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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Novo Livro de Eduardo Waack

Novo Livro de Eduardo Waack - Pessoas & Lugares
Um roteiro histórico, geográfico, sentimental e cultural: quase memórias

TEXTO Originalmente Postado em http://mataooboemio.blogspot.com.br/2015/11/pessoas-lugares-novo-livro-de-eduardo.html




Imagem 1: Contracapa do Livro Pessoas e LugaresFonte: Disponível em < https://www.google.com.br/search? q=imagens+eduardo+waack+pessoas+elugares&safe=off&tbm=isch&imgil=idN2RnoycL30GM%253A%253BLi yuqvBUqZvYSM%253Bhttp%25253A%25252F%25252Fletrastaquarenses.blogspot.com%25252F2015%25252F10%25252 Fpessoas-waack-antonio-cabral-filho-rj.html&source=iu&pf=m&fir=idN2RnoycL30GM%253A%252CL iyuqvBUqZvYSM%252C_&usg=__YYu4kDU4TJQKZ38O9E9S-mGvzbo%3D> site<www.letrastaquarenses.blogspot.com>



Aqui cabe o antigo verso: semel emissum volat  irrevocabile verbum tão logo pronunciada, a palavra voa irrevogavelmente (KIERKEGAARD, 1841).



INTRODUÇÃO:

A vida sem a arte e a cultura talvez não seja nada mais senão um amontoado de outras coisas que, aparentemente, valem a pena apenas enquanto são ou estão novas e moderna, uma vez que elas se tornam obsoletas tão logo são consideradas como “gastas”. Mas nem tudo nesta vida se gasta (ou desgasta) e deteriora. Nas palavras de simplicidade, carregadas com toda as suas abrangências e forças, de Eduardo Waack, além de demais palavras contidas no Jornal O Boêmio, trazem-se em si, sem dúvida alguma, um pouco mais dos valores imateriais (e fundamentais) que tanto nos ajudam na nossa caminhada por estas terras.
Em 2015, O Boêmio entrou em seu 25º ano de circulação interrupta na cidade de Matão, sendo também enviado aos mais distantes rincões do território nacional, do Rio Grande do Sul ao Amazonas. [...] Somos alternativos porque buscamos maneiras de sobreviver e divulgar ideias libertárias sem nos vender ao sistema ou deixarmos de lado os ideias que nos guiam e iluminam. Aqui não mentimos nem bajulamos! Mas precisamos da colaboração de todos: patrocinadores, leitores, assinantes e simpatizantes. Precisamos de crítica e doelogio(WAACK, 2015,p.79).

