blog de Escritor: Edson Fernando



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Aproveitando as imensas facilidades do mundo on line e, também, aproveitando o imenso conteúdo que tenho de material escrito, resolvi transcrever uns livros on line.
É um projeto longo, acho que vai levar um tempo, mas as semente foram lançadas. E ora, os frutos, os frutos serão os mais variados possíveis, como agregar novos leitores e aumentar a minha visibilidade,além de proporcionar um pouco de diversão e cultura gratuitamente a todos vocês.Espero que gostem!

Boa Leitura, Leitores Amigos.

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Seja Bem Vindo, Amigo, Por Muito Tempo Lhe Esperei, agora, Fique à Vontade!

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

O Que Vem de 2016 Pra Frente

Adeus 2015 E Que venha 2016
– O que esperar de 2016?

Vocês viram o que fizeram? Livros do Edson com mais de 12.800 view? Poxa a vida, que beleza. Muito Obrigado por ler e compartilhar este endereço web. Em 2016, promete-se mais conteúdo de RPG (Urna Cúbica de Platina), Atualidades, Textos, Histórias, Contabilidade e etc. Mas este ano, ainda está correndo, e vamos que vamos...
Como vão, leitores? Espero que tudo esteja segundo aquilo a que se deve estar e ser. Que tudo esteja bem, sempre! Desde já desejo um mês de festas e paz, de amores e reflexões, um dezembro de sintonia e repouso, de trabalho e agradecimentos, enfim, um perfeito fim-começo de novo ciclo. Sucessos a todos; e que o ano de 2016 possa ser todo aquilo que você precisar para corrigir todos os aspectos não positivos de sua existência.
Este é um post de balanço de fim de ano. Um balanço de final de ano é uma coisas de quando a contabilidade era manual e tinha que se fechar os estabelecimentos, as empresas, fechá-los “para balanço”. Para contabilizar todo o estoque e maquinário, por exemplo. Isto, quando o Controller não era informatizado. Enfim... Fechado pra Balanço. Por incrível que pareça, eu comecei a ouvir Dance Music, em 1994-95 pelas ondas do rádio, da estação Difusora FM da cidade de Ribeirão Preto / SP, com os programas especiais “fechado pra balanço” e “Balança Difusora”, ouvindo mix de Djs como Waltinho Ponsi, Renato Cabral, Dj Tom e outros Djs; depois vieram muitos outros programas e CDs eletrônicos (de música), mas foi exatamente em um final de ano, em um especial dance, que começou o meu gosto – e minha arte – pela mixagem (TRANCE EVER, DUB SOMETIMES – That’s the mote behind of the set After Hours ‘One’ – Few People On The Floor, avaliable on promodj/edsonfernandos, ou https://promodj.com/edsonfernandos ); curiosidades a parte, vamos ao texto.
Boa leitura, bom fim de ano. #Peace #WeAreThePlanet

