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Sambass E Electronic Dreams


Livros do Edson – Do Sambass & do Electronic Dreams

Finalmente é chegada a hora do carnaval. Vamos comemorar, porém com consciência e sabedoria. Isto é:
_ Salve nossas vidas físicas, nossos suores e nossos desejos; mas lembrem-se: são vocês quem devem desejar as coisas, e não as coisas que devem tomar conta de seus corpos, ou de suas almas. Assim, aproveitem o carnaval, mas não deixem o carnaval se aproveitar de vocês.
Onde, tudo pode parecer estar normal, mas de fato algumas coisas mudaram para que elas nunca mais fossem as mesmas, com nada de “iguais como eram antes”.
Eu sinto muito mesmo de ter de dizer isto, mas o samba está convalescendo. O samba raiz, tradicional está morrendo, agonizando enquanto as novas gerações se esquecem das “Batucadas dos nossos tantãs” (samba de autoria de Sereno, Adilson Gavião e Robson Guimarães; e que é interpretado por vários sambistas, entre eles, Dudu Nobre, no CD “Samba Social Club, Vol. 4”, lançado pela gravadora EMI) e de outros sambas fundamentais para a construção do Brasil como ele é hoje – positivamente, claro.
Com isto, também, estão se esquecendo de Cartola, de Noel Rosa, de Clara Nunes, de Paulo Cesar Pinheiro, Leci Brandão, Chico Buarque e etc. e etc.  Todos grandes músicos, uns já falecidos, outros não, mas quase todos postos de lado e esquecidos pelas gravadoras e o pior, pelo público – tudo isto é uma tremenda lástima, sinceramente.
O samba continua a morrer em cada canto das comunidades e dos bairros de periferias que deixam de abrigar aquela roda de samba gostosa. O samba padece enquanto mais e mais pessoas gostam de fazer funk, de cantar aquele rap “proibidão”, mas em compensação não tocam mais o pandeiro, nem apertam a cuíca e muito menos compõem versos e melodias de samba. O samba morre no Leblon, no “centrão” de São Paulo, nas rodas de samba-de-crioula de categoria e com os que deixam de fazer uma bela batucada para se entregam às novas modas - que de novas pouco tem e que, de fato, mais querem dividir do que fomentar a cultura.
Sobre o tambor de crioula, veja a seguir o vídeo de divulgação do youtube™ oficial do Governo do Maranhão (@GovernoMA) sobre isto.



Na verdade o samba sempre vence. Mas ele deve se renovar e se reinventar, ou então ficará parado no tempo, e isto é o que não existe para o samba; justamente porque o samba é a continuidade da vida, junto com a evolução do tempo, no espaço.
Não por nada já há músicas de samba com drum and bass, como o drum bossa nova, por exemplo, como o som de “Só tinha de ser com você” de Fernanda Porto ou “Cotidiano” de Chico, em remix drum. Ou o sambass, que é o samba com fortes linhas de bass. Porque está também é a renovação do samba. Mas há outras opções, com certeza, para a continuidade do samba.
Gal Costa (ou simplesmente, Gal) também faz bastante inovação e experimentalismo, inclusive com samba; o próprio Milton Nascimento, com o álbum “Clube da Esquina 2” tem umas propostas de sambas modernos e que aplicam em si o conceito do des-construtivismo, isto é, a desconstrução do samba para o reconstruir de outra forma. O samba-rock-pop do Art Popular; a “Busca da Batida Perfeita” do D2; ou ainda, o samba com rap do Emicida - estes todos são ótimos exemplos do que dizemos por aqui.
Por isto este post chama-se do Sambass ao electronic dreams, ou seja, o sonho da samba, periférico, e sendo aceito pelas massas e também nos grandes salões de classe do Brasil e do mundo, isto já ocorreu, agora o samba deve se recriar, refazer-se a si mesmo.
Lembrando que o Samba é a vida, o movimento, as reboladas, o seguir, o dançar, o suar, o alegrar-se e se estrepar, mesmo, mas que tudo isto virará um bom e feliz samba, um belo dia. Por isto, o conceito do electronic dream – que é o som de “Together in Eletronic Dreams”, de autoria de Oakey e Giorgio Moroder; em que se tem a versão interpretada por Thomas, no CD MetroNight 2012, da Metropolitana FM, lançado pela Building Records – em que se diz que o sonho eletrônico é o que pode fazer o samba se reerguer e tornar a ser um gênero das massas e qualidade, no Brasil, principalmente, como já foi antes: samba e música brasileira, com qualidade tipo exportação.
Sendo que o sonho eletrônico não só pode ajudar o samba a formar novos ritmos como o Sambass, mas também pode ajudar a manter a memória viva das músicas clássicas do samba, em arquivos em nuvens, por exemplo; ou ainda com as regravações e com as novas versões, todavia estas são apenas algumas possibilidades; isto porque a tecnologia também pode servir para divulgar o som de sambistas, ou ainda pode conectar redes de artistas e etc. As possibilidades são infinitas, mas para isto a velha geração do samba terá que se unir aos novos músicos e DJs – inclusive, para que eles venham a tocar este sons –, e mais, talvez até mesmo devam se unir ao samba os pessoais de informática e mídias sociais, para que tudo o que seja necessário aconteça, quando o samba cair na rede e nas graças da internet. Porque tudo que cai, ou balança, um dia levanta ou se apruma.

É isto senhores, senhoras: é época de carnaval, logo a vista. Talvez não toquem aquela marchinha maravilhosa, nem aquele samba enredo poderoso, talvez não se tenha nenhum som que conte com o belo trabalho vocal de uma vocalista séria ou então, nada de boas e harmoniosas melodias; mas vão ter estes sons que tocam por aí; vai ter o som em seu player, em sua rádio preferida, no streaming e etc. E isto significa então que você já pode escolher o que quer ouvir e dançar, seja: [ouvir] o CD ou arquivo que você põe em seu player, a sua rádio da hora e / ou o seu streaming predileto. De forma que se eles – os outros, os artistas e os “do mainstream”, que são das grandes gravadoras e das cenas volumosas - não tocam o que a gente gosta, nós mesmo, então e por nossa vez, devemos tocar e refazer as nossas músicas favoritas.
E para quem quiser uma indicação de som diferente para ouvir neste carnaval (bem diferente, diga-se de passagem um som big-beat, Techno e alternativo), confira a sessão abaixo dizendo de dois Cds de um duo de música eletrônica: o Chemical Brothers.
É isto pessoal tudo de bom pra vocês, e vamos viver em sonhos e em realidade concreta das coisas, sempre que possível.