Ainda bem que desde os meus dezoito anos, aproximadamente, eu acredito ter a consciência de que, sim, existem outros valores e importâncias na vida que não são, exclusivamente, aqueles mensuráveis de formas monetária e financeiramente; uma vez que existem valores mais úteis e agradáveis que são entendidos como arte, cultura, boas filosofia de vida, bem viver, boas filosofia da natureza, bem conviver, & sustentabilidade, harmonia e equilíbrio, entre demais palavras com sentidos bem próximos a estes: no propagar de uma nova consciência planetária.
A respeito de sua consciência sobre o seu lugar no “mundo”, o movimento hippie foi um dos que trouxe um grande foco humanitário na questão da poluição, do consumismo e da necessidade da quebra do preconceitos e dos paradigmas que não cabem mais em um novo mundo mais global, amoroso e compreensivo. Seja isto, se dando no rever de velhos hábitos, ou revendo formas de se relacionar, ou mesmo reinterpretando a significância de conceitos como sucesso, conforto, liberdade e, em uma palavra, reinventando a “contemporaneidade”; ou seja isto com ações práticas, vivendo em comunidades harmonizadas com o ambiente, com casas (e comunidades, e, futuramente, quiçá, cidades inteiras) sustentáveis e ecológicas, com trabalhos que sejam integrados e harmônicos ao meio ambiente e etc. De um modo prático ou de outro modo se apresenta novasformas de estar no mundo: propaga-se, com isto, as novas ou readequadas maneiras de se ver e viver a vida.
  O jornal o Boêmio, desde a década de 1990 já aponta para a questão da vivência harmônica com todo o conjunto que se entende como o planeta Terra Vivo: a Gaia, ou a mãe natureza; os outros, a si mesmo e os antepassados (in memoriam); com os bons sentimentos; e etc.
Quando os hippies superaram a si mesmo, as suas mesquinhezes, suas cupidezes, e por fim, surgiu o New Hippie; onde o discurso do amor livre e do respeito à natureza não são apenas metódicos ou sintomáticos de demagogia; muito pelo contrário, o new hippie (novo hiponga) preocupa-se com estas questões, tal como com a qualidade de vida das novas gerações; preocupa-se com a questão da água, do lixo, do solo, da poluição, do respeito, enfim, de viver uma vida de um modo em que o planeta não se desgaste tanto (ou melhor – regenere-se) com a ação do homem em suas muitas formas de organização e convivência em sociedade.
Filosoficamente, por minha parte, acredito que se o Jornal (de Cultura Popular Independente e Evolucionária! - WAACK) O Boêmio fosseexatamente uma pessoa, era bem provável que esta pessoa seria um paradigma hiponga irretocável; um sedutor boêmio, com uma exata consciência de cada uma das reações possíveis à suas ações em sociedade.
Comecei a ler o Boêmio na virada do século XX para o XXI, e inclusive, participava com textos de opiniões polêmicos, que o editor do jornal, Eduardo Waack, gentilmente diagramava para mim, na forma da tipografia gráfica, aquilo que eu tinha datilografado em sulfite; de modo que se fosse tais textos do sulfite para o papel jornal; e ainda, recentemente, tive poesias minhas publicadas, mais uma vez, com muita gentileza da parte do poeta Eduardo, nas prestigiadíssimas páginas d’O Boêmio; só tenho agradecer isto e fazer uma pequena contribuição divulgando O Jornal O Boêmio, Eduardo Waack, o Livro “Pessoas & Lugares”, o site da Revista de os Jaivas; e etc.
Além de escrever livros, escrever e editar O Jornal Boêmio, de instruir-se e instruir aos demais, e de seus afazeres corriqueiros, EduardoWaack ainda é editor da versão (América) latina do site da revista de Los Jaivas; esperamos que o leitor possa também acompanhar esta postagem; e, se possível, as demais obras de Eduardo Waack.
Eu desejo desde já uma boa leitura, espero que eu tenha conseguido captar a atmosfera do livro de Eduardo para fazer esta resenha de modo apropriado a vocês, prezados leitores deste blog; tudo bem?
Sintam-se à vontade para comentar e para entrar em contato para saber maiores detalhes de como obter o livro físico;
Ou entre em contato se quiser assinar O Boêmio;
E, não deixe de conferir e visitar os links indicados ao final da postagem;
Obrigado por sua vista a este blog. Por compartilhar e por dedicar parte de seu tempo interagindo com este site. #Peace

Trata-se de um livro super atual sobre o Brasil, nossa memória, nossa cultura, nossa arte, nossas histórias e nossa gente. Uma história contada sobre a ótica da memória, da terra, da estrada e do pensamento.
Um livro muito bom de ser lido, de bela arte gráfica e de uma atmosfera totalmente equilibrada entre histórias e informações, entre detalhes, e arte & cultura.
Este post faz uma breve resenha deste Título: Pessoas & Lugares.

