blog de Escritor: Edson Fernando



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Aproveitando as imensas facilidades do mundo on line e, também, aproveitando o imenso conteúdo que tenho de material escrito, resolvi transcrever uns livros on line.
É um projeto longo, acho que vai levar um tempo, mas as semente foram lançadas. E ora, os frutos, os frutos serão os mais variados possíveis, como agregar novos leitores e aumentar a minha visibilidade,além de proporcionar um pouco de diversão e cultura gratuitamente a todos vocês.Espero que gostem!

Boa Leitura, Leitores Amigos.

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Seja Bem Vindo, Amigo, Por Muito Tempo Lhe Esperei, agora, Fique à Vontade!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

A Auto Postagem


Sou cria de meus textos,
Refém de meus sons,
 Sou um sonho ainda maduro, que se perde quanto mais passa apuro.
Mas é a hora de me encontrar seguro,
Pois a propaganda que faço na internet,
Não me gabarita para o momentâneo, o sucesso efêmero,
Mas para o futuro que mais garanto em meus conteúdos.


Postagem dedicada a nossa “auto postagem”, na web ou não




AUTO POST
I
Replicar-se, a si mesmo, se auto postando na web;
Expor a vida de uma outra pessoa na rede de computadores,
Sem ter o menor pudor daquilo que virá depois.

Fazer das redes sociais o seu diário, álbum de fotos, caderno de poesias
e tudo o mais que diz respeito apenas a tua vida – mas a publica na rede
com sede de que admirem tuas coisas e as conquistas que te foram pra depois.

Disto diz apenas essa prosa: isto é auto se postar.


II
O quê que você quer mostrar?
Sua filha, sua barriga, seu sexo,
Sua cara, seu cabelo, sua loucura.
Diz aí: é artista? Filosofa? Narrador?
Que nada, diz apenas de sua vida ralada;
Nada mais que as meras vulgaridades das vicissitudes da vida aos quais todos estão acostumados, ou não, a sofrer.
Mas isto é viver, enquanto a internet é intemporal – onde uma vez publicado, mesmo ‘deletado’, não será extinto. Será?
Sabe se lá até quando há de se enganar...
Estou disposto a lhe dizer das coisas, sim,
Mesmo que estiver desconfiado de mim
[É exatamente assim que eu vim].
E eu vou lhe dizer, sim, sim e sim.


III
Vicinal daqueles que se deram mal,
e nem sequer foram parar no hospital para se recuperar,
ou depois, permanecerem em tratamento em casa,
porém sem os seus próprios familiares a se tratarem [Bem e Querem],
mas então, eles não morreram, e mesmo em vida, já deixam de viver.
Eles se foram; e se voltam já não o foram?
Sabe que foram e que voltam, porque aqui nada é definitivo
e o que digo não é apenas um aviso, é antes um sorriso de um amigo
que não quer ver
qualquer que seja o ser vivo
vir a sofrer daquilo que todos temos no umbigo
mas que a alguns mais sofrem do que os entendem.


IV
Você precisa de mim, eu preciso de você
E quanto mais não nos topamos, e nem nos entendemos,
Menos e menos vamos vivendo de modo sereno, moreno campeiro.

Corre cadela quando água toma na região lombar,
mas cadelas não existem apenas para fuçar e exclamar!?
Que sejam as lesmas na calçada, a sal grosso a correr n’água
que as dissolve enquanto as torna em nada mais que carcaça / concha de caramujo.

E acaba tudo exatamente como tinha que ser, e acaba.

Porque esta é a vontade daqueles que são como nós, e interagem,
sem sofrer com tolices que pomos na mente, cansados de nós.

Mas eles – aqueles que nos parecem – não tomam a frente como nós;
ficam, antes, na retaguarda protegendo-nos das nossas burradas pelejadas.