Quadro 1: Informações sobre o autor do blog. Texto em PT-BR. Fonte: Elaborado pelo autor (2017).



Resenha crítica para DJs e Público sobre dois álbuns do Chemical Brothers:

Iremos ver a seguir informações e minha opinião crítica sobre dois discos (CDS – eu sou DJ de CD, já até toquei com discos e suas agulhas, enfim; mas eu toco mesmo com CD ou eu mixo os arquivos em formato de ondas / espectros sonoros... enfim).
Os dois CDs são da Virgin; sendo que o primeiro é também do selo Freestyle Dust:


Álbum - Surrender
CD da gravadora Virgin, de 1999; em que o álbum conta com 11 faixas, todas de autoria de Tom Rowlands; Ed Simons (exceções onde mencionar-se a seguir que houve outras participações na composição); faixas, estas, que a seguir veremos uma a uma detalhadamente:
Music: Response – contém samples de Nicole’s – “Make It Hot”; mas é de autoria de RowlandsSimonsMissy “Misdemeanor” Elliott. É um big bit [beat] clássico, que lembra Kraftwork, Fat Boy Slim remixando Groove Armanda, mas com aquele toque que só os Chemical Brothers podem dar a suas canções. Destaque ainda para o mix dos próprios autores do disco que ocorre entre as faixas 1, 2 e 3.
Under The Influence – já a track 2 é original de RowlandsSimons (1999). Tem um crescente de bass ou de baixo muito incrível e poderoso até mesmo para os padrões de groove e bass de hoje em dia. Tem levada tech-house, bem ácida, porém, como sabemos o som de RowlandsSimons (1999; 2015) são considerados músicas eletrônicas puras ou big beat, que é o som eletrônico dance, mas com sonoridade que lembra ou se assemelha ao gênero pure rock.
Out Of Control – é de RowlandsSimonsSumner; o Bernard Sumner que toca guitarra e faz os vocais da track 3; estes vocais acontecem junto com Bobby Gillespie, nos vocais adicionais. Esta música se trata de um vocal Techno industrial underground, se é que isto é possível. É algo incrível e mágico, é fora de controle, é Chemical Brothers. Faixa cheia de efeitos que casaram muito bem com o som, impondo um ar meio retro psicodélico dos anos 70.
Orange wedge – Esta é de autorias integrais de RowlandsSimons (1999). Esse trata de uma track Techno breaks, também com um ar de psicodelismo dos anos 70, de mix de estilos e sons diferentes; o som lembra uma canção indiana eletrônica cheia de swing e ruídos que interagem com o som base. Uma canção experimental ou um som ambiente, para os padrões mais de hoje em dia. Mas vale a pena conferir sim.
Let Forever Be – Esta é uma das músicas mais emblemáticas deste disco e que tocou muito pouco, principalmente no Brasil. É um big beat seríssimo, com levada estilo bem rock dos anos 60-70. É psicodélica, é psíquica, é um devaneio e um grande momento lúdico do disco. É puxado um pouco para The Beatles, mas a intenção maior eu creio que foi mesmo o mix de som eletrônico puro com o som pure rock, que eu acho que também é uma das propostas do disco Surrender (1999); ela é de autoria de RowlandsSimons; e Jonathan Noel Gallagher (do Oasis), por isto se justifica também a alta qualidade deste som, em todos os sentidos. É o som do hippie, de hoje e de sempre, mas eletro. Total. É uma viagem rítmica, vocal, de melodia e de sons. Tem que tocar hoje e sempre!
The Sunshine Underground – esta faixa eu particularmente gosto muito, mesmo. É de RowlandsSimons e James Asher, que também participa da execução da faixa com os samples de “Asian Worksshop” que é justamente de James Asher. É um big beat épico, que oscila entre momentos ora ambiente e outrora momentos que são mais clubfloor, com bastante swing e evolução de bateria.
Asleep from day – A faixa 7 é um som ambient com vocais adicionais da Hope Sandoval. A faixa é de autoria de RowlandsSimons; Sandoval (1999). Mais um momento mágico do CD para quem aprecia som ambiente, onde o devaneio e mesmo um toque de canção de ninar predomina sobre a track, que em apenas alguns momentos tem levadas eletrônicas puras, com umas abstracts beats bem construídas.
Got Glint? – Eletro-Funk de primeira linha e com melodia minimal-house muito bem construída. A faixa tem samples de “Earthmessage”, que não se credita o artista intérprete, mas apenas a licença da canção que é de Amplitude. Pode ser o mesmo artista e licenciador – às vezes acontece isto. Mas de qualquer modo, a autoria da faixa está creditada à RowlandsSimons; B. Fevre; J. Giordano (1999).
Hey Boy Hey Girl – Este foi o single de maior sucesso deste álbum, alcançando marcas incríveis. Eu mesmo, que já tinha um extended desta canção Hey Boy HeyGirl, e por isto achei, quando ouvi a primeira vez, que  esta faixa estava muito editada, mas ficou muito bem este edit de álbum sim, devo me retratar, e que, também, acabou por se tornar a álbum version da trackÉ de autoria de Rowlands; Simons; Wigfall; Fowler; Pettiford; Evens; Bloodrock. Tem samples de “The Roof is on Fire” de RockmasterScott e The Dynamic Tree; de Danya Record Ltda. A faixa foi publicada por JD Music / Global Music / MCA Music Ltda.
Surrender – Faixa título do álbum, a track 10 é uma soundtrack eletro-rock ou funk-punk como algumas pessoas chamam este estilo. Se chamar de Big beat, pra mim, vai estar tudo certo do mesmo modo. Encerra-se assim o momento de busca entre o eletrônico e o pure rock dos anos 60-70, psicodélico, rebelde mas com conteúdo e reflexões. Esta é uma faixa típica de groove, de evolução de harmonia e melodia, de efeitos e de psicodelismo Techno.
Dream On – um eletro-pop? Um som ambiente? Eu prefiro a definição [de estilos] de eletro-folk, que eu acho a mais apropriada. A faixa contém ainda um apêndice sonoro, um fake final da track e do CD. É creditada a RowlandsSimonsDonahue. Sendo que Jonathan Donahue (de Mercury Rev) participa com vocais, guitarra e piano nesta faixa. Fechando assim majestosamente o álbum.