1. Das Viagens do Livro
O livro “Pessoas & Lugares” tem ótimos roteiros e detalhes sobre regiões turísticas deste nosso maravilhoso Brasil natural e quase que intocável pela civilização; além de também fazer comparações de diferentes épocas de visitações, dando ao leitor uma clara imagem da ação do homem na paisagem e no ciclo natural. Fornece ainda detalhes de pousadas, parques, pontos de suporte a turistas, e etc.
Nesta postagem destacam-se os seguintes conteúdo do livro “Pessoas & Lugares”, sobre os Lugares:
·       PELAS TRILHAS DA SERRA DA CANASTRA: texto que aborda viagens por Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Narra uma aventura no Parque Nacional da Serra da canastra, encontrando a nascente do Velho Chico. “Conhecendo a nascente do Rio São Francisco, místico local onde o vento forte açoita e marca o rosto, os fantasmas gritam e ainda é possível avistas, com certa facilidade, animais silvestres ameaçados de extinção” (WAACK, 2015, p. 06). O texto apresenta ainda um belo panorama das cachoeiras e trilhas (e locais interessantes) da região, além de ressaltar características naturais da região, como as observadas pelo botânico francês August de Saint-Hilaire.

·       AS IGREJAS DE OURO PRETO: mais um texto impressionante de Eduardo Waack sobre Minas Gerais, com minúcias de detalhes sobre o aspecto histórico e cultural de Ouro Preto, e as obras de Aleijadinho; além de dizer sobre o Tiradentes, a Mina do Chico Rei; o vilarejo das Lavras Novas, o Pico do Itacolomi (um antigo quilombo) e etc.  

·       NAS CACHOEIRAS DE VISCONDE DE MAUÁ: narrativa de viagens envolvendo a localidade mística de Visconde de Mauá (a seis quilômetros de Maringá) – entre os estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. “Desta vez, em plena era de Aquarius, nos hospedamos em Maringá, também dividida em dois pelo intrépido rio Preto, nascido no Pico das Agulhas Negras, na Serra da Mantiqueira, que desde 1937 é protegida pelo Parque Nacional de Itatiaia” (WAACK, 2015, p. 39).  Destaque ainda para o ressalte do contraste entre o natural e o produzido, manufaturado, dado pelo autor ao texto; refletindo-se pelas descrições dos pássaros encontrados na região e as modificações que a paisagem sofre em virtude da potencialidade turística.

·       A ILHA DO CARDOSO: fica na divisa de São Paulo e Paraná, uma bela região de Mata Atlântica. “Quem conhece a Ilha do Cardoso se admira com a quantidade de pássaros, flores e a enorme diversidade biológica do local” (WAACK, 2015, p. 64). Deve realmente se tratar de um lugar paradisíaco onde uma parte de nossas matas brasileiras originais, ou bem próximas das originais, ainda mostram toda a sua magnitude e exuberância enaltecedora-mente lindas.

2. Das Memórias do Livro
Imaginemos um pouco, quantas memórias não suportam o intelecto e o coração de um escritor? E de um poeta? E de um filosofo naturalista? De um artista? De um douto das culturas e do bem estar e cultivar?
Este livro é essencialmente memorial; além, claro, do conteúdo das “Pessoas & Lugares”.
Tal título tem muitas memórias, muitas!, muitíssimo importantes – esta redundância era de fato necessária: trata-se de como o próprio autor (Waack) bem sub-titulou, de umas quase memórias.
Nesta postagem destacam-se os seguintes conteúdo do livro “Pessoas & Lugares”, sobre as Memórias:
·       CANÇÕES DO FRONT: trata-se de um texto sobre o 1º livro de poemas individual publicado por Waack – Canções do Front. Publicado pela Editora do Escritor, fundada pelo escritor Benedicto Luz e Silva, este livro – Canções do Front – encontra-se a espera de uma nova edição, revista e ampliada. “Canções do Front não é apenas mais um livro de estreia, antes nos revela o início de um poeta” (Benedicto Luz e Silva, in Introdução Canções do Front).