O ano de 2015 foi um ano extremamente complicado, em muitos aspectos. Aspectos como: terrorismo, catástrofes aéreas, corrupção mundial, corrupção brasileira, protestos extremos – que por mais bem intencionados que fossem, não aprecio sequer relembrá-los –, seca, sede e falta d’água, calamidades ambientais, crimes ambientais, crimes eleitorais, crimes de guerra, uma outra sucessão de coisas não positivas, como mais: choros, sofrimento, dor e pavor; que se ouvem e sentem do outro lado da cidade ou do mundo. E que algumas vezes, dá para se sentir do outro lado do muro ou da fronteira. Foi-se 2015. Exatamente, falta pouco mais de três semanas para seu fim. Contagem regressiva de 2015. Que consigamos aprender com este ano e corrigir os equívocos os erros para que não venham mais a se repetirem, se assim for nos possível.
2015 foi um ano extremo. Mas agora, ele já está acabando e a chuva já veio, finalmente; a bica natural perto de casa já encheu, e agora os moradores de rua já podem ter onde se refrescarem nos quentes dias de verão tropical. Agora o mundo todo já se divide para começar a Terceira Guerra Mundial Subjetiva e Ideológica contra o Terror e o Estado Islâmico e aquilo a que este estado insano (psicótica e letal-mente) representa.
Às vezes, eu penso que o Islamic State; o aquecimento global (e o descaso das autoridades mundiais em resolver os problemas a este respeito); as calamidades provindas das indústrias, das mineradoras, da pecuária e da miséria (e aquilo a que se forma em razão do fato de se ser humano, como se diz Nietzsche “Humano, Demasiado Humano”, ou seja, os graves problemas que surgem em razão da ganância, da cupidez, da soberba, da luxúria, e etc., ou, simplesmente, mesmo da falta total de altruísmo, misericórdia ou caridade para com os demais); penso que estas coisas mecionadas e outras semelhantes, nada mais são do que subterfúgios da Pura Maldade – um conceito metafísico que sintetiza tudo que é contra a Luz ou contra a Criação – para ofuscar os avanços da ciência, do espiritismo, do magnetismo pessoal, das descobertas quânticas e dos avanços das artes, das filosofias – que depois de morta renasce em n formas de si mesma, a serviço ou na supervisão de Teses, Ideias e Sistemas de outras Ciências ou de Conhecimentos - ; enfim, eu penso que toda esta maldade do Mundo é para encobrir os grandes feitos de pessoas que por vezes se sacrificam muito para contribuir com tais avanços para a humanidade – mas que vão ao fim de suas missões, e que contribuem! Eu penso isto: alguns fazem maldade, então as mídias noticiam as maldades; os governos se esforçam no combate a maldade – gerando mais maldade, mas parece que isto poucos percebem – e quando se vê, foi a maldade que saiu fortalecida enquanto o que bem ficou em segundo ou terceiro plano. As notícias de descobertas científicas, como a água fluida em marte, mesmo que água salina, são muito mais especiais, mas há um interesse maior, ao que parece, ao assuntos mais bizarros e cruéis. Veja bem:
_ Quantos cientistas vivem sem reconhecimento ou mérito algum? Enquanto que se fala tanto dos feitos dos criminosos, e dos assassinos em massa?
Isto é bizarro, mas parece que a sociedade se interessa mais pela tragédia do que pelas coisas boas e novas (tecnológicas e cibernética então, parece que o povo tem aversão, ao menos a maioria do povo latino, tem aversão ao novo e ao tecnológico, com exceção dos dispositivos móveis, tal como celulares, tabletes, etc.). Tá certo que temos tecnologia CNC, laboratórios de tratamento térmicos, enfim, sistemas de urnas digitais e biométricas – que as vezes não computam votos – mas ainda assim, o brasileiro em si não é muito tecnológico, com exceção de celular, smartphone, etc.
Mas penso que tudo isto já está passando, porque 2015 já está acabando.
Que acabe a bandeira vermelha na tarifa de energia do Brasil, em 2016; que a corrupção seja banida das terras tupiniquins, dos rios abaixo da linha do equador, que o povo saiba o seu lugar e importância; que se descubra a vida fora da Terra, mas que humanidade possa fazer a sua vida na terra valer a pena, antes de se lançar a viagens a fim de povoar (povoatórias) em outros planetas; que venha o progresso, que venha o avanço, que venha a arte, a ciência, a espiritualidade e tecnologia- tudo num grande mix – em 2016.
Para; esperem, aí; 2015 ainda não acabou e sempre podemos fazer, neste ano, aquilo que não deveríamos adiar para o ano que vem.
O Brasil já se adiou muito: o congresso se adia, vota segundo valores comissionados, bolões de empresários e pretensos “donos do país”; já se adiou as mudanças no senado conquanto observamos a inversão de papéis, em um troca-troca vestido com fantasias democráticas, que são as responsáveis por ocultar a carniça de política podre que existem sobre as quimeras fantasiosas.
Já adiamos a troca do PT – Partido dos Trabalhadores, no comando do Governo Federal Brasileiro desde 2003 –, adiamos o fim desta política de PPP – parcerias público privadas – falidas e deturpadas. O que mais vamos adiar? Mas o que foi observado com tamanha disposição popular no deixar d’o PT no poder? Corrupções monstruosas na Petrobras, a compra desastrosa da refinaria de Pasadena, o apoio a construção do Porto Muriel (em Cuba), as Obras da Copa inacabadas, isto sem falar nos desvios, nas irresponsabilidade, e nos crimes eleitorais e de responsabilidade fiscal – que estão sob investigação, mas que aparentemente contêm sim matéria de apreciação judicial ou parlamentar, no que cabe na responsabilidade de seus atos por feitos de seus subordinados e pessoal comissionado (que em tese, é gente de confiança, mas ora que confiança era esta?). Passou um ano e quais avanços o Brasil fez (ou pretendeu fazer) para sair de crise, que já avisávamos ser existente e observada nos níveis de gestão, desde 2012-13 (neste blog)?
Sabe, sabemos que o PT ampliou os programas de bolsas de estudos, de combate à Fome & a Pobreza, seguiu com programa de combate ao HIV/AIDS; teve as políticas inclusivas da mulher, dos homossexuais, da negro, e isto é muito bom para o Brasil, sim, sem dúvida alguma; enfim, houve ações positivas, se reconhece isto, mas também teve muita coisa incomum, como as citadas no parágrafo acima, sem falar de mais polêmicas com Cuba, como a parceria do Programa Mais Médicos, ao contrário de se fortalecer o ensino médico (por exemplo) aqui no país, além de incentivar as pesquisas e estudos clínicos, etc. É isto que os eruditos (pseudos ou sinceros) não entendem no PT; por que tantas políticas desastrosas, polêmicas e inocentes: mas será mesma inocência em pleno 2015, ou se trata apenas de uma desculpa (“não saber de nada, não ter culpa alguma”) que se tem, para os erros cometido, a fim de tentar se acobertá-los? Ou se acobertar a si mesmo, em um mar de lama?
Quantas informações sigilosas trocadas em churrascos, telefonemas, mensagens de Skype? Enquanto isto, é a nação que perde e o povo que sofre com a real falta de planejamento urbano e democrático.
Que 2015 leve tudo isto com ele: toda a maldade, toda a usurpação, toda a posse para a si do bem e da coisa pública. Que isso acabe e nunca mais volte. Que 2016 traga boas novidades; mas, que não nos esqueçamos, que 2015 ainda não acabou e aquilo que der pra a gente fazer este ano, ainda, tanto melhor, pois assim, sempre, vai restar algo a menos a ser fazer daqui pra frente.

Um mundo real e sinceramente prospectivo – daqui pra frente – é o que espero de 2016. Um bom final de ano/ começo de outro, e até mais. Abraços, família, amigos e leitores. Muito Obrigado. Namastê.

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