Álbum - Burn In The Echoes

CD da gravadora Virgin, de 2015; o álbum conta com 11 faixas, todas de autoria de Tom Rowlands; Ed Simons); todas elas que a seguir veremos cada uma, detalhadamente, conforme foi feito com o álbum anterior:
Sometimes I Feel So Deserted – se trata de uma tech-house furiosa. Escrita por RowlandsSimonsLaPorteBobien. Isto porque a track contém elementos de “Brighter Days” de Moise LaPorte e Kenneth Bobien. Ela conta com efeitos sortidos que preenchem e fazem crescer cada vez mais a sonoridade desta música. Ela tem um beat [uma batida, um ritmo] bem Techno, porém e evolução dela é de um tech-house de primeira linha [isto é, como uma harmonia e melodia bem ao estilo House Progressiva]. E tem ainda a participação de Daniel Pearce nos vocais.
Go – Composta por RowlandsSimonsFareed (2015), se trata de um punk-funk que lembra muito uma Nu Disco Techno-House pesada e bem marcada, estilo um Techno Nu Disco. Tem a participação de Q-Tip, nos vocais; e ainda: backing vocal de Yolanda Quartey e ace bass de Mark Ralph. Destaque para o break de groove e de strings da faixa. Tem ainda uma levada de Trip Hop Eletrônico; e um apelo interessante ao reverb [reverberar] de efeitos e percussão. O refrão de Go é bem pop e de easy listining[audição tranquila]. Mas a techno pegada é mesmo predominante, e é o pano de fundo perfeito para a letra cantada por Q-Tip, da G.O.O.D. Music / Def Jam Recordings.
Under Neon Light – começa a faixa com um vocal emblemático que se segue de um groove [conjunto de bateria e compasso da música] swingado ultra eletrônico, como o groove de uma tribal-house melódica; depois mais vocais e groove; a faixa não tem muitas evoluções, assim não é prog, em nada; seria uma House Alternativa Nu Disco, bem barulhenta, com vocais confusos e que beiram a alucinação. Mas o estilo da faixa é este mesmo, uma grande orgia ou comemoração “under neon lights”, isto é, sobre as luzes de neon. É de autoria de RowlandsSimons; Clark. E tem participação especial de St. Vincent, nos vocais e nas guitarras. Detalhe: é uma faixa muito boa.
EML Ritual – Track de Rowlands; Simons; Love. Isto porque a faixa que tem vocais que lembram, um pouco, um canto gregoriano, cantados por Ali Love. Depois tem ainda uma parte da música com cânones e efeitos de wap e de groove. Também, é de estilo alternativo, com a mesma pegada techno nu disco, mas bem mais underground e puxada para o big beat nasty dos anos 90.
I’ll See You There – É um big beat estilo clássico, com levada estilo de rock dos anos 60-70. É uma track psicodélica, e também é psíquica (como a sua contraparte faixa 5 do CD resenhado anteriormente); é um devaneio hindu e em um grande momento lúdico-eletrônico do disco. Lembra muito The Doors, com Jimmy Hendrix; com linhas de grave fortes e surpreendentes. É muito mais rock do que eletrônica, apesar de ser um Big Beat atual, na minha opinião. Conversa completamente com a faixa 5 do CD do Chemical Brothers - Surrender (mostrado anteriormente nesta página de blog). Tem trecho de “th ground is a prspektiv’, do CD “Unmatching phenomena 1” e texto de livro “Scars on the seahorses” por talon – livros. E participação de Seggs no baixo profundo. A faixa é creditada a RowlandsSimonsBissett.
Just Bang – Uma música deste nosso tempo: com bastantes efeitos, ruídos altos, o conceito do abstract beats, ou da desconstrução da batida. A faixa 6 é um mix de Techno breaks com Punk-Funk; eu a ouço deste modo. É muito pesada, e bem alternativa para os padrões brasileiros. Mas é uma faixa muito bem feita, com a remontagem da música enquanto ela é construída, isto é: as melodias e a harmonia da música vão fazendo sentido à medida que o som se aproxima de seu final. Lembra também um trip housealternativo, mas apenas em alguns momentos e ao fim  da música. É de RowlandsSimons (2015).
Reflexion – Esta é uma faixa em que eu considero com a mais pura Techno-Trance Big Beat; chega até a soar ligeiramente estranho à evolução da melodia trance com instrumentos eletrônicos tão dissonantes e barulhentos, isto a princípio; mas já na segunda ou terceira audição se percebe a audácia que o Chemical Brothers e Stetson(2015) tiveram ao fazer uma Techno-Trance que se assemelha mais a música eletrônica underground do que aos  sons de Club Trance ou de festas Open Air, por exemplo. Também de RowlandsSimons com participação de Colin Stetson nos saxofones. O trance pelo big-beat, com saxes harmoniosos – faixa recomendada para pistas undergrounds.
Taste Of Honey – Um clássico moderno. Tem o clima das pistas de hoje, meio indiferente, meio pesado e pegado. Destaque para os efeitos de abelhas, que ficaram muito bem inclusive com os vocais sequenciais em estilo de mantra; eu particularmente, gosto mais de outras tracks de CD, mas esta track tem sim um apelo às pistas de hoje em dia.  Também é uma track escrita por RowlandsSimons (2015). Com a participação de Stephanie Dosen e Chenai Zinyuku nos vocais.
Born In The Echoes – Faixa título, e que tem um trabalho vocal bem elaborado. É também um Punk-Funk la beats Techno Trip Hop. Tem vocais de Cate Le Bon; e tem os créditos à RowlandsSimons; Le Bom (2015).
Radiate – Faixa de RowlandsSimonsStetson (2015).  Tem a participação de Colin Stetson nos saxes. E o backing vocal de Alela Diane. Linda composição seja em termos harmônicos, melódicos, vocais e etc., enfim, é totalmente linda. É um rock eletrônico melódico, muito bem feito e nada grudento; é uma canção linda, em todos os sentidos, muitos DJs e público podem a categorizar com som ambiente ou soundtrack, e isto também são verdades. Ra – Di – Ate. Radiate.
Wide Open – uma música memorável, com a participação vocal de Beck, encerra o CD majestosamente.  É big beat, mas é vocal house, também – eu acho assim. Tem tudo para ser, ou já ser, um grande hit das pistas mais cabeça. Ou seja, de pistas cult ou alternativas. Creditada a RowlandsSimons; Hansen (2015).

