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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A Verdade De Um Artista



POSTAGEM 71

A VERDADE NÃO SE VENDE

Document made with KompoZer

       Bem Vindo, Amigos (as)

                        Nesta postagem, especularemos sobre a verdade, um conceito reflexivo, que leva à luz do esclarecimento e não às trevas da ignorância ou da repetição de atos ou posturas sem sentido, ainda mais em um mundo que grita por socorro e renovação, uma vez que não podemos dar as costas aos mais distantes, enquanto, iludidamente, cremos que ajudando "os nossos" mais achegados, os mais próximos, nós estamos fazendo nossa melhor parte, quando na verdade,

            A Verdade diz justamente do trabalho silencioso, da caridade bem orientada e que não distingui, apenas abraça e auxilia.

          Que só é Verdade se for dada, nenhuma verdade deve ser vendida ou trocada.

            Por isto é que, tudo isso aqui, não são conselhos que lhes dou, são antes as Verdades de que lhes falo. 

            Boa Navegação e que através das expressões artísticas (este é um modo mas não o único), possam vocês também chegar a Verdade.



Tá Bom, João


                        I


Esquece-se sempre do presente

Quem olha demais ao passado.


Muito sente, quem é envolvente e

Quem é incoerente, nada sente ...


Sempre soube que eu, “bonzinho”, era

Pois os outros se tratavam como feras.


Hoje mais, tenho muitas faltas e questões

Do que boas conquistas e raras aptidões !


Mas tá bom, João-da-Decisão... ;

que hoje aprendo, com tua lição.



                        II


Sempre do passado, demais preso ao passado

Para viver e ser do presente, sempre ausente.

Como se não bastasse – não? – ser tão indiferente

E tratar os outros como se eles fossem retardados.


Para de ser tão atormentado, viver isolado

Chamada a hora, João, vai direto à solução

Já que em teu nome tem a beleza da Inscrição

Do João que dá “a Resolução do Solucionado” 


Eu sou é mesmo um renegado

Que só anda com os decadentes;

Acreditam que a puta mendiga

E o doido com o rei na barriga,

Agora, ambos, estão comigo, de briga?


Só o que me faltava agora, que piada,

Chorar, desmedido, como um condenado

Porque perdi a "amizade" dos alienados.

Como se fosse quem vai curtir a palhaçada

Daqueles que faziam 'à Parte' dos Avisados.



                        III


Tá bom, João, chega de tanta demonstração

De força, poder, magnitude e descolamento

Alheio em sua área, de qualquer movimento,

Nem sabe que os outros estão na ralação

Para ter o que comer além de seus pães.


Tá bom João, chega de lentidão

De se achar que é o bom,

Sem saber o que é Razão. 


Há muito ainda a ser visto,

João, não sabe tanto &

Nem é tão especial assim

como pode se achar ou supor.


Um dia, tudo que sonha vai acabar

E então, finalmente vai se tocar

que aquele não era você não, João

e que de tuas lições, ora, já chega.

João-da-Decisão.



                IV


Tá bom, João,

Você não é morador de Matão,

Muito menos vive pela região,

Não sou teu pai, teu irmão,

Nem acaso é filho do Diabo.

Há todo um mundo acontecendo

E você vai se "entretendo"

Com o que acha que é da hora.

Uma hora vai cair em si, e despedir-se

De tanta imundice,  besteira e tolice.


Tal qual mente, eu deixei de ser um alienado

Quando eu deixei as tuas lições de lado.


E de verdade,

Na verdade, a única verdade que há,

É aquilo que há oculto na cidade

Mas que de fato, ninguém sabe que há. 


A Verdade, João,

É a cidade que há oculta na cidade.

E que pouquíssimos veem,

Pois ela, eles não tem.