V
Atiçara inteiramente a tua vontade, e deste na cara a tua intenção
para que todos os outros irmãos dos outros a vissem.
Agora sabem de ti, de teus deslizes. Tua vontade e tua cara de vaidade.
No imenso démodée de apólices de títulos de uma era antiga
construíra na surdina as falácias de tuas ingratidões, todas.
Até que ultimamente estivera mais sútil e deixaste de tanto ser irrelevante.
Criança, Jovem, Adulto, Terceira Idade – são todas idades da Cronos não da Virtude.
A Virtude se tem quando se abandona o egoísmo e o orgulho.
O Cronos é o tempo mesmo que a alguns trata melhor do que a outros.
Mas todos sabem todas essas coisas em um tempo em que nunca foram.
E se já voltam pra casa, antes, mesmo, nunca saíram dela.


VI
Ele me pegou perto do Céu, para eu dar uma volta com Ele.
Falou que estava cansado de tantas tolices e que os seres humanos eram muito preguiçosos
que gostam de fazer tudo do modo mais “fácil”, porém que se esquecem facilmente
que o caminho mais árduo é aquele que mais se aprende, e que nem é o mais agradável
O caminho que leva aos Céus, pelo contrário, há muito que se provar para ser merecedor de um lar celestial.
Disse mais: os excêntricos são fundamentais no convívio humano,
mas eles devem deixar de causar transtorno e mal estar com as suas presenças.
Ou seja, os diferentes devem ser diferentes, mas devem se esforçar para não “desequilibrar” o ambiente.
Disse para vivermos contentes com os nossos poucos, as nossas aflições, as nossas dores e sofreres.
Que somos nós mesmos quem optamos por viver deste modo,
e que sempre contamos com nosso livre arbítrio e nossa consciência para nos auxiliar.
Alguns ainda têm os dotes espirituais e os anjos da guarda bem ao lado para guiá-los,
mas ainda somos nós quem escolhemos por este ou aquele modo. E depois é só viver.
Explicou-me quem não era. E Ele não é o Senhor, é apenas um dos Seus Lados,
me disse que Deus – Ele – é um poliedro de n lados infinitos.
E disse, por fim, que onde se lê Jesus, nos dias de hoje e noutros tempos também,
não está a se falar do Mestre Supremo, avatar de Deus, mas sim de uma falange de farsante, que a muitos enganam,
e terminou com essa frase contemporânea: #esse Jesus não é o mesmo que o Meu.


VII
Eu não queria que tivessem me exposto daquele jeito,
mais de mil pessoas acompanharam meu crescimento e curtiram as coisas que fazia
e papai / mamãe por mim postavam e comentavam na web, dizendo de fotos [de /+ ou] comigo –
Muita vida foi super exposta. Over Opened – muito aberta a todas / todos.
As pessoas sabem meu nome nas ruas e eu nem tenho ela nos meus amigos online.
A expressão vida de livro aberto – a quem nunca quis isto – tem aqui,
em mim, nas minhas coisas, na minha vida, seu significado mais representativo.
E assim começo minha vida...

VIII
Deveria ter um talento pra cada um de nós,
poder nos mostrarmos na WEB de nosso melhor modo
Mas muitas pessoas querem a rede para deitar e rolar,
se estragar de tanto se embrenhar nas tristezas que dá só de pensar
que dirá quem vive a praticar aquilo que é de lascar
que é tão ruim que dói só de imaginar
E se todas essas bizarrices se tornam TODA A WEB?
Porém jamais!!! A vida é triunfante e há um limite para tudo,
até para o ilimitável a padrões sem qualidade ética / estética alguma
- até eles devem se limitar e chegar a um ponto de cessar.
A verdadeira ética é aquela que tem alguma significância estética
Como bem o filosofava, Nietzsche!, Ao se referir a coisas boas e coisas belas
Onde cita os seios das mulheres como exemplo de algo sublime, bom e belo,
Porque dá o alimento para as crianças e ainda faz bem ao olhar do seu esposo.