Palavras Finais sobre os CDS:
É interessante notar ainda as artes gráficas destes dois CDs.
O primeiro é todo colorido, internamente; já por fora é branco e azul, predominantemente. Tem todo um ar hiponga (hippie), em que se vê, no encarte interno, pessoas em festivais, e que nos rementem ao psicodelismo do rock dos anos 60 e 70; e a capa emblemática, com apenas uma pessoa em pé em um recinto em que todos estão sentados.
O CD segundo é branco e preto, inteiro, e tem uma arte minimal. Ou minimalista. Tem efeitos de ondas ou de espectros de ecos, espectros de ondas? Espectros brancos em fundo negro.
Sobre o material da caixa do CD: o primeiro CD é de caixinha normal de acrílico transparente; já o segundo CD é de digipack (papelão e papel de qualidades).
 É interessante de se notar a referência ao rock no primeiro CD e ao som eletrônico mais puro ou o Punk-Funk neste segundo CD, afirmando assim que o eletrônico já foi assimilado as massas e que este último disco nasceu nos ecos do eletrônico. Mas o experimentalismo e a contracultura estão nos dois CDs e nos remetem a estados de consciências mais primais de nós, enquanto humanos de carne, alma e tecnologias.


Por hoje é isto, espero que tenham gostado e que possam voltar sempre a este blog.
Obrigado por ajudar este endereço a obter mais de 21.000 views neste tempo em que estamos juntos, e obrigado por ver e ler outros conteúdos meus, como meus slideshare, meus textos no LinkedIn ou no Facebook e etc.,
E aproveito e agradeço também pelos mais de 80 / 800, ou 10.000, e mais de 20 K ou mais de 33K que alguns sons meus (mix e remixes) obtiveram em sites como reverbnationpromodj e soundcloud.
Meu muito obrigado e tudo de bom pra você nesta época de pausa nas atividades normais para viver a festa do carnaval, ou retiro que o carnaval permite que nós façamos – para quem é de retiro e de festas, um bom aquecimento de carnaval para você; e na época certa, aproveite bem.
Uma boa semana e até mais. Obrigado, mais uma vez.
Obrigado Google pelo Blogger e obrigado Twitter pelo suporte.
Namastê.

Natali & Fatali

Natali e Fatali.


Natali é natalino, o surgimento ou dar a vida;
Fatali é fatalista, o depauperamento ou o fim dos reveses da vida.



Imagem 1: Noel 71 Prisunic. Com aplicação de Filtros e Efeitos, do (software) Microsoft Word 2010.
Fonte: Web, S/d. Disponível em <https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/236x/ab/53/46/ab53467eafed2ef82effdd0846ad0439.jpg> Acesso em 24 de Dezembro de 2016.


Amigos, saudações, e sejam bem-vindos a este blog. É-me uma imensa honra poder falar-lhes, em qualquer lugar do mundo - onde vocês estiverem - e no momento em que vocês consideram o melhor para acessar este blog: muito obrigado por ajudar a fazer este blog, os Livros do Edson e muito obrigado por sua leitura e atenção; assim, eu só quero agradecer um pouco mais, também, no sincero agradecimento por viver nesta era tecnológica, mesmo que antagonicamente algumas pessoas ainda vivam como antes de 1950... De todo modo: é desafiador e dinâmico viver por estes dias, no avançar do século XXI. Mas, o agora, também, é nosso espaço, principalmente com a Internet; e, devemos aproveitar isto; ou seja: esta é uma das maiores vantagens da internet – que é o privilégio de poder falar com as pessoas em qualquer lugar, a qualquer hora, sendo sempre no agora, transpondo as barreiras de línguas, barreiras geográficas, as de fusos horários e outras. E este é o novo e contemporâneo significado de ad hoc. E as coisas se misturam, cada vez mais e sempre...
E ao mesmo tempo é natal e algumas tradições são mantidas e também estas mesmas tradições podem acabar por servir de ignição para atos violentos, discriminatórios ou de segregações. Porque, infelizmente, se Deus criou a fé e as forças invisíveis, porém, foi o homem que quis que fossem às religiões que deveriam tomar conta dos motivos religiosos; ou seja, isto aponta para quando se começou a entender que a crença pessoal de cada um, socialmente, deveria ser vista como algo coletivo, assim isto foi o que se conveniou chamar de Religião. Assim, também, a religião é o coletivo e a religiosidade é singular – onde o centro das atenções deveria ser a religiosidade, mas infelizmente, as pessoas e as entidades estão preferindo mais valorizarem o numeral, o tanto, a quantidade do que o âmago, o pessoal e a qualidade.
E quando uma maioria tentar se impor pela quantidade e não pela qualidade, sempre acabam por desequilibrar as culturas e as ideologias diferentes. E quem se sente ameaçado ou acuado, acaba por fugir ou lutar (enfrentar) aquilo que o desequilibra. Eu não estou defendendo nem os fanáticos religiosos e nem os corruptos, mas será que nós já paramos para pensar que a cultura e fé ocidental impositiva são, de certa forma, ameaçadoras para algumas outras culturas? Ou então que mesmo estando certas as novas posturas e condutas que nós defendemos isto vai, radicalmente, contra o jeito de certas famílias, e mesmo contra os hábitos de certas pessoas; que não são mais hábitos aceitos como corretos, porém que são difíceis de alterarem-se, por se tratarem de um aspecto cultural? Ou seja, já paramos para pensar que talvez a modernidade e a contemporaneidade estejam exigindo demais de algumas culturas e tradições, ou mesmo exigindo um comportamento radicalmente contra o que algumas destas outras culturas – minoritárias – propagam? Ou seja, fases de transições e um dado tempo de assimilação, então, se fazem necessários.
Desta forma é que uma época que era para ser apenas de festas e comemorações se torna um período em que os níveis de alerta de segurança são redobrados, porque se trata de uma época de ataques, em potencial; onde os ânimos se exaltam e as teorias absurdas de fanáticos, que apesar de dissonantes, acabam por fascinarem àqueles que já estavam sem esperança ou amor-próprio. E se tem fanatismo e se tem propaganda, nem tanto precisaria de internet; mas, tem fanatismo, tem divulgação e ainda tem a internet, então, meu amigo leitor, tudo aquilo que falamos se torna exponencial, perigosamente.
Mas é claro, a internet é apena uma parte do mundo, ou melhor, é um outro mundo, virtual, que existe dentro da realidade real, concreta e física das coisas; sendo que em alguns pontos e momentos estas duas realidades se chocam, colidindo-se ou abraçando-se. Mas, de fato, a internet frisa mesmo algumas diferenças gritantes do mundo atual.
Exemplos da internet e da realidade concreta chocando-se: É a menina que fez sucesso na internet que depois vai fazer sucesso na tevê e nas revistas; ou é aquele morador de rua, que de tão gente boa, fez amizade com bastantes pessoas do bairro, prestando alguns serviços como de limpeza e de pequenos consertos, e foi deste modo que ganhou a confiança e admiração do pessoal do bairro, que depois de os moradores de endereço fixo fazerem um vídeo e postarem na web, acabaram por abrir as portas, em definitivo, para uma nova vida a este morador de rua. São de coisas assim que dizíamos...
Não podemos, assim, achar que estando tudo bem na nossa vidinha de internet ou naquela rede social que nós mais gostamos, então, tudo está bem em nossa vida, em certos aspectos; isto, ainda, quer dizer do egoísmo e visão limitada da realidade concreta das coisas, que algumas pessoas exibem. Porque se podemos inovar e fazer algo a mais, porque apenas iríamos fazer para nós e daquilo que já sabemos, apenas? Limitando-nos e nos contentando com nossas mesquinhezes.
Mas a internet ainda está também em Natali e Fatali – o principal assunto desta postagem; isto porque ao mesmo tempo a virtualidade, também carrega os mesmos problemas da humanidade, seja no aspecto de segurança, de ética, de conduta e comportamento e etc. E também está, a internet, em ciclos de ascensão e decadência; ou de vida e morte.
Significando, ainda, que:
O Natali é o natal, o nascimento ou o reviver;
Fatali é o fatal, a morte ou as vicissitudes.
Mas natali & o fatali não são antagônicos, muito pelo contrário, são dois lados de uma mesma moeda única; são faces distintas de um só título: a vida na Terra, ao que tudo nos indica.
Estas ideias não são necessariamente contrárias, vamos ver dois momentos de Drummond de Andrade (1998) agora, antes de fazermos esta explicação final de Natali e Fatali:

