque das duas mãos: uma deve saber castigar e a outra deve saber recompensar. Assim, Sunzi era adepto da teoria de Hanfeizi, que diz, "os dois punhos são a punição e recompensa, onde a morte ou a tortura aos homens culpados é castigo, e os incentivos dados aos homens de mérito é recompensa.
    Sunzi afirma que tais conhecimentos, tais análises bastam para vencer uma guerra, claro, desde que as condições analisadas sejam melhores que os inimigos, mas segundo Sunzi, nem só de bons combatentes fâ-se vencedores, veja (livro citado, pag. 32 adaptado):
    A lei da guerra se baseia no engano.
    Finja ser Incapaz quando puder atacar e capaz quando não puder atacar.
    Se as tropas inimigas estão em ordem, tente bagunçá-las; se estão unidas, semeia a discórdia. Ataque quando o inimigo não estiver preparado, apareça subitamente. Esses são meios seguros para a vitória.


VOU FICAR TE DEVENDO UMA




IParei de tentar convencer

- já que a mim não elogiarão,

também não vou ser eu
quem irei ficar a dizer

que no mundo só podia
 ter gente boa como eu.
II

Te devo essa,
fica para a próxima.
Bota aí na conta dos prejuízos acumulados
e desta prosa aqui, põe o resultado aí:

Prosa mat. = raiz cúbica de x → (-1) [x (x-1)
n! .  Ø,ø8 ²] =___→ [Nota 1]
onde:
x = a gente, o indivíduo
n = número de outras pessoas que nos influenciam

NOTA 1

devido ao -1 na fórmula,
 o resultado não existe,
 se tirarmos os sinais negativos,
não obteremos a fórmula da prosa matemática,

 mas ainda assim,
 poderemos conseguir resolver a equação,

ou aqui no Brasil,
ninguém sabe resolver esta simples equação?

Menos simples, se você quiser contabilizar
todos os seus amigos de facebook,
onde n será igual a > 1000,
 e se terá que fazer a equações
enumerando-as de acordo com a
importância. Onde:
 o > é o mais íntimo e
o < é aquele que pouco nos influem.


Mas se tirarmos o negativo
e se só tivéssemos
um único amigo sincero,
o resultado deste simulacro inverso da
prosa-matemática seria igual a
0,18566363553 ou
1/x → 5,386084




IV

O que dizem números a quem não sabe os interpretar? ,

o que dizem sonhos a quem não sabe os viver?


Quem são aqueles a que se destinam estas ideias

e quem são realmente os que as visualizam?