E posta, mas posta tudo, mas tudo MESMO.





Editorial:

     Considero, sobre muito sentidos, um privilégio minha educação. A prosa matemática vem desta educação, as mixagens vêm da minha cultura. A contabilidade vem do ensino superior. A controladoria vem de uma sonhada pós-graduação (mestrado ou doutorado). O Inglês vem de longa data, as minhas certificações neste idioma são recentes. Mas a língua, a linguagem minha [a formação da mesma] é que é o mais interessante (e que de certo modo me distancia dos demais, mas pode aproximar também, com uma linguagem de blog abrangente ou um set instigante na web).
     Eu sempre gostei de escrever, desde os 7 ou 8 anos, ou antes, disto. Mas, ao contrário do que pode se supor, eu nunca tive lá muita facilidade com as palavras, mais do que eu tenho capacidade de relacionar ideias, prever padrões e sofrer com as suas consequências - do modo mais dificultoso (dizem que a consciência do sofrer torna a situação toda menos suportável). Assim, eu tive que aprender. Aprender a ler, a escrever, aprender a datilografar, aprender como se escreve as palavras (por muito tempo eu escrevia “voçê”), e sim, aprender gramática, para depois esquecê-la, como se deve ser quando quer se comunicar com muitos. Depois, tive que aprender informática, programas, HTML e etc. E continuo aprendendo até hoje.
      Mas eu não aprendi o Português - a Língua – só no colegial, no ensino fundamental. Eu fiz dois anos de CEFAM – formação de professores – e isto me deu uma visão do processo pedagógico, psicológico e motoro que está envolvido no ensino / aprendizagem. Como eram 4 anos de CEFAM e só fiz 2 (precisamente 3/8 da duração total), tive que terminar o ensino médio no supletivo – EJA (Educação de Jovens e Adultos, curso de curta duração e menos conteúdo / componente curricular) –, ou seja, foi nesta época que aprendia amar o estudo. Porque eu já tinha 21 anos e não tinha o ensino médio completo, ainda.
      Quando se faz supletivo, se entende o porquê de estudar, eu entendi assim. Eu sempre fui Maluco Beleza, como na canção do Raul Seixas, um grind (de underground, suponho), alguém com um quê espiritualista mais que preferia evitar ir a Centros Espíritas (muitas pessoas, amigos, familiares e médiuns, afirmam que meu insucesso na vida – financeiro, amoroso, social e trabalhista - é devido ao não pleno desenvolvimento desta minha espiritualidade), ou seja, para todos os efeitos parece que eu sou um rebelde ou um marginal cult.
       Está certo que naquela época eu mixava e dava aulas de teatro, mas isto nem se compara aos trabalhos de meus colegas de supletivo: serviços hospitalares, vendedores internos, assistentes administrativas e mascates que eram músicos aos finais de semana... Nisto eu percebi que estudar é sério e bem legal (legal eu já achava, mas achava o ensino uma Zona, zoeira; e apenas no EJA eu aprendi o valor dos estudos e a dar valor a isto: seriedade).
      Lá eu pensei, eu tenho que me concentrar nos estudos. E o fiz, apesar de ter ido bêbado à aula algumas vezes, e ter até feito prova em condições adversas de meu estado normal... Enfim, nada disto mais me pega, graças ao Cosmos, exceto a zonzeira e o mau odor do cigarro, claro.
       E se já dei desgosto nos estudos, já fiz professoras se emocionarem com meu desempenho, ou professores Top de Ensino do SENAI já me dizerem que eu podia relaxar um pouco em meus trabalhos e pesquisas. Ora vejam... O maior rebelado é também o mais obediente.