- não se morre
uma só vez, nem de vez.
Restam sempre muitas vidas
para serem consumidas
na razão dos desencontros
de nosso sangue nos corpos
por onde vai dividindo.
Ficam sempre muitas mortes
para serem longamente
reencarnadas noutro morto.
Mas estamos todos vivos.
E mais que vivos, alegres.
Estamos todos como éramos
ante de ser, e ninguém
dirá que ficou faltando
algum dos teus (DRUMMOND DE ANDRADE, 1998, p. 81).


Os dois poemas de Drummond de Andrade (1998) citados nesta postagem são, o de cima, que é “A mesa” (pp. 76-86) e o poema “Nosso Tempo” (pp. 119-126). Sendo que para muitas pessoas, a explicação do Natali e Fatali pode mesmo parecer desconexa ou “sem sentido” – porque e o sentido dela extrapola a compreensão normal de vida que as pessoas têm.
O Natal não é uma vez só e nem o Fatali é apenas em definitivo. Ficam sempre muitas vidas e muitas mortes, como já bem observou Drummond de Andrade (1998) na citação acima.
E continuando com o poeta de Itabira. Como diz Carlos Drummond de Andrade: “Escuta o Horrível emprego do dia, em todos os países de fala humana” (DRUMMOND DE ANDRADE, 1998, p. 124). Ou seja, todo dia, começa a acaba o trabalho; é o Natali e o Fatali a todo instante. O horrível emprego é o que traz o maravilhoso salário, que dá graça e continuidade a vida; que compra mimos e que impulsiona a economia. Ou seja, mesmo horrível, é necessário. Isto explica bem o Natali e o Fatali segundo a poesia drummondiana.
Onde, geralmente, as pessoas associam o Natali à felicidade e às festas; e o Fatali à tristeza e ao choro; mas isto não precisa ser assim; uma vez que quando se entende o Natali & o Fatali, então, tudo faz outros sentidos...
E isto para nós é o Natal – dia 25 de Dezembro – o Natalis; e o Fatal – o dia 31 de Dezembro – o FatalisE é bom que nos lembremos disto, sim.
Sendo que o Natal representa o nascimento de novas possibilidades ou a renovação das esperanças; e o Fatali é o fim de um ciclo – geralmente, o fim do ciclo do ano e etc. – e que indica que o caminho para o novo, finalmente, está em aberto. Como dizia Jesus sobre Natalis e Fatalis, quem não nascer de novo não entra no Reino dos Céus. E não amigos, isto não é batismo, é de fato renascer e reviver; muitas vezes, entendendo o ciclo e as coisas desta e de outras vidas. E este é mais um mistério da nossa Fé e da vida na Terra, mas não o único.
O mistério de nossa fé, maior, talvez seja mesmo o de:
Jesus ser feito menino, ter vindo à Terra como gente; ou seja, o corpo humano com capacidade de abrigar um Avatar, ou uma fidedigna e expectorada fac-símile imagem e semelhança de Deus, feito em pessoa “homem” – em próprio Deus –; ou, então, um Deus feito um Menino-Homem; indicando a capacidade que o corpo humano tem de abrigar espíritos muito evoluídos; e que detenham de total controle de suas capacidades – totais capacidades – físicas, mentais, espirituais e sociais; entre outras – TODAS.
Assim, amigos de web, e amigas leitoras, enquanto alguns pensam em como assustar e mesmo causar dor & Fatalis aos seres humanos que vivem suas vidas sociais inocentes, comprando presentes e enfeites de natal em feiras livres; existe quem pensa em como o significado do Natalis quer dizer da verdadeira luz humana, de cura, libertação e proteção – para nós e os nossos. E isto que mais falo hoje com esta postagem, do lado do nascer e do perecer da vida, e das coisas.
É assim que podemos escolher, e optar por seguir o caminho da iluminação ou da decadência, tentando interferir o mínimo possível nas escolhas que as outras pessoas fazem, porque se nós temos a nossa liberdade de escolha, elas também têm a liberdade de escolha delas; mas sempre, devemos ainda, invariavelmente, estar nos respeitando-nos uns aos outros, de modo que as culturas mais fracas devem estar a proteger e zelar pelas culturas mais frágeis e minoritárias e jamais que uma cultura venha a sufocar ou engolir a outra.
Que possamos sinceramente nos compreender e sermos compreendidos. Entender a época em que vivemos e as épocas em que sempre existiram para nós (nossas vicissitudes e condições) enquanto seres humanos em evolução. E lembre-se: enquanto uma pessoa vibra em uma frequência Natalis; outra pessoa pode estar em Fatalis, e isto é duro de entendermos, mas por mais difícil que isto possa parecer, devemos respeitar o direito do outro de vibrar negativamente, mas se formos perguntados, devemos, sim, alertar sobre os malefícios que ondas vibratórias negativas vêm a causar às pessoas, animais e coisas.
É isto senhoras e senhores; espero não ter me delongado mais do que o necessário. E que ainda dê tempo de nós fazermos tudo aquilo que viemos nos propor a fazer nesta existência e neste ano!
Feliz Natal para ti; e que o Fatali apenas possa te alcançar quando de fato estiver preparado para isto, que nada possa ser cortado de sua vida; desejo isto lhes sinceramente; e também: muita vida, saúde e proteção para vocês, leitores de Livros do Edson; ouvintes de DJ Edsonn@ndo (e meus outros perfis de DJ), e, quem mais me acompanha nas diversas atividades que faço. Muito obrigado. Boas festas e até mais.
Obrigado, também, a todos os meus clientes de 2016, dos serviços que faço com as revisões de Textos e Relatórios. Muito sucesso para vocês todos. Agradeço-lhes.
Voltem sempre. Obrigado e tudo de bom.