·       RELEMBRANDO OLAVO PICCI: muito emocionante e empolgante o texto sobre o Olavo Benito Picchi, um dos mentores por trás do forma e de conteúdo-lógico d’O Boêmio, segundo o próprio editor, Eduardo Waack(2015). Olavo publicou seu primeiro livro em 1979; e ele era um próprio boêmio das noites de Matão; e ajudou Eduardo, por dois anos, na edição d’O Boêmio. Os dois foram vizinhos de chácaras, no bairro Boa Vista em Matão/SP. Curiosidades sobre o autor que se descobre lendo estas maravilhosas páginas, muito bem escritas. Texto em homenagem a este grande articulador cultural, artista e poeta que Matão presenciou. “A verdade é que ninguém escreve, seja poesias, contos, romances ou crônicas, para deixar seus textos adormecidos no fundo de uma gaveta” (WAACK, 2015, p. 44).

3. Dos Encontros do Livro:
Eduardo é um grande viandante, um grande errante deste nosso Brasil de meu Deus. Ele, por suas razões especiais, fixou-se em Matão há um tempo, mas nem por isto deixou de cumprir a sua função de caminhante com os ventos, em busca de melhores pores-do-sol, melhores paisagens, melhores harmonias, melhores sensações e sentimentos, enfim, na sua busca pessoal e intrínseca.
Em meio ao Caminho, existem os encontros, alguns são furtuitos, outros de destino; com sorte, em rumos eternos e imutáveis.
Nesta postagem destacam-se os seguintes conteúdo do livro “Pessoas & Lugares”, sobre as Pessoas:
·       ERICKSON LUNA, POETA DAS MADRUGADAS: o encontro de Eduardo e Erickson se deu em Olinda (PE), em 1987 e mesmo após 20 anos esta amizade ainda inflamava inspirações e opiniões. Luna nos deixou em 2007, mas a sua poesia permanece inabalada, graça a veracidade de seus ideais.

·       O CAPITAL, ANO 25: o jornal o Capital é editado por Ilma Fontes, a lendária literata e jornalista underground nacional (Waack, 2015).  Emocionante relato da época em que se recebia jornais por correspondência e de quando alegra-se a casa com o exemplar recém publicado, na chegada do malote dos correios.

·       CRONOLOGIA DE UMA SAUDADE (em memória de José Luiz Dutra de Toledo): é um texto que sinceramente merece muito ser lido, diz de muitas coisas, interpretei como que dizendo de uma amizade transcendental a tudo: ao riso, a utopia, ao que não veio. “O riso não veio / não veio a utopia / e tudo acabou / e tudo fugiu / e tudo mofou / e agora, José? (DRUMMOND DE ANDRADE, 1998, p. 21)

4. Das Poesias do Livro:
O livro todo em si é poético e culturalmente artístico ou artisticamente culto. Foi muito difícil selecionar apenas algumas partes, todo o livro é muito bem escrito e argumentado. Vale muito a pena ser lido, consideravelmente.
Nesta postagem destacam-se os seguintes conteúdo do livro “Pessoas & Lugares”, sobre os textos e poemas:
·       LOS JAIVAS E SUA MÚSICA UNIVERSAL: este texto foi recentemente publicado no site da revista de Los Jaivas, Brasil. Vale dar uma olhada, com certeza. Diz de conjunto chileno formado em 1963, com formação que alterou-se para superar as “baixas do tempo”, em texto apresenta momentos memoráveis da banda, como a apresentação para mais de um milhão de pessoas em Buenos Aires (na Argentina, 2010).

·       RECIFE 87: poema muito bem desenvolvido sobre a chuva, a forma e as pessoas da cidade. “anúncios luminosos / barro / a babilônia / leva doze e paga dez / não perca esta oferta” (WAACK, 2015, p. 21).

·       CONSIDERAÇÕES SOBRE O POEMA FANTOCHE: impressionante escrito de Eduardo sobre as ruas e a vida no Brasil da década de 1980 a hoje. Diz ainda de experiências de vida e impressões que nós, ditas pessoas normais, ou “de vez em quando sociáveis” temos dos outros, sejam os menos privilegiados ou aqueles que não se enquadram em nossos confortáveis estereótipos de existência.

·       Aos Novos Artistas: quem não conhece esta fábula moderna em forma de poema deve conhecer o quanto antes. “Pretendem ser artistas / mas nunca tocaram o pé à lama. Nunca / abriram os narizes e abertamente respiraram / o mau cheiro do outro” (WAACK, 2105, p. 05).