DESENHO Sonhos nas Chuvas → Inspirado na Chuva e no RPG:
  Nas chuvas de Granizo, no Verão de 2014 em Matão/SP;
E nos RPG, os Sprites-Vermelho, uma nova ideia
que tive para esses personagens
de Mago: A Ascensão, versão deste blog


VAI SOCIEDADE, REAGE (Continuação)


    O que tudo isto quer nos dizer, é que, no Brasil, as sociedades assistem todas as calamidades, fatalidades, ingerências e desfiles de horrores sociais sem nenhuma "ação ou esboço de ação, de qualquer reação". A sociedade é passiva, no mal sentido, pois como dizem, ceder-se é um dom, que poucos tem a capacidade para fazer [assim, ser um homem afeminado, não é perversão, é antes possuir uma capacidade e um ensejo diferente, que poucos tem] . No mais, somos nós, os que queremos ser os primeiros em tudo, eu, em concurso público, nós somos quem queremos ser os ativos, os que mandam, pois achamos que quanto mais nos deleitamos, mais estamos a sair por cima de toda a situação, ledo engano, como muito bem disse Augusto dos Anjos, "A mão que afaga é a mesma que apedreja, a beijo, é a antevéspera do escarro", e é exatamente isso, a verdade, prezados (aqueles quem nos  acompanham neste blog).

    Dizem que dissertações devem ser impessoais, na terceira pessoal do plural, mas quero ver quem me impede, aqui, neste blog, de usar os vocativos, de manter e checar a comunicação com meus leitores, quero ver, esses acadêmicos (eles que ficam a delimitar as barreiras do que podemos fazer e do que não podemos fazer, quando, gramaticalmente, nos expressando; sendo isto, somente para dificultar as pessoas menos privilegiadas, a entrarem no mundo das frases semâticas, para dificultar o acesso ao mundo literata), quero ver esses mestres arcaicos dizerem o que posso ou não posso fazer por aqui.

        Acontece que nem só de psiquismo perverso vive o mundo, e nem só de engambeladores se faz uma sociedade jurídica e produtiva - estamos pagando por quem não faz nada, quem enrola, leva nas coxas o dia todo (a origem desta expressão claramente denota ao sexo, e o é), enquanto os geniosos estão perdidos nas bocas, contando moedas em ruas movimentadas, quando não, os que podem, a escreverem poemas e pensarem em crack ou pó, afinal, droga química só muda o valor e a intensidade e o jeito do uso; droga sintética, é mentira feita em laboratório; e droga natural, é aquilo que dizem que não podemos usar (nem se acha mais drogas 'naturais').

        Mas, a verdade é algo que escapa a população. Pois afinal, todos querem deuses que lhe saldem as dívidas, querem ídolos que permitam que carros novos sejam adquiridos, a cada ano, enquanto à ajuda aos necessitados, fica em um segundo plano. Ou seja, se nem nas religiões querem Verdades, mas sim, doutrinas que lhes incentivem e continuarem a serem mesquinhos, vulgares, banais, sem classe alguma, ou se não, a classe dos falsos doutrinados, que só dizem tolices e longas preces que nada dizem, quando não, só são gritos, urros e palavras ensaiadas, em quotes para transmitir uma fé torpe, parada, sem nada a acrescentar a sua vida, a não ser dizer, que o seu ego é que tem vez e que está certo, como se esse ego, fosse um deus, uma verdade, o que seja. Não sou juiz para mensurar a medida de cada um, mas digo do que vejo,e muitos e muitas, por aí, que se dizem, "filhos de deus" são antes, aparições das grossas, espíritos do mal, que lhes atormentam os sentidos, as reflexões e à vida.

        Mas as coisas estão mudando, de um modo como nunca antes se viu, ou melhor, isso para quem consegue ver e não está demasiado preso à dogmas do século menos dois, antes de Cristo. As novas gerações estão a dar exemplos claros de uma moralidade mais elevada, ao menos algumas crianças, e os EUA confessaram, na ilustre presença do Presidente, daquele país, Obama, que o mundo não é mais o mesmo, depois dos ataques terroristas de 11 de Setembro (em se referindo ao porque deles terem um sistema de espionagem cibernético tão magnífico). Mas, de fato, a verdade não martela ideias fixas, na cabeça, das pessoas, ela liberta de conceitos errôneos, todas as pessoas.