REFERÊNCIAS

DRUMMOND DE ANDRADE, Carlos. 1902 - 1987. Poesias, Seleções. Antologia Poética. Organizada pelo autor. 39ª ed. Rio de Janeiro: Record, 1998. [Coletânea].

Carta Aberta de Apresentação da Página Conceitos e Vivências de Controladoria


APRESENTAÇÃO: 

Esta postagem é dedicada a uma nova página deste Blog "Livros do Edson", que foi publicada junto com este post, na mesma data; página esta que se chama "Conceitos e Vivências de Controladoria", e, oportunamente, o que vem a ser tudo isto?
Leitores mais afeiçoados a este blogue, por favor, perdoem-nos pela introdução do ponto zero, digamos assim, que iremos fazer agora, mas o fato é que devemos explicar tudo, devida a abrangência que esta postagem pode obter devido ao interesse que esta temática pode causar aos leitores (novos e antigos deste blog), haja em vista ainda, o atual momento conjectural (e transformador) ao qual passa a nação e o mundo. 

A página que esta postagem divulga é esta aqui. LINK Link aqui

Agora, vamos falar um pouco no geral. 
Este endereço da web é um blog, de diversos temas, com textos de literatura e artigos acadêmicos. Temos ainda as páginas deste blog e um ou outro conteúdo extra, de qualidade, nos gadgets, que são os complementos web que esta página tem. Estes conteúdos são tão diversificados, que iremos apenas situá-los em dois grupos: os deste blog, que são gadgets feitos por este autor que escreve a vocês, linkando este blog a outros endereços e perfis na web, como as mixagens e edit versions sobre a alcunha de edsonnando, ou demais conteúdos deste mesmo autor em outras páginas; e os gadgets de terceiros, que são indexados ou incorporados a este blog, aplicando assim outras funções e insuflando novos conteúdos a este endereço web.
Blogs são como as redes sociais, porém têm outras funcionalidades e o escritor de blog pode usar uma linguagem mais html, ou seja, uma linguagem mais voltada a criar conteúdos personalizados e cheios de estilos para seus endereços eletrônicos na internet.
Há blogs de todos os tipos: de maquiagem, de cabelo, de comida, de vídeos picantes, sobre animais, sobre casas, sobre arquitetura e trabalhos manuais e uma infinidade de outros assuntos.
Este blog aqui, nós gostamos de dizer de é de cultura, de música eletrônica, de RPG, de literatura, na parte artística; na parte mais científica e acadêmica do blog as áreas em questão são as de contabilidade, de controladoria, gestão, filosofia e e outros temas relacionados. Mas o estilo deste blog é muito amplo, dinâmico e eclético, sim! Por exemplo, este parágrafo é totalmente meta-blog-web, porque trata de um próprio endereço web descrevendo sobre o que se trata - este mesmo endereço; ou o que é esta mesma casa, neste mesmo endereço.
Uma página de um blog é como um cômodo de um endereço, ou uma parte da casa, na comparação que fizemos com endereço eletrônico e endereço real.
A página que está sendo publicada junto com este post diz de controladoria, finanças e contabilidade.
Pode, à primeira vista, parecer um assunto muito distante de qualquer pessoa que não seja desta área ou pode ainda parecer algo muito complexo e específico; porém, com a controladoria, se pode atingir as metas que se estabelece para uma empresa, uma sociedade, uma macrorregião, ou mesmo uma vida. E em conteúdos como estes, é ainda interessante notar as sutilezas de técnicas de Administração e Filosofias Empresariais.
Explicar sobre blog talvez seja bem mais simples do que dizer sobre controladoria.
As pessoas tem receio de serem controladas ou de quem as controla. Isto ocorre por motivos psicológicos, culturais ou mesmo por falta do conhecimento científico. A controladoria é um avanço; e apenas ideologicamente, e não aparentemente, se parece com o controller exposto em livros célebres como o 1984, de George Orwell e o Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley. Ou ainda, na ficção, comparar o controller atual com as formas de controle expostas em séries de TV como Nikita, onde existe um controle absoluto de praticamente toda a parte da Terra em que exista tecnologia, é apenas mesmo obra de ficção. Ou no mais, um controle burocrático e tecnocrático que talvez só sirva mesmo à maior potência mundial, seja ela qual for. 
Mas vamos tentar nos ater ao conceito do controle empresarial, que é o foco da página que esta sendo divulgada neste post.
O controle empresarial deve ser objetivo, limitado e articulado a determinada entidade contábil, essencialmente;ou a conjunto de entidades, de modo peculiar. O Controle é obrigatório para as empresas que adotam as Normas IFRS. O IFRS - Internacional Financial Reporting Standards - é uma norma como o ISO, a norma DIN, a norma ABNT, a GRI - Global Reporting Initiative, veja mais em LINK  - que trata, a GRI, da importante questão de sustentabilidade, transparência e demais aspectos que vem em direção exatamente igual aos anseios e modelos propostos pela nova contabilidade e consequentemente novíssima controladoria. O IFRS exige a publicação de demonstrativos contábeis em conformidade com as suas normas contábeis e modos procedimentais. De modo que o padrão IFRS orienta que uma série de particularidades na contabilidade seja feita a fim de que, de fato, os demonstrativos contábeis estejam neste mesmo padrão. "O IFRS foi adotado na Europa após 31 de dezembro de 2005 pelas empresas listadas com o objetivo de convergir as demonstrações financeiras consolidadas de cada país para o IFRS" (MOURAD; PARASKEPOULOS, 2012, p.27).
Ou seja, o próprio padrão IFRS, que com sua adoção pelas entidades reguladoras da contabilidade brasileira, orienta às empresas e organizações a terem um sistema de informação atual e preciso a fim de que seus demonstrativos contábeis possam ser de qualidade, fidedignos, tempestivos e assim, possam gerar valor à empresa e a sociedade ao qual ela atua.
Mas realmente o controle pode ser muito mais abrangente do que isto, sim. Existem formas de controle pessoal como o Balanced Scorecard Pessoal, de Marketing pessoal, mas o fato é que o controle é originário da administração de empresas, de finanças, contabilidade, e, por fim, controladoria.
Que hoje, esta mesma controladoria começa a ser explicada de um modo um pouco diferente dos tradicionais livros-textos ou das aulas de faculdades de curso superior ou cursos de especialização ou mestrado de Controladoria. 
A página Conceitos e Vivências  de controladoria pretende explicar os conceitos da área de controller de forma global, mas não muito extensa, explorando detalhes, mas não se aprofundando em TODOS os detalhes, apenas naqueles que se considera que são os que maior impacto podem causar a contabilidade e a cultura brasileira.
Onde, se no Brasil, por muito tempo as culturas dos jeitinhos, dos modos repetitivos e sem alterações algumas, se perpetuaram mais ou menos seguramente por longo tempo; porém, a partir de agora, com o fim do RTT - Regime Tributário de Transição - e o avanço ao processo de convergência às Normas Internacionais IFRS de Contabilidade a transparência, a ética e a governança corporativa tendem a imperar mais do que os antigos métodos imprecisos ou irregulares; e junto com isto, acrescente-se o desenvolvimento, a globalização e os melhores negócios, que sem dúvida alguma, vão estar pautados nos preceitos do IASB e das normas IFRS, que também vão ser abordadas na página divulgada neste post e que é:

A página divulgada nesta postagem, que é esta aqui. LINK Link aqui

Sendo assim, é um caminho não retornável o da adequação e o da atualização das Normas Brasileiras de Contabilidade, na convergência ao Padrão internacional IFRS, e para as empresas e os governos que quiserem ingressar ou se consolidar no cenários dos negócios mundiais, restam-lhes poucas opções, e todas elas incluem adaptar-se ao padrão IFRS para que as negociações e transações possam estar em conformidade com a legislação - já que esta se mostrou afirmativa neste sentido, consagrando o padrão IFRS como o que deve ser imperioso na nação brasileira - e também em conformidade com as politicas contábeis e os dispostos tanto nos regimentos internos quanto nas regulações oficiais e abrangentes (governamentais ou não), isto quando não for forçoso que se opte por uma regulação ou outra - mas sempre segundo o estritamente legal e regulamentado.

DESPEDIDA:

É isto senhores e senhoras, o novo mundo ou nova civilização que este blog fala, não tem apenas relação com a doutrina espírita que afirma que o mundo há de se entornar uma fase de reparações e não mais de provas e expiações; mas também, fala da nova contabilidade e das novas práticas empresarias que começamos a demonstrar agora um pouco mais abrangente-mente na página que foi divulgada nesta postagem.
Assim sendo,
Muito obrigado pela atenção e uma excelente leitura da nova página do Blog, e muito obrigado também por prestigiar e acessar este endereço web, com todos os seus conteúdos e páginas. Obrigado, leitores e visitantes deste endereço eletrônico.

O Que ainda foi possível de ser Feito em 2015

Decisões para a Eternidade


"Será que 2015 acaba? Ah, acaba?E a novela de Brasília, do Brasil e suas crises trapalhonas, de política-corrupta, de Cunhas e Cabides, de cadeiras e assentos; de quem sentou gostoso na lama do escarcéu; de quem dá dó, quando eles se acham superior a maioria de nós - pessoas normais, comuns, e que estamos aí -; pena que só eles não perceberam. Já quase acabou." Eles acham que o sol nasce só pra eles (e o problema maior é que todos nós somos reféns do Judiciário, e que há olhos que nos vigiam). Mas, ainda cabe um questionar atormentador a esta questão: e de quem faz as Leis que o Judiciário deve Interpretar, Julgar e Aplicar o que couber? Quem de fato os controla e vigia?


É muito simples, confortavelmente, ficarmos imaginamos coisas para serem feitas o ano que vem, daqui a um tempo, ou logo mais, enfim, é muito fácil "suportar" a semana, até que se venha outro "fim de semana". Mas, não, certas coisas são inadiáveis, e não podem mais esperar além daquilo que já tiveram que esperar e suportar.

Esta é uma postagem saltarilha, rápida e veloz, com poucas palavras, mas com muita coisas a serem ditas, pensadas, vistas, dançadas e cantadas.
Decisões para a eternidade ou o que ainda foi possível de ser feito neste ano.



I.
A Conferência do Clima, em Paris.

O site da Avaaz teve um papel fundamental na mobilização acerca da importante questão do clima.
Segundo o site afirma, um dos objetivos principais é eliminar a emissão de poluentes com a queima de combustíveis fósseis; e a busca é por combustíveis renováveis e limpos. Ou seja, a eliminação dos combustíveis fósseis.
Destaque ainda para os esforços que estão sendo feitos na preservação pequenos países e Ilhas; tal como as Ilhas Marshall. Tudo isto com o apoio da Avaaz.
É claro que os Governantes e os diplomatas, os executivos e os intermediadores (lobistas, até) e envolvidos diretamente com a questão toda, tiveram sim suas participações, mas digo, será que não sem pressão alguma? Acho que não. Pois o que mais fizeram além do que se espera que eles tivessem feito? 
Digo, a Eco 92, e demais conferências do clima, sempre tão modestas e apenas tão no papel, tão teóricas, mas agora, o que há de novo, considero, foi a posição da Avaaz e de nós que fazemos a net, com nossas participações e nos mobilizando para dizer:
_ Olha, sabe o mundo de consumo e e capital (e lucro acima de tudo isto!!) que criaram e idealizam cada vez mais? Sabe, então, ele irá se colapsar. Não é sustentável, não é transparente, não é seguro e nem confiável - e jamais algo que não seja devidamente fidedigno, e, assaz competente e propositalmente correto n'aquilo a que se propõe ser / fazer, irá ocupar as mentes e as posturas das pessoas mais condizentes à nova mentalidade mundial.