5. Da Impressão Geral do Livro
O Livro é muito bem confeccionado; é muito agradável de ser lido, ou mesmo de se folhear despretensiosamente (em busca de inspiração ou insights, por exemplo), pois tem muito boas ilustrações.
Existe todo um trabalho nas fontes das poesias e um trabalho com a disposição das poesias ao longo do livro, que tornam a leitura muito mais agradável. Assim, a lógica e o andamento do livro são os melhores possíveis;
Deste modo é que ele se apresenta: boa impressão, boa disposição do texto, boas fontes, bom tamanho das letras; e sobre as ideias do livro, são bem eloquente, elegantes, sustentáveis e muito éticas.
Contatos com o autor pelo e-mail: eduardowaack@gmai.com


Imagem 2: Eduardo Waack e a Capa do Livro Pessoas & LugaresFonte: Disponível em < process.com.br site <www. Process.com.br>


Palavras Finais

Eu quis selecionar apenas alguns trechos do livro para ser citado e analisado, apenas para que você leitor possa saber um pouco mais de que livro falamos, uma vez que intenção aqui não é a de dar todos os detalhes do Livro do Eduardo, não, mas apenas, de que você leitor possa se interessar mais pela literatura de Waack e d’O Boêmio. Assim foi muito difícil selecionar apenas alguns trechos pois toda a obra é maravilhosa, e também, pretendia-se não estragar a surpresa do leitor quando em contato com o livro físico em questão. Por isto, também, não foram ditas muitas informações sobre os conteúdos analisados.
A leitura nos mostra uma outra visão do Brasil, um contraponto àquilo que é visto nas mídias e é de opinião da grande maioria das pessoas, uma vez que o autor nos mostra uma realidade mais voltada as questões mais pessoais (íntimas e quase que intransferíveis – de tão pessoais – mas que o autor conseguiu nos repassar), questões mais de personalidade e de visão interna da realidade externa do mundo. Isto é, o livro é tanto de viagens externas, de paisagem, como viagens a personalidades, a pessoas, a encontros, circunstâncias e etc. E este é um ponto de grande destaque no título abordado nesta postagem.
No mais, parabéns ao autor (Eduardo Waack), por mais esta obra muito condizente com a nossa real situação como nação, e condizente com o papel a que nós podemos ter (e fazer) como indivíduos em sociedade; além de parabenizar aos patrocinadores que tornaram esta obra possível e realizada – patrocínio é fundamental, sempre –; além de que a sorte também é toda nossa, dos leitores que tem acesso a esta obra, haja em vista a atitude que tal livro exibe (e impõe positivamente – com sugestões sinceras) ao dar noções bem claras daquilo que de fato devemos valorizar na vida e na arte.
Um livro que nos faz refletir no estar no mundo, no ser enquanto viajante do mundo e que se relaciona com os outros e com todas as coisas da natureza.



Referências:

DRUMMOND DE ANDRADE, Carlos (1902 – 1987). Antologia Poética. Organizado pelo autor. 39° ed. Rio de Janeiro: Record, 1998,
KIERKEGAARD, Soren (1813  1855). O Conceito de Ironia. Tradução de Álvaro Luis Montenegro Valls. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2015 [Coleção Folha. Grandes Nomes do Pensamento; Vol. 25].
WAACK, Eduardo. Pessoas & Lugares - Um roteiro histórico, geográfico, sentimental e cultural: quase memórias. Organizado pelo autor. Matão: O Boêmio, 2015.

LINKs:
Revista de Los Jaivas (Eduardo Waack é o editor da versão latina do site): http://brasil.revistadelosjaivas.com/
Blog de Edson Fernando de Souza Sobre O Boêmiowww.mataooboemio.blogspot.com.br

TEXTO Originalmente Postado em http://mataooboemio.blogspot.com.br/2015/11/pessoas-lugares-novo-livro-de-eduardo.html


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