 
 
 
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Conto Alegórico

A Verdade Que Foge A Compreensão

    O Sol, à partir do momento em que foi criado, jamais declinou de seu Juramento de não expor a verdade em seus raios (solares, óbvio), assim, a radiação não traz iluminação; Uma vez que a Lua é quem deve iluminar o Mundo com As Verdades, as quais a Lua jurou que sempre difundiria, a quem a procurasse de peito aberto, sem as máscaras dos ídolos ou dos capitalistas, sem os interesses mesquinhos, as vulgaridades desnecessárias (porque algumas coisas chulas devem haver, algumas vulgaridades são necessárias, uma vez, que disseram, os outros, não os nossos, que "o corpo é baixo", e que no corpo tem partes mais baixas ainda) e o dever da exploração científica. Não, a Verdade só se chega sendo franco.

    Assim fora decidido desde a criação dos tempos em que contabilizamos perdas e lucros. A Lua guarda e difundi A Verdade, o Sol, maravilhoso astro-rei da vida, ofusca a Verdade e não a Transmite (que surpresa, eu mesmo estou pasmo até agora, e vou ficar mais ainda, até umas horas, e é uma pena que não vejam como tremo enquanto escrevo), ao passo que o Mundo, no Mundo cada qual faz a sua História, independentemente do que dizem, inclusive esse escritor que lhes escreveu outros cousas. Todas tolas, por ser esta apenas a Verdade, e já dissemos e repetimos, pode pensar o que quiser, mas a Verdade é uma só, a Verdade é Una. E assim está estabelecido, e agora, também, esclarecido.

    Mas A Verdade não é sedentária, e considerou muito pouco ficar delegada ao domínio da Lua, e jamais poder sair ao Sol, uma vez que os raios solares sempre a ofuscaram por demais, e como é difícil reconhecer a Verdade na Luz do Dia, e mesmo à noite, quando todo gato é pardo, como é mais fácil tropeçar e ao invés de viver e se abraçar a Verdade, e de fato, enrolar-se, mais fácil é, com a Ilusão da Verdade.

    A Verdade tem muitas Ilusões, que não são ela, mas passam a ser como se fossem ela. Os humanos adoram ilusões da Verdade, eles festeja e se comportam como crianças em uma poça de lama quando, em conjunto, louvam As Ilusões Da Verdade. E de fato, A Verdade não estava a aprovar nada dessas coisas e um dia, resolveu engambelar a Lua, mancomunar-se com o Sol e aparecer junto com os raios solares.

    E dado o tempo certo, isto é, em um Memorável Eclipse, a Verdade, deixou de viver com a Lua e passou a aconchegar-se com o Sol, de leve, mas acabou mesmo por ficar com ele e quando o eclipse acabou, A Lua apenas se foi, com a Terra, e lamentou, que A Verdade agora não estava mais com ela.

    E o Sol teve que seguir onde sempre esteve, iluminando tudo e todos e agora portando a Verdade, que descarregava, mais ainda, a Fúria solar e criava tempestades espantosas, que emanavam iluminações da Verdade a toda a Galáxia Via Láctea, a cada anátema da Verdade ao Sol.

    E nisto, A Verdade percebeu que deveria parar de aconchegar-se ao Sol, ou então, todos sofrerão, com os efeitos terríveis de radiação, devido as explosões solares de felicidade, de quando a Verdade lhes deu a cara. Nesse instante a Verdade entendeu porque deveria continuar a viver com a Lua, mas sabia, a Verdade tudo sabe, mas às vezes se esquece, justamente porque muito poucos conhecem e lembram d'A Verdade, mas sabia que era bom ter estado um pouco no Sol, assim se lembrou do porque de muitas coisas que não estava mais a cogitar.

     E assim, A Verdade ficou, todo o tempo necessário até que se dêsse mais um Eclipse Total, aguardando no Sol, oculta em Suas Próprias Falácias Incontestáveis e Verdadeiras, claro, até o Tempo, de um exato momento certo, em que voltasse a viver com a Lua, lá sim, onde poderia mostrar sua face, sem desgastar tanto os viventes.