        Eu só dei valor aos estudos, quando vi a facilidade que eu tinha para estudar (além de ensinar e aprender) e que (como!) isto não podia ser desperdiçado, ainda mais que muitos TINHAM quem estudar, mesmo com tantas dificuldades. Lembro até hoje quando li Meus Oito Anos, poema de Álvarez de Azevedo (espero que seja isto mesmo, não chequei), e lembro-me das palmas da turma para mim e da comoção da professora quando eu terminei a leitura. Eu já lia Nietzsche, Carlos Drummond e Camões na época e já conhecia o trabalho dos romancistas brasileiros, e a leitura foi bem clara e emotiva, mesmo – o poema é belíssimo mesmo, tem um ritmo bem rural, nostálgico, bem como minha cidade. Ai saudades, pois bem, a professora falou “ótimo, perfeito”, mas teve um efeito contrário, ela queria impor este padrão de leitura à classe. Foi quando eu abri minha boca, pois sim, eu abria a boca antes:
      _ “Professora, a senhora não pode exigir este padrão da classe: eu gosto de ler textos sobre filosofia, teatro, épicos e muitos outros, e, por isto, leio bem. Agora eles, eles não leem muito. E mais. Eles estão cansados de trabalharem o dia todo...” algo assim, eu disse. Ela falou que eles deveriam se esforçar para ler como eu lia... algo assim.
           Ou seja: ela falou que não na hora. Tá certo que a classe nem queria ler nada depois da minha leitura mesmo, mas eu não gostei da atitude dela; e depois ela considerou mesmo a possibilidade dela ter sido intransigente naquela ocasião... Mas notem como o ensino é falho, um momento bom de leitura prazerosa e envolvente se torna pretexto para a professora exigir mais da classe, isto é um reforço negativo, não acham?
          Digo que houve um tempo em que eu dizia as coisas. Uma vez que hoje não falo mais quase nada, pois parece que as pessoas pouco entendem umas as outras e que para tudo já querem partir para a ignorância e tornar a barbárie ou o vexame.
           Mas este texto é sobre minha educação linguística e acontece que eu sempre questionei as minhas  professoras e os meus professores, diretores, coordenadores, isto no sentido dos hábitos e das posturas que a escola dizia como correta. Eu fui chacoteado por uma professora na sala de aula por este meu jeito, ‘inteligente desregrado’. E, depois de um tempo, quase sempre, eles (os professores, as professoras) estavam de confabulações profundas  e verdadeiras comigo. De acordo com as nossas ideias. Esta professora de português foi um exemplo, uma outra professora do SENAI, também de português, outro belo exemplo de professora que era contra minha concepção e depois se retrata e começa a entender o que eu dizia.
          Assim, eu tive aula de Português no ensino fundamental, no CEFAM, no supletivo, no SENAI, no curso de contabilidade, em cursos de aperfeiçoamento, via web e também através de meu auto estudo. Leio desde os oito anos e já li de um tudo de George Trakel, até Starhawk, de Gil Vicente, a Shakespeare, passando por Nelson Rodrigues, Plínio Marcos eMoliere. Filosofia Grega, Kant, Berkeley, Schopenhauer, Wittgenstein, meu pai filosófico Nietzsche, compilações, antologias, e muito, mas muito mais mesmo. Incluindo RPG, Livros Técnicos de Mecânica, Desenho e Contabilidade, Livros de nível superior de controladoria e gestão, artigos científicos, anais, resenhas, romances, contos, etc...  Ler é fundamental para melhor se comunicar (se expressar)!
        