Realmente é um momento histórico e agora há que se cumprir o que foi acordado e sair dos papel as ações que pretendem frear (brecar) o aquecimento global, além de intentarem amenizar a intensificação de efeitos provindos de fenômenos como o "El Niño". 
Sobre o El Niño: O Menino; porque ele se manifesta com vigor nas proximidades da época do natal por isto o menino, El Niño Jesus, na manjedoura. Eu entendo isto, deste modo...

Este é um assunto muito interessante, mas veja a matéria original no site do link abaixo, assim,

Veja como o site Avaaz ajudou na importante decisão tomada em 2015 na conferência mundial sobre o Clima em Paris, no 

Link>




II.
Arte Gráfica de Teoria sobre o Tempo, O entendimento e as Probabilidades

- Interligações (apenas no Slideshare)


A postagem d'O Tempo, O Entendimento e as Probabilidades está sendo muito bem aceita, e inclusive o seu material de suporte, por favor, veja e interaja (se quiser) como o material abaixo,  está sendo muito bem acessado em meu perfil no slideshare.




Agradeço imensamente a visualização que estes e demais conteúdos filosóficos estão tendo. 
Sobre esta minha teoria filosófica (ou revisão de literatura, em alguns casos), posso já adiantar que em breve escreverei sobre estas temáticas, a seguir (mais conteúdo sobre esta assunto, em breve):

  1. Deus carne: Jesus, o Filho do Pai, o Filho do Homem;
  2. Deus Espírito: Espírito Santo, ou os dons que Deus nos dá, o canal de Deus para chegar a nós;
  3. Deus Pensamento: O Deus mais abstrato e semelhante ao 1;
  4. Deus é 3 (trindade), mas é apenas 1, de modo que o entendemos como um Ser de n Lados; ou um poliedros de n lados e representações;
  5. A Ordem vem do Caos: Deus criou a existência no turbilhão negativo ou inexistente do Nada (o 0), assim, o ambiente de natural de Deus é aquilo que o Homem talvez mais desconheça.




III.
SET Under The Time

Apenas algumas palavras:

"Mas a Flor Apaga / É mais do que a madrugada / e foi / por ela que o galo cocorocó".  Caetano Veloso - É de Manhã

Eu fiquei ouvindo umas cinco ou seis semanas o set pronto, e antes disso, o sete levou mais uns quatro meses para ficar pronto por completo, e isso sem dizer ainda que algumas partes desta mixagem total (de 100 minutos) foram gravadas há cerca de dois anos.
E sim, tudo isto é a mais pura verdade, eu quis fazer um set memorável, senão tecnicamente, de feeling e de repertório, mas também tive uma preocupação técnica sim.
O set começa com Pink Floyd e a clássica Time em versão remasterizada de 2011. Não há muito o que se falar, o próprio álbum The Dark Side Of The Moon, ou mesmo versões da faixa no álbum Pulse, por exemplo, sempre dão o mesmo tom de Time. Desejos, lugares,opções, situações, e claro, o maravilhoso som progressivo rock do Floyd.
Depois, o set segue com três cantoras, na sequência: Leny Andrade, Amy Winehouse e Maysa. É ainda uma análise do tempo, do o De Manhã, com o dia vindo e tudo permanecendo como se está; e depois Tears Dry, e o passei de Amy pela cidade em um entardecer triste e apressado; e por fim, Maysa, com uma de suas faixas internacionais JIT, momento lounge do CD.
Depois, começa o Floor Open, com Mix de PNAU para uma track do Cirque Du Soleil, na sequência vem mais Remix de Part Of Me da Katty Parry, e, Clarity - canção ganhadora de Grammy em versão extended.
O set então segue com remix, de Fera Ferida, do Rei da Música Brasileira, o Cantor Roberto Carlos, com o Remix do Meme para esta super canção. Que fez muito sucesso inclusive como abertura de novela no Brasil, a versão original, óbvio.
Depois o Set fica inteiramente Floor com Stereo Love, Elements (em um versão longa e quase sem vocal algum, mas bem climática e clássica, tribal house clássica), Together, enfim, muitos nomes excelentes da Dance atual e de flash back, dos clássicos dos clubes 90 e 2000, como Axwel, Danny Tenaglia, Nadia Ali;
Onde o set segue a mesma linha na meia hora final, mas sai um pouco da levada mix e vem para os dias mais atuais, com sons como os do Example, Rihanna, Calvin Harris, e remix de The Wanted e Lanna Del Rey; além de o set terminar, finalmente, depois de mais de 90 minutos de mixagens, de terminar com a clássica canção de Whitney Houston - It's Not Right But It's Ok, uma canção que marcou o retorno ao sucesso de Whitey na cena pop e eletrônica no final dos anos 90, depois de ter feito um sucesso imenso com I Will Always Loved You e o filme, traduzido no Brasil como "O Guarda Costa'; também em versão club house com uma levada ao Tribal House.
E o set tem esta conclusão: o tempo sempre foi cantado e dançado,na mixagem ele se mostra no tempo dos mix, do tocar das faixas até o fim, ou de mixá-las mais profundamente, onde os tempos se tocam, se encontram ou sequer se esbarram muito. Tem um claro crescimento rítmico, que leva à eletrônica, ao House e a Dance. Houve a preocupação com as canções selecionados, mas do ponto de vista dos artistas e do que eles representam e não exclusivamente DA CANÇÃO, uma vez que se dizemos de set, temos que dizer do CONJUNTO DE TODAS AS CANÇÕES DO SET. E é disto que fala este set, de ser no tempo, no seu tempo, no tempo do outo, de modo certo, integral, de modo equivocado, estranho, etc. 
E não se pode deixar de notar as mudanças no tempo e o final do grito Eternity [and You make Me Full Of Me Up] (transcrição livre de Livros do Edson), que dizem da Eternidade e de o outro  (você) fazer a gente se sentir cheio (bem) de si mesmo.
Espero que gostem do set, que compartilhem, ouça, façam download e votem no Promorank, tudo bem? 
Boa audição, e uma boa sensação musical.
Obrigado por acessar a este blog e demais conteúdos meu na web.
Agradeço, sinceramente. E vamos ao set.



PS: Não se esqueçam que este blog tem um Crônica Inteira de Mago A Ascensão sendo transcrita na web (digitalizada) e que ela se encontra nas páginas
Urna Cúbica de Platina 1
Urna Cúbica de Platina 2
Urna Cúbica de Platina 3


Sendo que as páginas 1 e 2 já foram escritas e que as atualizações atualmente acontecem na página 3, certo? Qualquer dívida, mandem suas perguntas. 
Tudo bem? Muito obrigado por ler e passar um tempo com esta postagem. Até mais.