    Pois quando a Verdade sai a Luz do dia, pode cegar (quem não está acostumado a ver com os Olhos da Verdade), causar danos cerebrais (quem não está acostumado a Pensar Corretamente), e distorcer a moralidade (de quem não tem Princípios da Verdade). E por isto a Verdade voltou a viver com a Lua, porque na luz da lua é que vemos um pouco das verdades do Céu e das Estrelas, que a luz do Sol tanto ofusca. Mas a Verdade é assim, se não é cogitada, é esquecida; e se a Verdade se esquece, lá a vai novamente, aconchegar-se ao Sol, para lembrar e fazer lembrar, de coisas que se esqueceram.



Crônica Matonense:

A Cidade Que Não É Mais Aquela Que Conheci

    Conheço tudo por essa Matão; essa, a cidade onde as coisas são mais estáticas do que em outros lugares.

    Situada entre Araraquara e Taquaritinga, Matão tem 77000 mil habitantes, segundo o último Censo, distribuídos em quase quarenta mil casas. Mas acontece que o Censo não contabiliza que vem pra cidade, somente para trabalhar na safra, da laranja, por exemplo, e depois volta para a sua terra de origem. Sim, pois, a citricultura, é muito forte em Matão, já foi muito mais, mas ainda podem as Grandes Fábricas de Suco, requisitarem ruas da cidade para si, e ganharem, mesmo quando em épocas de crise no setor.

       Matão é uma cidade riquíssima, tem um PIB de 80000 mil per capita/ano, mas é claro, que essa riqueza fica nas mãos de uma meia dúzia de pessoas, enquanto, muitos, sofrem por nada ter, mas a cidade é rica, sim, pelo menos alguns bairros o são - aqueles aos quais não vou - , e na periferia que sempre andei, já não conheço mais as ruas como conhecia, muitos moradores destas áreas sem atenção especial das autoridades, tem carros, motos, ou ambos, e mais que um desses bens. Mas que o bem não vem só do Bem. E essa é  a riqueza de todo o povo, ou uma parte dela, que chega à alguns, porém não a todos.

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    As pessoas me estranham, quando eu passo na rua em que elas moram (como se fosse um pecado andar a pé), ficam me olhando, ou param em frente às suas casas, desconfiadas que eu as roube. Como assim, nem ladrão sou, e se roubei alguma coisa, algum dia no passado, foi algo irrisório, há muito tempo, quando eu bebia, e que há mais de dois anos que eu não bebo, e eu não me canso de dizer, que eu consegui me libertar dos meus vícios somente pela Força de Deus e pela minha própria força de vontade.

    Desse modo, eu não bebo, parei sozinho, sou da paz e da iluminação espiritual, mas nada disso importa, acham que eu sou suspeito, um mal elemento, e os mais loucos do bairro, tem coragem de chegar em mim e dizer, "aí, foi você 'que' pulou o muro da casa (que casa, doído?) ontem a noite e roubou!", que absurdo, quem me acusou deve ser quem roubou a casa. Mas é o que digo, essa não é a Matão que conheci. Perde-se o respeito e o "medo" do outro, agora, quem 'tá bem', acha que pode humilhar os outros, sei lá, se é isso. Parece que ninguém mais sabe o que é a verdadeira dignidade sobre as coisas, ou estou errado? Algo se perdeu, as pessoas, tem cada vez menos altruísmo, entretanto o egoísmo anda a mil por voltas em si mesmo, que confere um imenso tédio a alguns ares. Deus nos livre destes ares terríveis.

    As pessoas, estão mudadas, loucas te tanto verem ou ouvirem dizer de vídeos bizarros na internet. As pessoas estão bitoladas em seus egos inflamados, em suas próprias paranoias de mundo, ou como preferem dizer, em suas fissuras da realidade alterada, que nem conseguem perceber o andar de um filósofo pelas ruas que ele mesmo mapeou. Não conseguem compreender o gênio que deve vagar pelas ruas, para saber sobre a verdade que as pessoas sentem, entretanto, quanto mais se anda, mais se percebe que as pessoas não tem mais verdades, elas tem obsessões, que elas seguem e servem.




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