IMPORTÂNCIA DA LEITURA, DO SABER e de ALTOS VALORES MORAIS.



Resumo (ler e estudar são fundamentais):
1. Valorização da Arte e dos Valores Culturais (os mais adequados a sua visão de mundo, sempre);
2. Valorização do Estudo / Processo Ensino Aprendizagem;
3. Valorização da Excelente Qualificação Profissional;
4. Valorização das Atividades Lúdicas e Recreativas;
5. Valorização da Pesquisa, da Pós Graduação e do alto nível do estudo acadêmico.



O CENÁRIO AJUDA A CONTAR TUA HISTÓRIA / A CIDADE DOS ALAGADOS: Tem um cheiro de Jurupinga no ambiente, e destas vezes não é meu. Tem um odor de cachaça que se exala pela cidade quando termina o expediente. Há socos, pontapés, palavrões, irritações e lágrimas que acompanham cada vez mais os goles mais prematuros e antifebris dos goles de conhaque, das latas de cerveja, das taças de champanhes e dos aperitivos com vinhos. Que seja o corote de pinga ou de rabo de galo (bebida feita com aguardente de cana e vinho de sabor bem acentuado e robusto: cerca de 4 doses de pinga para 1 de vinho), e as garrafas de cervejas em teu automóvel. A cidade exala um odor de álcool bem ao fim do dia e ao começo de um novo.

        Quando o escritor entende que o cenário é tão ou mais importante que os personagens, tudo flui naturalmente na história. Muito se diz dos contos introspectivos e da narrativa focada na visão pessoal dos personagens que se encontram no enredo em questão, porém, o cenário tem um papel fundamental. O cenário, além de situar a história, influi, de muitos modos, nela e na psique dos personagens.

       Chove tanto que alaga. Nada mais há na cidade. Nem bares, nem seus odores, mais primitivos do que sofisticados, de amarras de álcool e fumo. Não há nem movimento, nem fluxo muito menos acertos e encontros. As pessoas se esvaíram, menos os dois. Eram Luis e Verônica, uma de suas namoradas de outrora.
                A água torrencial vinha que como que brotando do céu, rumo abaixo, inundando tudo o que estava sob ela. Confesso, eu, como narrador, eu não estava mesmo no boteco em que eles estavam se ocultando na chuva, mas eu outro quase que em frente, bem próximo, e por isto não tenho certeza que a conversa foi esta mesma; a chuva fazia muito barulho; e como parecia que gritavam às vezes, eu traduzi a conversa com a técnica labial, de modo rudimentar e o resultado é o seguinte:
         _ Você não estava morta? Tá, eu entendi que você está morando com sua tia e que agora vive fazendo unhas e penteando o cabelo da mulherada, mas e no mais... como se diz... mas e então, como você tá viva?
         _ Ah! Você quer dizer daquele dia em que você tentou me matar, naquele beco lá, afastado? Nossa olha que raio, esse foi bem próximo? A chuva está ficando mais forte ainda, olha, rolando uma cadeira na água da enxurrada.
         _ Eu não tentei te matar!!! Eu te matei aquele dia. Lembro que você foi minha segunda vítima, sua traidora, mulher adultera... Você não deveria nem presenciar uma tempestade com esta, sua impura, vadia.
       _ Então, é isso Luis  - neste momento ele vinha pra cima dela com uma faquinha de cozinha -, é assim que termina? Você quer se livrar de mim? Não tem problema não, a chuva se encarregará de mim. E de você também?
         E dando cerca de três a quatro passos para trás, Verônica se deixou levar pela correnteza das muitas águas da chuva. E sumiu de nossas vistas, rolando rua, rio abaixo.
          Um longo momento de estagnação se sucede. Luis fica imóvel, parado, em pé. Eu, oculto, me esforço para melhor narrar.
         _Luis, acorde, você tá me ouvindo? Ou...
         Quando parou um pouco a chuva, O introspectivo observou que Luis estava sozinho no bar, olhando para o ar, parado, como se nem tivesse notado que a chuva havia diminuído há cerca de cinco minutos e o nível das águas nas ruas, em pontos mais elevados, já começavam a baixar. 
        _ Ou Luis, você não quer dar uma volta comigo, sou eu, O Introspectivo.
        Sem resposta, ele subiu sozinho para as suas cruzadas e eu fui atrás dele, mas em direção a minha casa.

O Conto do Noctâmbulo – Cidade Alagada, Post 110.


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